Face ao imenso e multiforme drama humano desencadeado pelo ataque terrorista ao World Trade Center, foi iniciada logo após
o acontecimento uma intensa busca de relatos pessoais, sobre como cada um conseguiu escapar durante a tragédia do dia 11 de setembro de 2001. Após explosão ocorrida em 1993, as Torres Gêmeas haviam sido equipadas com 125 cadeiras de rodas especiais de evacuação, conhecidas como EVAC CHAIRS, ou Emmergency Wheelchairs, de acordo com seus fabricantes ingleses ou norte-americanos. Segundo relatos oficiais, foram elas que tornaram possível, dentro do World Trade Center, o salvamento pelas escadas, dos poucos trabalhadores com deficiência (ou com ferimentos ocasionados na ocasião) que delas necessitaram, abandonando no local de trabalho suas cadeiras de rodas originais. Através de relatos, de PcD que trabalhavam nas duas torres (seguramente mais de 100), apenas 27 relataram sua escapada do World Trade Center. Delas, 2 eram cegas, três tinham deficiência auditiva, três usavam cadeiras de rodas e 19 tinham outros tipos de deficiências ou dificuldades físicas. O que aconteceu com tantas outras pessoas que lá trabalhavam? Por que tantos usuários de cadeiras de rodas morreram no dia 11 de setembro?” O artigo circulante começa com esta declaração: “Por ora temos ouvido as histórias – pelo menos dois empregados em cadeiras de rodas foram levados para lugar seguro por corajosos ajudantes – mas ninguém quer falar a respeito daqueles usuários de cadeiras de rodas que pereceram nas escadarias enquanto esperavam ser resgatados.” (Ângela Góes).
o acontecimento uma intensa busca de relatos pessoais, sobre como cada um conseguiu escapar durante a tragédia do dia 11 de setembro de 2001. Após explosão ocorrida em 1993, as Torres Gêmeas haviam sido equipadas com 125 cadeiras de rodas especiais de evacuação, conhecidas como EVAC CHAIRS, ou Emmergency Wheelchairs, de acordo com seus fabricantes ingleses ou norte-americanos. Segundo relatos oficiais, foram elas que tornaram possível, dentro do World Trade Center, o salvamento pelas escadas, dos poucos trabalhadores com deficiência (ou com ferimentos ocasionados na ocasião) que delas necessitaram, abandonando no local de trabalho suas cadeiras de rodas originais. Através de relatos, de PcD que trabalhavam nas duas torres (seguramente mais de 100), apenas 27 relataram sua escapada do World Trade Center. Delas, 2 eram cegas, três tinham deficiência auditiva, três usavam cadeiras de rodas e 19 tinham outros tipos de deficiências ou dificuldades físicas. O que aconteceu com tantas outras pessoas que lá trabalhavam? Por que tantos usuários de cadeiras de rodas morreram no dia 11 de setembro?” O artigo circulante começa com esta declaração: “Por ora temos ouvido as histórias – pelo menos dois empregados em cadeiras de rodas foram levados para lugar seguro por corajosos ajudantes – mas ninguém quer falar a respeito daqueles usuários de cadeiras de rodas que pereceram nas escadarias enquanto esperavam ser resgatados.” (Ângela Góes).
Val Cabral
ResponderExcluirQuando é da vontade de Deus, nada impedirá!
Muitos foram salvos, pela misericórdia de Deus... e outros simplesmente morreram, porque Deus os quiz em seu Reinado, para uma existência mais próxima da perfeição.
Josué Batista
LINDAS HISTÓRIAS DE SUPERAÇÃO. A ÂNGELA GÓES É UMA PESSOA QUE SABE COMO EXPRESSAR O QUANTO A VIDA É BOA PARA QUEM SABE VIVER ELA, SEM RESSENTIMENTOS EM DECORRÊNCIA DE QUALQUER TIPO DE DEFICIÊNCIA! KLEBER BARRETO
ResponderExcluirParabéns Ângela por esta postagem. Juro que não sabia disso e gostei de me informar que esta tragédia contou com heróis anônimos, que ajudaram a diminuir o impacto do terror.
ResponderExcluirEm termos de Brasil, é fundamental que saiamos das cômodas posições “em tese” para aquelas de real efetividade. Edifícios de todas as cidades do mundo precisam ser equipados com esses tipos de cadeiras de rodas de emergência (EVAC CHAIRS, ou similares, fabricadas que são por diversas empresas), face à sua versatilidade comprovada. Como estamos no Brasil a esse respeito?
ResponderExcluirANGELA
Em termos de Brasil, é fundamental que saiamos das cômodas posições “em tese” para aquelas de real efetividade. Edifícios de todas as cidades do mundo precisam ser equipados com esses tipos de cadeiras de rodas de emergência (EVAC CHAIRS, ou similares, fabricadas que são por diversas empresas), face à sua versatilidade comprovada. Como estamos no Brasil a esse respeito?
ResponderExcluirAngela