A sessão da última quarta-feira, na Câmara dos Deputados poderia ter dado o bom exemplo de q
ue não se coaduna com esse tipo de postura. Lamentavelmente, os 166 votos favoráveis à cassação da deputada federal Jaqueline Roriz não foram suficientes para afastá-la do Parlamento Federal. Jaqueline Roriz foi flagrada, em 2006, recebendo propina do escândalo que afastou o então governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda. A repercussão da decisão da Câmara dos Deputados foi esperada, a população indignou-se em ver mais um caso de corrupção ficar na impunidade. E o que considero mais grave é que, nesses e em muitos outros casos, a votação é feita de maneira secreta, preservando-se a identidade dos que votaram contra a cassação. Por isso trago de volta um assunto que vez em quando é levantado nos parlamentos brasileiros: o fim da votação secreta em todos os casos que envolvam cassação de parlamentar, escolha de membros de Tribunais de Contas e nas eleições das mesas diretoras. Vivemos em uma democracia representativa, onde os parlamentares eleitos devem se pautar pela vontade de seus eleitores e a eles prestar contas de suas ações e decisões durante o exercício do mandato. Muitos dos que votaram, secretamente, contra a cassação, certamente não terão coragem de assim de posicionar diante de seus eleitores e vão acabar protegidos sob o manto do voto secreto. Portanto, defendo que a transparência precisa ser o condutor principal nesse processo de representatividade. Com a ampliação dos mecanismos de controle social dos parlamentos, quem enfrenta o desafio de ingressar no Legislativo deve cada vez mais estar antenado com a população que o elege.
ue não se coaduna com esse tipo de postura. Lamentavelmente, os 166 votos favoráveis à cassação da deputada federal Jaqueline Roriz não foram suficientes para afastá-la do Parlamento Federal. Jaqueline Roriz foi flagrada, em 2006, recebendo propina do escândalo que afastou o então governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda. A repercussão da decisão da Câmara dos Deputados foi esperada, a população indignou-se em ver mais um caso de corrupção ficar na impunidade. E o que considero mais grave é que, nesses e em muitos outros casos, a votação é feita de maneira secreta, preservando-se a identidade dos que votaram contra a cassação. Por isso trago de volta um assunto que vez em quando é levantado nos parlamentos brasileiros: o fim da votação secreta em todos os casos que envolvam cassação de parlamentar, escolha de membros de Tribunais de Contas e nas eleições das mesas diretoras. Vivemos em uma democracia representativa, onde os parlamentares eleitos devem se pautar pela vontade de seus eleitores e a eles prestar contas de suas ações e decisões durante o exercício do mandato. Muitos dos que votaram, secretamente, contra a cassação, certamente não terão coragem de assim de posicionar diante de seus eleitores e vão acabar protegidos sob o manto do voto secreto. Portanto, defendo que a transparência precisa ser o condutor principal nesse processo de representatividade. Com a ampliação dos mecanismos de controle social dos parlamentos, quem enfrenta o desafio de ingressar no Legislativo deve cada vez mais estar antenado com a população que o elege.
Val Cabral, devemos votar conscientemente. O voto nulo ajuda apenas a manter essa corja que mancha o nome do Congresso no poder.
ResponderExcluirGutemberg Matos
Essa ventagem dos politicos, deveria chamar impunidade parlamentar. Flávio Lopes
ResponderExcluirOlá Val Cabral, pra mim politico corrupto merecia ser enforcado em praça pública. Wilson Monteiro
ResponderExcluirRevoltante, parece que nunca vamos conseguir limpar no nosso congresso. Por que não aparece nenhum revoltado atirando no congresso ou quadrilhas que assaltam casas desses politicos?
ResponderExcluirDá vontade de largar meu emprego e entrar no crime contra esses pilantras!
Antonio Soares
Só tem ladrão neste congresso... é inacreditável. ALÔ MEU POVO! Votaram neles? AGORA AGUENTEM!
ResponderExcluirSissi