No ano de 1993, presidiários do sistema penitenciário paulista criaram o Primeiro Comando da Capital – PCC, citado por eles apenas como “o partido”, que surgiu para ser
instrumento de reivindicações para melhores condições no cárcere daquele Estado. O “partido” evoluiu e passou a dominar todos os presídios paulistas, a ponto de comandar rebeliões simultâneas e criar, fora deles, organizada rede criminosa responsável pela segurança dos familiares dos encarcerados e busca de recursos por meio do tráfico de drogas e assaltos. Como toda organização, criou seu próprio estatuto, cumprido com rigor por seus filiados. O PCC mudou a relação entre presos e governantes, com emprego de técnicas de terrorismo espalhando o pânico com ataques e ameaças. Como se não bastassem as repetidas rebeliões nos presídios, com cenas de presos ou funcionários sendo assassinados e jogados das muralhas sob os olhares assustados de familiares e gestores, levadas ao noticiário nacional, “o partido” resolveu matar autoridades e agentes que contrariavam seus interesses. Em maio de 2006, o PCC aterrorizou São Paulo com a explosão de rebeliões em todos os presídios paulistas, em protesto contra a transferência de seus chefes para unidade prisional de segurança máxima. Por meio do salve geral, forma de comunicação do PCC com o ambiente externo, foram comandados vários ataques às bases policiais militares, delegacias de polícia, unidades da guarda municipal, comércio, bancos, metrô, ônibus, escolas e universidades; uma guerra que resultou na morte de 44 policiais e 110 suspeitos de ligação com o “partido”. Com seu poder de articulação e letalidade, o PCC tomou conta das prisões do País. Em São Paulo, além dos ataques constatados, o PCC espalhou pânico propagando falsas ameaças de bombas em aeroportos, estações de metrô e órgãos públicos. Será que nossas autoridades aprenderam como lidar com “partidos” de criminosos, com este histórico? O tempo dirá se sim, ou não!
instrumento de reivindicações para melhores condições no cárcere daquele Estado. O “partido” evoluiu e passou a dominar todos os presídios paulistas, a ponto de comandar rebeliões simultâneas e criar, fora deles, organizada rede criminosa responsável pela segurança dos familiares dos encarcerados e busca de recursos por meio do tráfico de drogas e assaltos. Como toda organização, criou seu próprio estatuto, cumprido com rigor por seus filiados. O PCC mudou a relação entre presos e governantes, com emprego de técnicas de terrorismo espalhando o pânico com ataques e ameaças. Como se não bastassem as repetidas rebeliões nos presídios, com cenas de presos ou funcionários sendo assassinados e jogados das muralhas sob os olhares assustados de familiares e gestores, levadas ao noticiário nacional, “o partido” resolveu matar autoridades e agentes que contrariavam seus interesses. Em maio de 2006, o PCC aterrorizou São Paulo com a explosão de rebeliões em todos os presídios paulistas, em protesto contra a transferência de seus chefes para unidade prisional de segurança máxima. Por meio do salve geral, forma de comunicação do PCC com o ambiente externo, foram comandados vários ataques às bases policiais militares, delegacias de polícia, unidades da guarda municipal, comércio, bancos, metrô, ônibus, escolas e universidades; uma guerra que resultou na morte de 44 policiais e 110 suspeitos de ligação com o “partido”. Com seu poder de articulação e letalidade, o PCC tomou conta das prisões do País. Em São Paulo, além dos ataques constatados, o PCC espalhou pânico propagando falsas ameaças de bombas em aeroportos, estações de metrô e órgãos públicos. Será que nossas autoridades aprenderam como lidar com “partidos” de criminosos, com este histórico? O tempo dirá se sim, ou não!
Talvez quando acontecer um crime grave com os filhos de algum político, talvez possam investir mais recursos em armas e equipamentos para a polícia e se acelerar uma reforma judiciária. No mais, cabe à nós somente rezar para nada de mal acontecer conosco ou com nossos familiares. - Paulo Sérgio Tavares dos Santos
ResponderExcluirO Brasil está um horror, têm países mais pobres no mundo e olha que nem tem tanta corrupção igual no nosso país.
