O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocupou mais duas prefeituras na tarde de terça-feira, 10. Com isso já são sete prédios de administrações municipais invadidos para
pressionar prefeitos a sentar com as lideranças e discutir uma pauta para a área da Educação. As duas últimas cidades que tiveram as prefeituras ocupadas foram Rodelas e Santa Brígida, no nordeste da Bahia, próximas à cidade de Paulo Afonso. Já as prefeituras de Igrapiúna, Prado, Itabela e Camamu, todas no sul da Bahia, além de Queimadas, na região sisaleira, já amanheceram com centenas de integrantes do MST que portam suas tradicionais bandeiras vermelhas. O objetivo da organização é ocupar pelo menos dez prefeituras até a próxima semana. O MST se queixa do total descaso dos municípios em relação às escolas dos assentamentos que funcionariam em instalações precárias e com falta de equipamentos. “São escolas do nível fundamental que as prefeituras tem obrigação de manter inclusive porque recebem verbas do Ministério da Educação para isso”, declarou Márcio Matos, uma das principais lideranças do MST na Bahia. Essa “jornada” tem o objetivo de “pautar” as prefeituras nesse início de ano para que se organizem e ofereçam condições mínimas de funcionamento às escolas dos assentamentos. “Só vamos deixar os locais após os prefeitos e os secretários de educação nos receber”, avisou Matos. Outra forma de pressão que o MST baiano vem usando para conseguir o atendimento de reivindicações, a ocupação de escritórios regionais da Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba), deve continuar no Estado. O primeiro escritório foi ocupado terça, 9, na cidade de Vitória da Conquista. “Nós temos demandas como sistemas de abastecimento de água instalados em assentamentos pelo governo baiano que necessitam de energia elétrica para funcionar e a Coelba não instala”, reclamou o líder sem-terra para justificar as ocupações que segundo ele são “legítimas e instrumento de luta”. Semana passada, o deputado Valmir Assunção (PT-BA), líder histórico do MST da Bahia, eleito para a Câmara Federal em 2010, constatou que as ações do Movimento repercutem bem mais do que seus discursos no plenário da Casa que, na sua visão, não são ouvidos pelos colegas, pelo governo e pela sociedade.
pressionar prefeitos a sentar com as lideranças e discutir uma pauta para a área da Educação. As duas últimas cidades que tiveram as prefeituras ocupadas foram Rodelas e Santa Brígida, no nordeste da Bahia, próximas à cidade de Paulo Afonso. Já as prefeituras de Igrapiúna, Prado, Itabela e Camamu, todas no sul da Bahia, além de Queimadas, na região sisaleira, já amanheceram com centenas de integrantes do MST que portam suas tradicionais bandeiras vermelhas. O objetivo da organização é ocupar pelo menos dez prefeituras até a próxima semana. O MST se queixa do total descaso dos municípios em relação às escolas dos assentamentos que funcionariam em instalações precárias e com falta de equipamentos. “São escolas do nível fundamental que as prefeituras tem obrigação de manter inclusive porque recebem verbas do Ministério da Educação para isso”, declarou Márcio Matos, uma das principais lideranças do MST na Bahia. Essa “jornada” tem o objetivo de “pautar” as prefeituras nesse início de ano para que se organizem e ofereçam condições mínimas de funcionamento às escolas dos assentamentos. “Só vamos deixar os locais após os prefeitos e os secretários de educação nos receber”, avisou Matos. Outra forma de pressão que o MST baiano vem usando para conseguir o atendimento de reivindicações, a ocupação de escritórios regionais da Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba), deve continuar no Estado. O primeiro escritório foi ocupado terça, 9, na cidade de Vitória da Conquista. “Nós temos demandas como sistemas de abastecimento de água instalados em assentamentos pelo governo baiano que necessitam de energia elétrica para funcionar e a Coelba não instala”, reclamou o líder sem-terra para justificar as ocupações que segundo ele são “legítimas e instrumento de luta”. Semana passada, o deputado Valmir Assunção (PT-BA), líder histórico do MST da Bahia, eleito para a Câmara Federal em 2010, constatou que as ações do Movimento repercutem bem mais do que seus discursos no plenário da Casa que, na sua visão, não são ouvidos pelos colegas, pelo governo e pela sociedade.
Val Cabral, eles dizem que querem garantir suas terras, mas o que eles estão fazendo é roubar, saquear, e destruir outras propriedades.
ResponderExcluirAgora eles invadem as prefeituras... depois vão querer invadir sua casa. Você trabalha a vida toda pra comprar uma casa.Depois bandidos a invadem,tiram vc e sua família de lá sob ameaças inclusive de tocar fogo em vcs,te expusam da sua residencia e te deixam na rua.Ahh,e não adianta pedir ajuda á polícia não porque eles tem o respaldo da lei.
ResponderExcluirLuiz Alberto Barreto da Silva
O MST é um grupo de pessoas que roubam terras alheias para posteriormente revende-las aos antigos donos e depois vão atrás de outras terras, tudo com respaldo do governo.
ResponderExcluirGuilherme Bastos de Lima
O coordenador do MST afirmou que as invasões são uma forma de os sem-terra pressionarem pela efetivação da reforma agrária na região cacaueira!
ResponderExcluirLourival Batista de Souza
Esse pessoal do mst merece umas borrachadas isso sim!!!!
ResponderExcluirEles estão se multiplicando, crescendo exponencialmente a cada ano!!!
Isso por que recebem ajuda do governo, são defendidos por lei mas a maioria, abandonou muita coisa que tinha pra viver nas tetas do governo...
Conheço até muita gente que entra no MST só pra ganhar a mensalidade da faculdade... que o governo paga... quer dizer. governo uma pinoia.. é a gente que paga... mal consigo pagar a minha e ainda tenho que pagar as dos outros...
se esse pessoal gastasse tanta energia assim pra trabalhar... ja estaria em uma situação bem melhor...
Não há a menor dúvida de que quem comanda o MST não se trata de criminosos comuns - que deveriam estar presos. Trata-se de terroristas. Flávio Lopes
ResponderExcluirEnquanto o PT estiver mandando, veremos a impunidade campear no nosso País, pricipalmente se os criminosos forem "companheiros". O que podemos esperar de um governo que afirma que o Hugo chaves é um democrata, que
ResponderExcluirvive bajulando Fidel, e dá apoio explicito aos baderneiros do MST? Amigo, depende de nós, mudarmos este estado de coisas, através do nosso voto, nas próximas eleições para prefeito e vereador.
Alguns líderes do MST, são terroristas mesmo. Não soltam bombas, mas invadem propriedade alheia. Não usam aviões(ainda bem), mas possuem armamentos militares...e ainda manipulam os seus seguidores. E nenhuma autoridade Federal toma providência contra isso.!!! Robson Barreto
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