Prefeitura Itabuna

2 de outubro de 2011

MULHERES FUMANTES SOFREM MAIS COM DORES CRÔNICAS

Segundo estudo da University of Kentucky, nos Estados Unidos, mulheres que fumam muito têm mais dores crônicas nos músculos e ossos. Entre as síndromes frequentes nessas mulheres, encontra-se fibromialgia, ciática (dor na perna por conta do nervo ciático), dor de garganta crônica, dores crônicas nas costas, dor nas articulações, dor de cabeça crônica, problemas de nervos e dor por todo o corpo. As conclusões vieram da análise de mais de 60 mil mulheres de 18 a 89 anos, que fazem parte do banco de dados Kentucky Women’s Health Registry. Elas foram perguntadas sobre seus hábitos em relação ao cigarro e dores insistentes. Os resultados mostraram que mulheres que fumam, ou que já fumaram, têm maiores chances de sofrerem de dores crônicas comparadas àquelas que não fumam. Ex-fumantes mostraram um aumento de 20% nas dores, fumantes ocasionais sofrem 68% mais dores, e, entre aquelas que acendem o cigarro diariamente, as dores passam do dobro - 104%. Para os pesquisadores, isso acontece devido a um mecanismo de proteção do corpo. É como se dores agudas fossem uma resposta do organismo ao fumo e, quando ele persiste, as dores acabam se tornando crônicas. Tabagismo é doença – O tabagismo é doença e precisa de tratamento. No Brasil, o número de pessoas que sofrem com esse problema representa 22% da população. No mundo, estima-se que mais de um bilhão de pessoas fumem. O fato é que o vício, apesar de não ter restrições legais, está por trás de muitos casos de infarto, derrame, enfisema de pulmão e tumores. Com apenas quatro cigarros por dia, seu risco de ter um infarto já dispara e diminuir essa quantidade não refresca a situação. Metade dos fumantes vai morrer em decorrência do vício, o que significa 3,5 milhões de mortes no mundo a cada ano ou cerca de dez mil por dia. O problema é que as doenças relacionadas ao cigarro podem demorar mais de 20 anos para se manifestar, explicando, em parte, por que muitos fumantes simplesmente não querem parar. Eles têm a falsa ilusão de que se trata de um problema futuro. Ledo engano: a cada tragada, o organismo já sente as consequências das mais de quatro mil substâncias tóxicas que o cigarro tem, e parar, depois de tantos anos, é uma tarefa muito difícil.

Um comentário:

  1. Nada é mais ridículo numa mulher, que um cigarro na boca e nada fede mais que o cheirnela. Nivaldo Brandão

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