O investigador Domingos Ramos Soares, 55 anos, lotado na Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR), assassinado na madrugada desta segunda-feira (13), foi enterrado no final
da tarde, no cemitério Campo Santo. Domingos foi morto por um sargento da Polícia Militar após uma discussão durante a madrugada desta segunda-feira (12), nas proximidades da sede da Superintendência de Trânsito e Transporte do Salvador (Transalvador). O sargento Carlos Alberto Souza dos Santos, lotado no Grupamento Aéreo da Polícia Militar (Graer), disparou duas vezes contra o policial civil durante uma discussão. O PM teria efetuado ainda quatro tiros no carro do policiail civil. O motivo da discussão ainda não foi totalmente esclarecido, mas agentes do Hospital Geral do Estado (HGE) informaram que o PM prestava serviços na Transalvador quando o policial civil foi registrar uma ocorrência depois de se envolver em uma colisão de trânsito - o serviço só funciona até a meia-noite e, por isso, teria começado a briga. A vítima chegou a ser socorrida para o Hospital Geral do Estado (HGE), onde deu entrada com dados ignorados de madrugada, mas morreu poucos minutos depois de chegar à unidade médica. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) divulgou uma nota na tarde desta segunda (12) informando que a Corregedoria da Polícia Militar e o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil estão apurando as circunstâncias da discussão que provocou a morte do investigador. O sargento Carlos Alberto foi ouvido na Corregedoria e depois preso em flagrante.
da tarde, no cemitério Campo Santo. Domingos foi morto por um sargento da Polícia Militar após uma discussão durante a madrugada desta segunda-feira (12), nas proximidades da sede da Superintendência de Trânsito e Transporte do Salvador (Transalvador). O sargento Carlos Alberto Souza dos Santos, lotado no Grupamento Aéreo da Polícia Militar (Graer), disparou duas vezes contra o policial civil durante uma discussão. O PM teria efetuado ainda quatro tiros no carro do policiail civil. O motivo da discussão ainda não foi totalmente esclarecido, mas agentes do Hospital Geral do Estado (HGE) informaram que o PM prestava serviços na Transalvador quando o policial civil foi registrar uma ocorrência depois de se envolver em uma colisão de trânsito - o serviço só funciona até a meia-noite e, por isso, teria começado a briga. A vítima chegou a ser socorrida para o Hospital Geral do Estado (HGE), onde deu entrada com dados ignorados de madrugada, mas morreu poucos minutos depois de chegar à unidade médica. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) divulgou uma nota na tarde desta segunda (12) informando que a Corregedoria da Polícia Militar e o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil estão apurando as circunstâncias da discussão que provocou a morte do investigador. O sargento Carlos Alberto foi ouvido na Corregedoria e depois preso em flagrante.
É preciso acabar com a GUERRA em os PMs e a Civil. Isso é não pode ser tolerado!!! Não é mais um FATO ISOLADO. Em 2009 um policial foi assassinado por outro, e tantos outos crimes essa coisa já é CULTURAL Acredito que devemos ACABAR de uma vez por todas com a PM e a CIVIL e simplesmente criar a POLICIA BAHIA.
ResponderExcluirEduardo Lopes
A BAHIA TÁ JOGADA AOS LEÕES...
ResponderExcluirNUNES