Em conversa com o Bahia Notícias, o governador Jaques Wagner (PT) opinou sobre o atual impasse na criação de um imposto voltado para o financ
iamento da saúde pública no país. Durante visita a Morro de São Paulo, nesta terça-feira (6), ele taxou a articulação que derrubou a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) como um “equívoco”, e falou que todos sabiam que sua extinção faria o país entrar em um processo de “sub-financiamento da saúde”. O governador admitiu sua defesa pela criação da Contribuição Social para Saúde (CSS), uma espécie de nova CPMF, e justificou ao dar o exemplo de que o financiamento per capita da saúde no país é atualmente menor do que na Argentina e no Chile. "A CSS injetaria uma ordem de R$ 30 bilhões na saúde. E funcionaria como foi a CPMF, mas com cobranças entre 0,25% a 0,26% sobre as movimentações financeiras [a CPMF tributava 0,38%]”, destacou. A respeito de uma segunda hipótese de taxação discutida no Congresso, que diz respeito a uma tributação sobre a venda de bebidas alcoólicas e cigarro, JW considerou-a menos justa, por tributar igualmente classes sociais distintas. “Se eu mandar aumentar o imposto sobre bebida e cigarro, todo mundo paga igual. O imposto indireto é injusto, porque paga o peão e o barão. [...] Em um país com tanta injustiça social, a melhor forma de fazer bem gerido é ter imposto que faça equilíbrio social”, pontuou. (Rafael Rodrigues/Felipe Campos).
iamento da saúde pública no país. Durante visita a Morro de São Paulo, nesta terça-feira (6), ele taxou a articulação que derrubou a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) como um “equívoco”, e falou que todos sabiam que sua extinção faria o país entrar em um processo de “sub-financiamento da saúde”. O governador admitiu sua defesa pela criação da Contribuição Social para Saúde (CSS), uma espécie de nova CPMF, e justificou ao dar o exemplo de que o financiamento per capita da saúde no país é atualmente menor do que na Argentina e no Chile. "A CSS injetaria uma ordem de R$ 30 bilhões na saúde. E funcionaria como foi a CPMF, mas com cobranças entre 0,25% a 0,26% sobre as movimentações financeiras [a CPMF tributava 0,38%]”, destacou. A respeito de uma segunda hipótese de taxação discutida no Congresso, que diz respeito a uma tributação sobre a venda de bebidas alcoólicas e cigarro, JW considerou-a menos justa, por tributar igualmente classes sociais distintas. “Se eu mandar aumentar o imposto sobre bebida e cigarro, todo mundo paga igual. O imposto indireto é injusto, porque paga o peão e o barão. [...] Em um país com tanta injustiça social, a melhor forma de fazer bem gerido é ter imposto que faça equilíbrio social”, pontuou. (Rafael Rodrigues/Felipe Campos).
Enquanto não se faz a Reforma Tributária, uma CPMF que incidisse, por exemplo, apenas sobre movimentações superiores a $5.000,00 serviria para minimizar a grande desigualdade de tratamento tributário entre os brasileiros. Diferente de muitos países desenvolvidos onde a tributação é progressiva, no Brasil, paga proporcionalmente mais imposto, quem ganha menos! Enquanto isso, aqueles que movimentam fortunas e têm rendas altíssimas, além de pagar pouco, ainda conhecem todos os truques para sonegar e ainda receber restituição! Quem é contra a CPMF apenas repetindo como papagaio aquilo que os ricos e os especuladores colocam na mídia como matéria paga, deveria se informar melhor,consultando outras fontes mais idôneas e confiáveis!
ResponderExcluirNossos ilustres politicos parecem viver em outro universo ou não se informam: No Egito a força dum povo derrubou um governo;
ResponderExcluiraqui nossos impostores (aquele que faz imposto no bom sentido!) querem onerar mais o bolso do brasileiro; porque não enxugam suas maquinas administrativas, acabem com a corrupção em todos os niveis, melhorem o saneamento basico e a alimentação da população, consequentemente reduzindo o indice de doenças e onerando menos o sistema publico de saude!
Sabemos (Dr. Jatene que o diga!) que esse imposto raramente ira para a finalidade que se destina!
Claro que eles defendem. Quem vai pagar a taxa é o Sudeste e não o Nordeste.
ResponderExcluirQuero ver eles apoiarem uma forma de cada estado receber uma parcela equivalente ao que arrecada.
Ai eu quero ver..
Bando de safados…
Simples. Bastam cobrar a cpmf apenas de petistas, eles nao vao se incomodar de contribuir com seu amado PT.
ResponderExcluirSe os governadores e demais governantes reduzirem em 10% a má aplicação e o desvio do dinheiro público, os brasileiros poderão ter a melhor assistência à saúde do mundo. Ajudaria a cobrança de 10% dos vencimentos de todos os governadores, prefeitos, senadores, deputados, vereadores e presidente da república.
ResponderExcluirAntes da eleição todos mentem para enganar o povo e depois de eleitos, o povo que se dane, que se lixe, que se exploda, porque até as próximas eleições o povo já esquceu a traição, as mentiras, as promessas não cumpridas. Ao invés de reduzir o cabide de empregos, combater a corrupção, querem criar impostos para roubar dinheiro do povo. O boicote as eleições é a única arma contra a corrupção.
ResponderExcluirÉ claro que querem mais dinheiro para financiar corrupção aposentadorias clientelistas sem nunca ter contribuído para isto (vejam os projetos no congresso para beneficiar alguns com aposentadoria integral, enqualnto os celetistas permanecem com o mínimo e muitos outros desvios.
ResponderExcluirGovernador a favor de criaçào de impostos, principalmente a favor da recriaçào da cpmf, é governador contra o povo de seu Estado. Chega de impostos! Essa corja petista está tirando pão da boca dos famintos que eles dizem não existir.
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