ResponderExcluirEsses políticos corruptos roubam e não acontecem nada com os mesmos.
Bandidos cometem crimes e passa um tempinho eles já estão nas ruas fazendo a mesma coisa, ou pior.
Eu sou a favor da pena de morte.
Isto que falta no brasil.
Antes os bandidos escondiam o rosto para não serem identificados, agora a impunidade tomou conta e além de não esconderem o rosto, ainda marcam os locais que aparecerão rindo de sua impunidade e das autoridades que são obrigadas a trabalhar com essas leis.
ResponderExcluirOs Trabucos que eles usam, não chegam nem perto do que os bandidos usam. A propósito, foram treinados onde mesmo?
ResponderExcluirFlávio Lopes
Uma polícia mal armada, mal paga, sem reciclagem e com muitos elementos corruptos, sem comando, com a lei contra o poder de polícia, este por sinal nem existe mais, não tem a mínima condição de enfrentar marginais organizados em nenhum estado da Federação. Mas na Bahia a situação é muito mais grave! Wilson Monteiro
ResponderExcluirDIZEM QUE A POLÍCIA É MAIS COMPETENTE QUE QUALQUER QUADRILHA ORGANIZADA... QUE ADIANTA COMPETÊNCIA SEM EQUIPAMENTO?
ResponderExcluirROBSON BASTOS
O grau de desgoverno na Bahia já atingiu infelizmente, o nível do descontrole, com riscos sociais gravíssimos. Todos nós somos alvo!O fato é que grandes tubarões estão envolvidos nessa trama mafiosa. Para se resolver esse problema minimamente e desarticular tamanho absurdo, será preciso um serviço secreto atuando com estratégias rigorosamente bem cuidadas. A questão é que eles estão infiltrados em toda parte e mesmo que o governo tivesse vontade política para tal, ainda correríamos o risco de ter entre suas fileiras um dos tubarões para abortar o plano ou desviar as ações lamentavelmente.
ResponderExcluirSe a Policia não fosse corrupta como já sabemos ela teria muita competência para eliminar não só os bandidos da Bahia, mais ela teria competência para eliminar ou pelo menos amenizar muito ou quem sabe acabar com os bandidos no Brasil e principalmente no Rio-São Paulo. Benedito
ResponderExcluirAs policias do Brasil jamais trabalhariam em prol do povo, pois mesmo que ganhassem 20.000,00 vinte mil reais, estariam se corrompendo, pois o problema não é falta de dinheiro ou equipamento, e sim falta de CARATER, algo que se não for introjetado na fase de sua formação como ser humano, não tem como ser reparado; assim como patriotismo também, para que serve as forças armadas se não são usadas devidamente, os militares são robotizados para manter-se na inércia, enquanto seus "patriotas" sofrem todo o tipo de maldade nas mãos de politicos corruptos, marginais assassinos que não pagam impostos e sim propina, propina essa que vai no futuro tirar a vida deles, de seus familiares, e seus "patriotas"; isso chama-se anti-patriotismo em um País em que a única guerra que enfrentamos atualmente é a violencia institucionalizada por aqueles que são pagos pelos nossos impostos e deveriam nos proteger e lutar por nós; "policia para quem precisa de policia", "BANDIDO BOM É BANDIDO MORTO E ENTERRADO NA VERTICAL PARA NÃO OCUPAR ESPAÇO". Você colocaria um marginal para tomar conta de sua casa e de sua família? Será que o militarismo esta formando maricas, froxos e corruptos? Se os colegas, Pais de familia, trabalhadores e militares da ativa e reformados se unirem da tempo de mudar essa titica em que vivemos, acendendo uma vela para cada vagabundo desses, fazendo um trabalho cirurgico.
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