Os condutores de Itabuna, especialmente os proprietários de automóveis, continuam reclamando da falta de espaço de estacionamento no centro
da cidade. Diante da limitação de vagas, alguns acabam parando os veículos em locais proibidos, o que complica ainda mais a situação deles quando o agente de trânsito aparece para multar. A disputa por espaço, somada ao estresse diário do trânsito e às altas taxas do IPVA, seguro obrigatório e licenciamento dos veículos, gera a sensação de impotência que aborrece até os mais serenos. A necessidade de melhorias no setor é assunto permanente entre os motoristas, que também reclamam do fato de não ter para quem reclamar. Todos aprovam as iniciativas que o município vem desenvolvendo no sentido de reorganizar e facilitar o fluxo, mas também apontam que ainda falta muito a ser feito para garantir maior comodidade e segurança no setor. Os mais queixosos tentam sensibilizar o poder público apontando o alto custo dos impostos, da gasolina, do abuso e exploração dos “flanelinhas” e sobretudo, falta da “Zona Azul”.
o meu deus com tanto carros e pucos lugares
ResponderExcluirSimples, ande de bicicleta.. assim quero ver eles quererem lavar os seus vidros... agora se estiver usando óculos, aí a coisa muda...
ResponderExcluirCuidado. Reprimir flanelinhas pode ser perigoso.
ResponderExcluirO melhor é sempre dar umas moedinhas, por menor que seja a quantia e ainda por cima sorrir, pq se fizer isso ninguem vai fazer nada, mas se for grosso e mal educado eles marcam a sua placa e da próxima vez vc terá uma surpresa.
Cuidado. Seja "politicamente" correto e sem confusão.
, eu vou andar de bicleta agora , o problema é um motorista me atropelar do jeito que esse povo é mal educado '
ResponderExcluirQue tem poderes para fazer algo são justamente os que se omitem: autoridade pública.
ResponderExcluirEles são pessoas como eu e vc, que optam por um trabalho muitas vezes ilegal e que no fim acaba por ser uma exploração.
Quem explora ou intima os outros é passível de punição, certo?
País sem autoridade dá nisso.