A prefeita de Brasileia (AC), Leila Galvão (PT), teme que até a publicação da decisão de fechar as fronteiras para os haitianos ocorra uma nova entrada massiva de estrangeiros no país.
A prefeita, assim como o secretário de Justiça e Direitos Humanos do Acre, Nilson Mourão, e o governo do Amazonas viram como positiva a medida anunciada pelo governo federal. Brasileia é uma das cidades de fronteira que foram invadidas por haitianos no fim de 2011, depois que rumores sobre a possibilidade de o Brasil fechar a fronteira se espalharam entre os estrangeiros. Apenas nos três últimos dias do ano, cerca de 500 haitianos entraram na cidade.
A prefeita, assim como o secretário de Justiça e Direitos Humanos do Acre, Nilson Mourão, e o governo do Amazonas viram como positiva a medida anunciada pelo governo federal. Brasileia é uma das cidades de fronteira que foram invadidas por haitianos no fim de 2011, depois que rumores sobre a possibilidade de o Brasil fechar a fronteira se espalharam entre os estrangeiros. Apenas nos três últimos dias do ano, cerca de 500 haitianos entraram na cidade.
Sou contra a imigração haitiana, pois, é ilegal e feita for CORTES sem brio e desonesta. O povo do Haiti tem que arrumar o Haiti. Arrumar aquilo tudo. As Nações Unidas deveria invadir e organizar aquilo.
ResponderExcluirGuilherme Santos
A imigração é um processo em cadeia: imigrantes são atraídos pra regiões onde já existam compatriotas. É por isso que imigrantes brasileiros nos EUA se concentram na Nova Inglaterra e na Flórida, por exemplo. Os imigrantes qualificados trazem muito mais parentes não-qualificados, e, de qualquer forma, emprego que tá sobrando é de engenheiro, técnico em informática e afins, não de pedreiro e encanador. Sandro Vieira Fontes
ResponderExcluirO Brasil não tem suficientes condições de atender a toda esta demanda, de forma que os haitianos correm o risco de engrossar as fileiras (já bem inchadas) da favelização, subemprego e violência, já que não há garantia absoluta de trabalho para todas essas pessoas.
ResponderExcluirJoselito Brito
Com o crescimento avassalador do Brasil,as classes que executavam os serviços mais humildes (exemplo:gari) ascenderam e vivem como nababos.Com isso,há extrema necessidade de que esses serviços sejam supridos por outros:os haitianos vieram,pois,a calhar. Wilson Magalhães
ResponderExcluirO povo haitiano é o mais atrasado do mundo. Batem até o afegãos. Estão na idade da pedra, matam-se alegremente por qualquer coisa. Quanta estupidez... Flávio Lopes
ResponderExcluirAcorda, gente! Ninguém lucra mais com essa questão que o próprio Brasil! São pessoas que já chegam prontas para trabalhar (e dispostas a isso!), a maioria delas com uma qualificação, e o Brasil, que não sabe investir em educação e qualificação, não gasta um centavo. Deixem o racismo e a arrogância de lado. O nosso país é uma m, e temos que dar graças aos céus porque gente de um país mais m que o nosso ainda quer vir para cá!
ResponderExcluirOsvaldo Araújo