O Departamento de Polícia Técnica de Itabuna (DPT) é a maior ilustração do menosprezo com que Itabuna está submetida pelo Governo do Estado da Bahia. Vocês conhecem as condições atuais, já ouviram desabafos de alguns servidores
do órgão e as imagens das instalações, em noticiário local? A palavra mais adequada é indignidade! O ambiente mais parece um lixeiro. As reivindicações são antigas e recorrentes. Os profissionais da área chegaram à exaustão. Atrasos de salários são constantes. O rabecão tem apenas cinco litros de combustíveis por dia. Quase todos os aparelhos de ar-condicionado estão quebrados. A fedentina é crônica no ambiente. A sala de armazenamento de arquivos está em condições críticas de umidade e com estrutura completamente obsoleta. O ambiente é completamente mórbido, sórdido, com aspecto decadente. Não há plantão noturno. Cadáveres só das 9 às 18 horas. Constrangedor, humilhante e revoltante ver dezenas de familiares dos mortos suplicando pela liberação dos corpos dos seus entes queridos. Insumos e materiais de escritório, só quando os próprios maus pagos servidores compram sob suas próprias condições. Mas, o que fazer? Os médicos legistas, os técnicos, os funcionários de limpeza merecem respeito! Eles chegaram ao ápice da tolerância e do descaso público. Medidas radicais são necessárias para se fazerem ouvir por nossos governantes. A sociedade sente-se desrespeitada! Falta investimento, falta bom senso, faltam condições de trabalho e falta, sobretudo, vontade política. A situação é caótica. A classe médica e demais servidores, que trabalha no DPT de Itabuna, é feita de abnegação, tolerância e solidariedade. É desumano sentir-se impotente diante de um cadáver devido à falta de sensibilidade, respeito e responsabilidade públicos. Deve ser bastante desumano trabalhar cercado de cadáveres, alguns deles putrefatos, sem a mínima infra-estrutura técnica e física.
do órgão e as imagens das instalações, em noticiário local? A palavra mais adequada é indignidade! O ambiente mais parece um lixeiro. As reivindicações são antigas e recorrentes. Os profissionais da área chegaram à exaustão. Atrasos de salários são constantes. O rabecão tem apenas cinco litros de combustíveis por dia. Quase todos os aparelhos de ar-condicionado estão quebrados. A fedentina é crônica no ambiente. A sala de armazenamento de arquivos está em condições críticas de umidade e com estrutura completamente obsoleta. O ambiente é completamente mórbido, sórdido, com aspecto decadente. Não há plantão noturno. Cadáveres só das 9 às 18 horas. Constrangedor, humilhante e revoltante ver dezenas de familiares dos mortos suplicando pela liberação dos corpos dos seus entes queridos. Insumos e materiais de escritório, só quando os próprios maus pagos servidores compram sob suas próprias condições. Mas, o que fazer? Os médicos legistas, os técnicos, os funcionários de limpeza merecem respeito! Eles chegaram ao ápice da tolerância e do descaso público. Medidas radicais são necessárias para se fazerem ouvir por nossos governantes. A sociedade sente-se desrespeitada! Falta investimento, falta bom senso, faltam condições de trabalho e falta, sobretudo, vontade política. A situação é caótica. A classe médica e demais servidores, que trabalha no DPT de Itabuna, é feita de abnegação, tolerância e solidariedade. É desumano sentir-se impotente diante de um cadáver devido à falta de sensibilidade, respeito e responsabilidade públicos. Deve ser bastante desumano trabalhar cercado de cadáveres, alguns deles putrefatos, sem a mínima infra-estrutura técnica e física.
Este problema não é de agora... já existia antes de Wagner ser reeleito.
ResponderExcluirPortanto, o problema não está em Wagner e sim em quem votou nele.
E quem foi que votou nele?
Nós, infelizmente.
Solange Mendes de Almeida
SE OS VIVOS NÃO ESTÃO SENDO RESPEITADOS PELO GOVERNADOR JAQUES WAGNER, ESPERAR O QUE PARA OS MORTOS?
ResponderExcluirEDMILSON MARQUES
Wagner trata Itabuna como uma cidade inexistente no território baiano. Fernando Góes
ResponderExcluirCULPA DE QUEM VOTA NO PT.
ResponderExcluirNUNES