O advogado Rui Pimenta, defensor do goleiro Bruno Souza, afirmou que seu cliente e Luiz Henrique Romão, o Macarrão, tiveram um relacionamento homossexual e uma carta
supostamente escrita pelo goleiro e endereçada ao amigo seria, na verdade, uma forma de colocar um ponto final no relacionamento entre os dois. Ambos estão presos acusados pela morte de Eliza Samudio, ex-amante de Bruno, e vão a júri popular, ainda sem data marcada, junto com outros seis réus. Apesar de ter contestado neste domingo (8) a veracidade da correspondência, Pimenta revelou que, caso seja verdadeira, a carta foi feita com uma razão distinta da que foi reproduzida pela revista. CASO BRUNO - Segundo a reportagem, o conteúdo da correspondência sugere que o goleiro, com o envio da carta, coloca em prática uma estratégia intitulada de “plano B”, sendo que o “plano A” era negar a autoria da morte da jovem, o que os réus sempre afirmaram até o momento. A carta, de acordo com Veja, foi interceptada por um agente da penitenciária de segurança máxima Nelson Hungria, em Contagem (MG), onde os dois estão presos, e Macarrão não chegou a ter acesso a ela. “Desde que eu entrei no caso, eu entendi que existe ali um espírito de homossexualidade. Me parece que a carta leva para isso. O plano B não seria o plano de que o Macarrão viesse a assumir. Não tem sentido”, afirmou Pimenta. Segundo Pimenta, o que reforçaria sua tese versando sobre o término do suposto relacionamento entre os dois seria uma menção feita no texto a um hipotético vídeo gravado por Eliza que conteria imagens de orgia entre os três. Veja descreve que a existência do material teria sido confirmada por amigos próximos de Bruno. Ainda conforme o texto, Eliza ameaçava divulgá-lo. “Só por esse fato, de ela ter um vídeo onde os três aparecessem fazendo sexo juntos, já é a prova material da homossexualidade”, afirmou. ESTRATÉGIA - Já o advogado José Arteiro Cavalcante, representante da mãe de Eliza em Minas Gerais e assistente da acusação, disse ter enxergado nas declarações de Pimenta "uma estratégia da defesa de Bruno para livrá-lo da acusação de ser o mandante do crime". Segundo Cavalcante, Pimenta manobra para tentar desacreditar a suposta carta na qual Bruno pediria a Macarrão para assumir a autoria do assassinato. "O Bruno tinha muitas mulheres à sua disposição. Para que ele iria querer o Macarrão?", disse ao UOL o advogado. Arteiro disse confiar na existência da carta e vai requerer a sua inclusão no processo sobre o sumiço de Eliza. CIÚMES - Pimenta voltou a afirmar que Macarrão teria sido o mentor do assassinato de Eliza por sentir ciúmes da relação entre ela e Bruno. “Ela foi morta por ciúmes e foi levada para ser morta pelo Macarrão”, afirmou. A tese vem sendo defendida por Pimenta desde que ele assumiu a defesa de Bruno. Segundo o advogado, Eliza estaria ameaçando tomar um lugar que “pertenceria a Macarrão”. De acordo com a polícia, Eliza foi morta em junho de 2010 pelo ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, em sua casa, localizada na cidade de Vespasiano, região metropolitana de Belo Horizonte (MG). Procurado pelo UOL, o advogado Leonardo Diniz, defensor de Macarrão, afirmou que não comentaria a reportagem de Veja nem as afirmações de Pimenta. (Rayder Bragon).
