O ano letivo começa mal na rede pública do Estado. Adiamentos por razões diversas indicam que, mais uma vez, milhares de alunos serão prejudicados no calendário caótico, qu
e já virou uma tradição. No meio do cenário já conturbado, a “novidade” este ano é a reforma que alcança o incrível número de quase 100% das escolas em Itabuna – um caso que já virou alvo de denúncias e reclamações. Ao tentar explicar o atraso nas reformas nas escolas, a Secretaria de Educação, através da DIREC-7, não apresentou razões consistentes; foi pródiga em declarações genéricas e vagas. Não é tão difícil assim explicar o que a sociedade deve chamar de irresponsabilidade e marasmo. Imóveis caindo aos pedaços, falta de professores, farra de contratos provisórios – muitos de monitores –, desprezo pela meritocracia: são alguns dos fatores que empurram para baixo a qualidade do ensino público estadual na Bahia. Não deixa de ser assustadora a persistência de tamanho descalabro na educação pública na Bahia. Ao longo dos anos, gestores perdem tempo, dinheiro público e boas oportunidades numa pauta medíocre, dominada por interesses de dupla face: ganham a turma do governo e a tropa sindical. Para o alunado, nada. Tragicamente, o horizonte carregado sinaliza que dias melhores estão longe de chegar. No papel de forjar boas notícias, os responsáveis pela área despejam diariamente sua dose de ficção. Não bastassem os claros indícios de incompetência, há que se reavaliar os métodos em vigor: gasta-se muito dinheiro com “consultorias”, “estudos” e “levantamentos” – mas pouco se vê de resultado. Até quando a desculpa da “herança maldita do carlismo” vai mascarar a inapetência para o trabalho sério por parte dos atuais dirigentes do segmento? Discursos não resolvem o problema do analfabetismo. Da mesma forma, mirabolantes planos, a peso de ouro, não trazem nenhum avanço na rede estadual.
e já virou uma tradição. No meio do cenário já conturbado, a “novidade” este ano é a reforma que alcança o incrível número de quase 100% das escolas em Itabuna – um caso que já virou alvo de denúncias e reclamações. Ao tentar explicar o atraso nas reformas nas escolas, a Secretaria de Educação, através da DIREC-7, não apresentou razões consistentes; foi pródiga em declarações genéricas e vagas. Não é tão difícil assim explicar o que a sociedade deve chamar de irresponsabilidade e marasmo. Imóveis caindo aos pedaços, falta de professores, farra de contratos provisórios – muitos de monitores –, desprezo pela meritocracia: são alguns dos fatores que empurram para baixo a qualidade do ensino público estadual na Bahia. Não deixa de ser assustadora a persistência de tamanho descalabro na educação pública na Bahia. Ao longo dos anos, gestores perdem tempo, dinheiro público e boas oportunidades numa pauta medíocre, dominada por interesses de dupla face: ganham a turma do governo e a tropa sindical. Para o alunado, nada. Tragicamente, o horizonte carregado sinaliza que dias melhores estão longe de chegar. No papel de forjar boas notícias, os responsáveis pela área despejam diariamente sua dose de ficção. Não bastassem os claros indícios de incompetência, há que se reavaliar os métodos em vigor: gasta-se muito dinheiro com “consultorias”, “estudos” e “levantamentos” – mas pouco se vê de resultado. Até quando a desculpa da “herança maldita do carlismo” vai mascarar a inapetência para o trabalho sério por parte dos atuais dirigentes do segmento? Discursos não resolvem o problema do analfabetismo. Da mesma forma, mirabolantes planos, a peso de ouro, não trazem nenhum avanço na rede estadual.
Deveriam dar mais atenção aos jovens e crianças como a ONU cita.
ResponderExcluirConstruir mais escolas com menos alunos nas salas de aula.
Fazer mais projetos educacionais para tirar meninos das ruas e até das drogas.
investir na merenda escolar, porque uma boa alimentação ajuda no desenvolvimento cerebral.
Proporcionar mais cursos para incentivar o aluno.
Ser mais rigoroso na forma de passar o aluno de série, para este poder se pegar mais aos estudos.
Ter mais presença com as crianças e os jovens.
e Principalmente, Não roubar dinheiro que é de direito da educação e da merenda escolar.
lembrando todos que o Brasil tem muitos lados negativos, mas avançou muito se olhar a 100 anos atras ou até menos.
E que quem colocou os CORRUPTOS no poder fomos nós, então temos que pensar duas vezes antes de xingar outros. Porque vamos xingar a nós mesmos, os ignorantes da historia
Qual educação? Ninguém quer investir em nada não, boa parte das pessoas que estão aí fora excluem as pessoas ou tentam exclui-las, achando que as mesmas não têm capacidade para exercerem cargos melhores. Faz parte meu amigo, faz parte desta sociedade patética que vive excluindo as pessoas e diversificando suas justificativas para manterem sempre os mesmos no poder.
ResponderExcluirrealmente um absurdo....mas fazer oq se vivemos numa sociedade desigual do qual as classes dominante (que indiretamente dominam o governo) preverem manter a grande massa ignorante.....a gente só cresce se tivermos educação....é praticamente a base de tudo
ResponderExcluirPersista, bote a boca no trombone, denuncie, não se amedronte nem se desestimule. Pois como você verá existirão outros como você que fazem a diferença num estado de indiferença popular como nosso país. Infelizmente a filosofia governamental é de premiar a incompetência em detrimento da honestidade, justiça social ( e não os engôdos que vemos). Enquanto houver cidadão como você ainda haverá alguma esperança mesmo que remota de colocar as coisas nos eixos.
ResponderExcluirAmigo Val Cabral, é necessário que a sociedade fique atenta à movimentação dos parlamentares e prefeitos e avalie de forma criteriosa o trabalho de cada um. Os que não tiverem correspondido às expectativas do cidadão, devem ter seus nomes excluídos de uma vez por todas de qualquer intenção de voto do povo. José Carlos Bastos de Souza
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