Todos os prefeituráveis tradicionais dizem ser gente de coragem com personalidade firme e possuidores de idéias geniais para combater as mazelas que dizem assolar o município. Mas tem partido que
propõe algo radicalmente diferente. Quer por que quer eleger uma candidata completamente sem idéias próprias. Sem poder de decisão. Uma marionete obediente. Essa candidata, se eleita, vai apenas executar as decisões do partido, cujos chefes são, coincidentemente, ou não, o esposo e o filho primogênito. Uma máquina tal qual um robô criado apenas para servir de interface entre este partido e o processo de decisão gerencial. Ou seja, o marido e o filho mais velho decidirão todas as ações de uma representante eleita pela coletividade. Todos os destinos da cidade e todas as decisões contábeis e financeiras da prefeitura serão definidas sem transparência por pessoas que não aparecerão jamais. E dois anos depois, o marido vai querer o erário, que seria utilizado na merenda escolar e na infra-estrutura da cidade, para se eleger deputado federal. E o filho exigirá verbas públicas da educação e da saúde, para ser eleito deputado estadual. Ambos serão financiados pelo dinheiro que deveria servir para melhor educar, alimentar e fazer prosperar milhares dos seus próprios eleitores. Eles serão felizes e seus eleitores rirão de suas próprias imbecilidades. E a cidade terá uma prefeitura pobre, com prefeita rica. Então, tenhamos também o nosso candidato. Não o fantoche do marido e do filho de quem quer que seja. Tenhamos o candidato da gente, para a gente e por a gente. Mesmo sem eleger nosso candidato, há vários benefícios possíveis nesta iniciativa. O que importa é o caminho. No mínimo, criaremos um espaço para discutir o futuro da nossa cidade de maneira pragmática sem demogogia ou picuinhas partidárias ou ideológicas. Nosso candidato pode ser Eliodoro, Zé, Zem... mas não pode ser marionete, boneco de ventríloquo, fantoche, testa-de-ferro... de vigaristas, parasitas e políticos com ficha suja.
propõe algo radicalmente diferente. Quer por que quer eleger uma candidata completamente sem idéias próprias. Sem poder de decisão. Uma marionete obediente. Essa candidata, se eleita, vai apenas executar as decisões do partido, cujos chefes são, coincidentemente, ou não, o esposo e o filho primogênito. Uma máquina tal qual um robô criado apenas para servir de interface entre este partido e o processo de decisão gerencial. Ou seja, o marido e o filho mais velho decidirão todas as ações de uma representante eleita pela coletividade. Todos os destinos da cidade e todas as decisões contábeis e financeiras da prefeitura serão definidas sem transparência por pessoas que não aparecerão jamais. E dois anos depois, o marido vai querer o erário, que seria utilizado na merenda escolar e na infra-estrutura da cidade, para se eleger deputado federal. E o filho exigirá verbas públicas da educação e da saúde, para ser eleito deputado estadual. Ambos serão financiados pelo dinheiro que deveria servir para melhor educar, alimentar e fazer prosperar milhares dos seus próprios eleitores. Eles serão felizes e seus eleitores rirão de suas próprias imbecilidades. E a cidade terá uma prefeitura pobre, com prefeita rica. Então, tenhamos também o nosso candidato. Não o fantoche do marido e do filho de quem quer que seja. Tenhamos o candidato da gente, para a gente e por a gente. Mesmo sem eleger nosso candidato, há vários benefícios possíveis nesta iniciativa. O que importa é o caminho. No mínimo, criaremos um espaço para discutir o futuro da nossa cidade de maneira pragmática sem demogogia ou picuinhas partidárias ou ideológicas. Nosso candidato pode ser Eliodoro, Zé, Zem... mas não pode ser marionete, boneco de ventríloquo, fantoche, testa-de-ferro... de vigaristas, parasitas e políticos com ficha suja.
ai desse brasil se não fosse o pt, e ai de itabuna se ficar na mão desse prefeito, que só sabe enganar.
ResponderExcluirIMAGINE SE O POVO NÃO ENTENDER O PERIGO QUE ESSAS PESSOAS REPRESENTAM PARA A SOCIEDADE? SE ESSA MARIONETE CHEGAR AO PODER, O ANIVERSÁRIO DE ITABUNA PASSARÁ A SER COMEMORADO EM 31 DE OUTUBRO NO GRANDE HALLOWEEN EM QUE SE TRANSFORMARÁ ESSA CIDADE.
ResponderExcluirCaramaba cara, vc matou a charada!
ResponderExcluirEu já desconfiava disso, mas não atinei para tanto.
Agora vou dizer com mais profundidade isso para meus amigos e familiares.
Valeu Val.
CONCORDO CONTIGO VAL CABRAL. É ISSO MESMO O QUE ELE QUER. SÓ QUE NÃO VAI TER. O POVO DE ITABUNA NÃO É BURRO E ELE VERÁ ISSO COM O RESULTADO DESTAS ELEIÇÕES, QUANDO JUÇARA DEVERÁ OBTER UMA DERROTA MAIOR QUE A DE 2008.
ResponderExcluirKLEBER BARRETO
Bruxa maldita... pra curitr sua aposentadoria amaldiçoada em Luzimares. Ou no raio que a parta! Vc e toda sua cambada de larápios.
ResponderExcluirLuiz Henrique Melo de Almeida
Se o marido dela tivesse certeza que ganharia as eleições, era ele mesmo o candidato.
ResponderExcluirEle jamais deixaria de ter controle sobre mais de 400 milhões por ano, para ficar com apenas 12 milhões no mesmo período, que é o que possui de verba parlamentar cada deputado federal.
Nem se ele não fosse ficha suja!
GERALDO E JUÇARA SÃO COMO XIFÓPAGOS; UNHA E CARNE; CARA E COROA DE UMA MESMA MOEDA... ELES SE COMPLETAM NA MESQUINHEZ DE UMA SÓ ÍNDOLE BANDIDA. ANDRÉIA BARBARA DE ALEMIDA
ResponderExcluirNão haveria nunca um apelido tão oportuno para Jussara... vc é o cara!
ResponderExcluirOtávio Lopes
VAL AGORA É ASSIM NENHUM NEM OUTRO SÓ VAI DAR VANE ITABUNA É DEZ.......
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