O deputado estadual Carlos Geilson (PTN) usou a Tribuna nesta quinta-feira (15) para criticar a postura do governador Jaques Wagner (PT) em relação ao possível veto do ex-senador César
Borges (PR) para o Ministério dos Transportes. De acordo com um jornal de grande circulação nacional, a presidente Dilma desistiu de indicar Borges, após uma negação de Wagner. “O governador não tem força para segurar ministro, não tem força para indicar, mas tem força para vetar. É pensar muito pequeno. É por isso, que nós temos a república do chimarrão. Hoje oito integrantes do primeiro escalão da presidência são do Rio Grande do Sul, enquanto isso na Bahia o governador resolve vetar o nome de um baiano ao ministério”, critica. Geilson ainda aproveitou e ainda trouxe para o plenário a situação da polícia técnica de Feira de Santana. De acordo com ele, ontem, um jovem foi assassinado em um bairro de Feira, às 13h, porém o corpo só foi retirado do local às 17h. Segundo o deputado, a demora se deu porque os dois rabecões que existem na cidade estão quebrados, e a polícia teve que pedir a uma empresa funerária para fazer a retirada do corpo. “Feira de Santana possui 600 mil habitantes, nós não podemos aceitar essa situação como se fosse uma coisa natural. A polícia técnica está desaparelhada e nós estamos falando da segunda maior cidade do estado. Isso é um absurdo!”, protestou. “Enquanto o governador está preocupado em alimentar picuinhas, os Prestadores de Serviço Temporário (PST) de Feira de Santana fizeram manifestação nesta quinta-feira (15), pela manhã, devido ao atraso no salário, que está prestes a completar quatro meses”, completa o deputado.
Borges (PR) para o Ministério dos Transportes. De acordo com um jornal de grande circulação nacional, a presidente Dilma desistiu de indicar Borges, após uma negação de Wagner. “O governador não tem força para segurar ministro, não tem força para indicar, mas tem força para vetar. É pensar muito pequeno. É por isso, que nós temos a república do chimarrão. Hoje oito integrantes do primeiro escalão da presidência são do Rio Grande do Sul, enquanto isso na Bahia o governador resolve vetar o nome de um baiano ao ministério”, critica. Geilson ainda aproveitou e ainda trouxe para o plenário a situação da polícia técnica de Feira de Santana. De acordo com ele, ontem, um jovem foi assassinado em um bairro de Feira, às 13h, porém o corpo só foi retirado do local às 17h. Segundo o deputado, a demora se deu porque os dois rabecões que existem na cidade estão quebrados, e a polícia teve que pedir a uma empresa funerária para fazer a retirada do corpo. “Feira de Santana possui 600 mil habitantes, nós não podemos aceitar essa situação como se fosse uma coisa natural. A polícia técnica está desaparelhada e nós estamos falando da segunda maior cidade do estado. Isso é um absurdo!”, protestou. “Enquanto o governador está preocupado em alimentar picuinhas, os Prestadores de Serviço Temporário (PST) de Feira de Santana fizeram manifestação nesta quinta-feira (15), pela manhã, devido ao atraso no salário, que está prestes a completar quatro meses”, completa o deputado.
Mesquinho em geral quer tudo para si; extravagantes são os que se comportam de modo esdrúxulo; pusilânime são que nascem com medo; sobretudo os que jamais tiveram nada e quando têm, nutrem este sentimento mesquinho, esdrúxulo e medroso!
ResponderExcluirÉ alguma novidade isso? JW ainda se comporta como aqueles garotinhos amarelos e sem educação da década de 80 e 90 que carregavam estrelinhas vermelhas na camiseta Hering. Nutre gana, despique e aversão a tudo e todos que não sejam do PT; e isso não é e jamais será política. Quem perde? A Bahia!
Simples assim!
O que é isso Wagner?
ResponderExcluirA Bahia perde um ministério atrás do outro e quando surge uma possibilidade de emplacar um ministro você veta?
Ate parece que por ser carioca, tem raiva dos baianos.
Amigo Val Cabral, é necessário que a sociedade fique atenta à movimentação dos parlamentares e prefeitos e avalie de forma criteriosa o trabalho de cada um. Os que não tiverem correspondido às expectativas do cidadão, devem ter seus nomes excluídos de uma vez por todas de qualquer intenção de voto do povo. José Carlos Bastos de Souza
ResponderExcluirPrezado amigo Val Cabral
ResponderExcluirSempre existiu roubalheira na política mas parece que nos últimos anos a roubalheira e impunidade estão aumentando.
Infelizmente a maioria entra na política para melhorar a sua vida e a da sua turminha; a minoria bem intencionada acaba entrando no jogo porque senão não consegue continuar.
Esses caras que deviam trabalhar para o povo acabam explorando o povo e ainda o povo reelege eles mais tarde, veja o caso do Geraldo Simões.
Para eles é uma beleza porque legislam em seu próprio favor e reajustam seus gordos salários, sem contar com as mordomias, quando bem entendem.
É... realmente lamentável, e assim caminha a humanidade...
Paulo do Pontalzinho
paupont@bol.com.br