Trief

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15 de março de 2012

BAHIA PERDE PRESTÍGIO NO GOVERNO FEDERAL

O deputado estadual Carlos Geilson (PTN) criticou o desprestígio da Bahia no governo federal, durante sessão plenária nesta segunda-feira (12). Afonso Florence foi a terceira representação baiana a ser cortada do governo Dilma. A Bahia já perdeu a presidência da Petrobrás, o Ministério da Integração Nacional, das Cidades e agora do Desenvolvimento Agrário. “Jaques Wagner viaja com a presidente Dilma e imaginamos: ‘aí vem coisa boa’, mas o que vem é demissão de ministros. E enquanto deveria defender os interesses do estado, o governador fica atrelado ao poder. Ele disse que não vai criar nenhuma dificuldade com a presidente por conta da queda dos ministros”, lamentou Geilson. De acordo com o deputado, enquanto a Bahia perde espaço estados como Pernambuco crescem no Nordeste. “O que temos hoje é apenas o Ministério da Promoção da Igualdade Racial, que na verdade está nas mãos de uma gaúcha que morou na Bahia, e que o governo não coloca como prioridade”, acrescentou. Para o deputado, é inexplicável a falta de prestígio da Bahia no governo Dilma e a conivência dos representantes políticos baianos da base governista, tanto a nível estadual quanto federal. “O Rio Grande do Sul hoje tem sete ministros e nós estamos nos contentando com o Ministério da Promoção da Igualdade Racial; é pensar muito pequeno”, pontuou.

3 comentários:

  1. O que fazer, se os políticos desta terra para nada de útil ao povo servem?

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  2. Amigo Val Cabral, é necessário que a sociedade fique atenta à movimentação dos parlamentares e prefeitos e avalie de forma criteriosa o trabalho de cada um. Os que não tiverem correspondido às expectativas do cidadão, devem ter seus nomes excluídos de uma vez por todas de qualquer intenção de voto do povo. José Carlos Bastos de Souza

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  3. Prezado amigo Val Cabral

    Sempre existiu roubalheira na política mas parece que nos últimos anos a roubalheira e impunidade estão aumentando.
    Infelizmente a maioria entra na política para melhorar a sua vida e a da sua turminha; a minoria bem intencionada acaba entrando no jogo porque senão não consegue continuar.
    Esses caras que deviam trabalhar para o povo acabam explorando o povo e ainda o povo reelege eles mais tarde, veja o caso do Geraldo Simões.
    Para eles é uma beleza porque legislam em seu próprio favor e reajustam seus gordos salários, sem contar com as mordomias, quando bem entendem.
    É... realmente lamentável, e assim caminha a humanidade...

    Paulo do Pontalzinho
    paupont@bol.com.br

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