supostamente escrita pelo goleiro e endereçada ao amigo seria, na verdade, uma forma de colocar um ponto final no relacionamento entre os dois. Ambos estão presos acusados pela morte de Eliza Samudio, ex-amante de Bruno, e vão a júri popular, ainda sem data marcada, junto com outros seis réus. Apesar de ter contestado neste domingo (8) a veracidade da correspondência, Pimenta revelou que, caso seja verdadeira, a carta foi feita com uma razão distinta da que foi reproduzida pela revista. CASO BRUNO - Segundo a reportagem, o conteúdo da correspondência sugere que o goleiro, com o envio da carta, coloca em prática uma estratégia intitulada de “plano B”, sendo que o “plano A” era negar a autoria da morte da jovem, o que os réus sempre afirmaram até o momento. A carta, de acordo com Veja, foi interceptada por um agente da penitenciária de segurança máxima Nelson Hungria, em Contagem (MG), onde os dois estão presos, e Macarrão não chegou a ter acesso a ela. “Desde que eu entrei no caso, eu entendi que existe ali um espírito de homossexualidade. Me parece que a carta leva para isso. O plano B não seria o plano de que o Macarrão viesse a assumir. Não tem sentido”, afirmou Pimenta. Segundo Pimenta, o que reforçaria sua tese versando sobre o término do suposto relacionamento entre os dois seria uma menção feita no texto a um hipotético vídeo gravado por Eliza que conteria imagens de orgia entre os três. Veja descreve que a existência do material teria sido confirmada por amigos próximos de Bruno. Ainda conforme o texto, Eliza ameaçava divulgá-lo. “Só por esse fato, de ela ter um vídeo onde os três aparecessem fazendo sexo juntos, já é a prova material da homossexualidade”, afirmou. ESTRATÉGIA - Já o advogado José Arteiro Cavalcante, representante da mãe de Eliza em Minas Gerais e assistente da acusação, disse ter enxergado nas declarações de Pimenta "uma estratégia da defesa de Bruno para livrá-lo da acusação de ser o mandante do crime". Segundo Cavalcante, Pimenta manobra para tentar desacreditar a suposta carta na qual Bruno pediria a Macarrão para assumir a autoria do assassinato. "O Bruno tinha muitas mulheres à sua disposição. Para que ele iria querer o Macarrão?", disse ao UOL o advogado. Arteiro disse confiar na existência da carta e vai requerer a sua inclusão no processo sobre o sumiço de Eliza. CIÚMES - Pimenta voltou a afirmar que Macarrão teria sido o mentor do assassinato de Eliza por sentir ciúmes da relação entre ela e Bruno. “Ela foi morta por ciúmes e foi levada para ser morta pelo Macarrão”, afirmou. A tese vem sendo defendida por Pimenta desde que ele assumiu a defesa de Bruno. Segundo o advogado, Eliza estaria ameaçando tomar um lugar que “pertenceria a Macarrão”. De acordo com a polícia, Eliza foi morta em junho de 2010 pelo ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, em sua casa, localizada na cidade de Vespasiano, região metropolitana de Belo Horizonte (MG). Procurado pelo UOL, o advogado Leonardo Diniz, defensor de Macarrão, afirmou que não comentaria a reportagem de Veja nem as afirmações de Pimenta. (Rayder Bragon).
EU SABIA...
ResponderExcluirSÓ UM BAITOLA TATUARIA UMA MENSAGEM DAQUELA NAS PRÓPRIAS COSTAS.
ACHO QUE ERA PARA BRUNO LER QUANDO ELE ESTIVESSE DANDO AS COSTAS PRA ELE.
WILSON NOGUEIRA DA SILVA
Tô pasma!
ResponderExcluirLogo ele que se mostrava tão perverso e machão!!!
Sissi
PIOR QUE ESSA VIAFAGEM, É O QUE ESSES VIADOS FIZERAM... ISSO SIM É QUE DEVE MERECER MANCHETES EM JORNAIS.
ResponderExcluirO FATO DELES SEREM AMANTES E GAYS, É O QUE MENOS DEVE IMPORTAR.
BRUNO CORREA
MAIS DUAS "MULHERZINHAS" NA CADEIA. TOMARA QUE SE CASEM POR LÁ E FIQUEM MUITO TEMPO PRESO... SE POSSÍVEL,UM AMARRADO AO OUTRO.... KKKK... CÍCERO SALDANHA DE MELO
ResponderExcluirBANDIDOS GAYS.
ResponderExcluirSÓ PAU NO RABO DESSES CRIMINOSOS.
MIRANDA