O Ministério da Fazenda informou nesta terça-feira (6) que o governo decidiu implementar so
mente no início de 2012 o aumento do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre os cigarros. Até o momento, a informação era de que o tributo seria elevado em dezembro deste ano, o que aumentaria o preço do produto em cerca de 20%. Segundo o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, o adiamento atende a um pedido dos fabricantes. De acordo com ele, o setor tabagista pediu um prazo maior porque, além do aumento do IPI, o governo também está mudando o formato de tributação do setor. "Como essa é uma mudanca importante, que implica as firmas revisarem suas decisões de produção, de investimento, de marketing, foi pedido por parte do setor que a gente colocasse essa medida em 2012, e não agora já em dezembro. Estamos vendo ainda janeiro ou fevereiro de 2012 [para começar com o novo modelo e com o aumento do IPI]. O decreto sairá nos próximos dias esclarecendo isso", declarou Barbosa a jornalistas. CRONOGRAMA ORIGINAL - Pelo cronograma original da Receita Federal, anunciado no mês passado, a tributação sobre os cigarros continuará crescendo no futuro, com alíquotas maiores do IPI no início de cada ano. No começo de 2015, o preço médio dos cigarros, caso os reajustes do imposto sejam repassados pelos fabricantes, estará 55% maior, informou a Receita Federal. Além de aumentar o tributo, o governo também anunciou, em agosto, que haverá um preço mínimo no varejo, que até o fim de 2012, deveria ficar em R$ 3 por maço, chegando a R$ 4,50 em 2015. IMPACTO NO PREÇO - Os preços dos cigarros são livres no mercado brasileiro. Deste modo, caberá a cada empresa determinar se o aumento da tributação será repassado aos consumidores, o momento e em que proporção. Geralmente, a elevação dos tributos é repassada pelas empresas para os preços dos produtos. No Brasil, o mercado é dominado por duas marcas, a Souza Cruz e a Phillip Morris. A Souza Cruz lidera as vendas, concentrando aproximadamente 62% do mercado brasileiro, enquanto a Phillip Morris detém cerca de 14% do mercado nacional de cigarros. PESO DOS IMPOSTOS - Atualmente, a carga tributária sobre os cigarros, incluindo tributos cobrados pelo governo federal e o ICMS dos estados, varia de 51% a 61%, de acordo com a classe e a embalagem, informou a Receita Federal. Atualmente, a tributação é fixa, e varia de R$ 0,764 a R$ 1,30 por maço de cigarro. Com a nova forma de tributação dos cigarros, o peso dos tributos na composição do preço final subirá para 60% a 72%. Deste modo, cerca de dois terços do preço do produto será composto por tributos federais e estaduais. As informações são do G1.
mente no início de 2012 o aumento do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre os cigarros. Até o momento, a informação era de que o tributo seria elevado em dezembro deste ano, o que aumentaria o preço do produto em cerca de 20%. Segundo o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, o adiamento atende a um pedido dos fabricantes. De acordo com ele, o setor tabagista pediu um prazo maior porque, além do aumento do IPI, o governo também está mudando o formato de tributação do setor. "Como essa é uma mudanca importante, que implica as firmas revisarem suas decisões de produção, de investimento, de marketing, foi pedido por parte do setor que a gente colocasse essa medida em 2012, e não agora já em dezembro. Estamos vendo ainda janeiro ou fevereiro de 2012 [para começar com o novo modelo e com o aumento do IPI]. O decreto sairá nos próximos dias esclarecendo isso", declarou Barbosa a jornalistas. CRONOGRAMA ORIGINAL - Pelo cronograma original da Receita Federal, anunciado no mês passado, a tributação sobre os cigarros continuará crescendo no futuro, com alíquotas maiores do IPI no início de cada ano. No começo de 2015, o preço médio dos cigarros, caso os reajustes do imposto sejam repassados pelos fabricantes, estará 55% maior, informou a Receita Federal. Além de aumentar o tributo, o governo também anunciou, em agosto, que haverá um preço mínimo no varejo, que até o fim de 2012, deveria ficar em R$ 3 por maço, chegando a R$ 4,50 em 2015. IMPACTO NO PREÇO - Os preços dos cigarros são livres no mercado brasileiro. Deste modo, caberá a cada empresa determinar se o aumento da tributação será repassado aos consumidores, o momento e em que proporção. Geralmente, a elevação dos tributos é repassada pelas empresas para os preços dos produtos. No Brasil, o mercado é dominado por duas marcas, a Souza Cruz e a Phillip Morris. A Souza Cruz lidera as vendas, concentrando aproximadamente 62% do mercado brasileiro, enquanto a Phillip Morris detém cerca de 14% do mercado nacional de cigarros. PESO DOS IMPOSTOS - Atualmente, a carga tributária sobre os cigarros, incluindo tributos cobrados pelo governo federal e o ICMS dos estados, varia de 51% a 61%, de acordo com a classe e a embalagem, informou a Receita Federal. Atualmente, a tributação é fixa, e varia de R$ 0,764 a R$ 1,30 por maço de cigarro. Com a nova forma de tributação dos cigarros, o peso dos tributos na composição do preço final subirá para 60% a 72%. Deste modo, cerca de dois terços do preço do produto será composto por tributos federais e estaduais. As informações são do G1.
O aumento dos percentuais do imposto do cigarro. se for bem empregado poderá ajudar a implementar muitos projetos para o bem geral... o problema é que, geralmente, o governo acaba desviando estes recursos para outras finalidade e outra parte acaba sendo usada para a corrupção dessa corja do PT.
ResponderExcluirMário cerqueira
Sou a favor desse aumento sim... talvez assim as pessoas compreendam o risco que o fumo provoca.
ResponderExcluirDaniel Lopes
Acho que o aumento do imposto do cigarro e o combate mais rigoroso ao contrabando, com combate tb aos roubos de carros que transportam cigarros, deverão diminuir o consumo dessa droga, que mata tanta gente.
ResponderExcluirKleber Barreto
Val Cabral, esse bando de viciados, só querem é suprir suas necessidades de consumo, vão morrendo e continuam a fumar, vão ficando sem dinheiro (caso o preço fique muito alto), mas mesmo assim...
ResponderExcluirO cigarro é um vício.
ResponderExcluirComo todo vício, é difícil largar dele...
Esse negócio de aumentar o preço não adianta muita coisa não, quando a pessoa é viciada ela dá um jeito de arrumar...
Quantos casos já passaram na TV, de adolescentes que vendiam as coisas de casa pra arrumar dinheiro para comprar drogas?
Edmilson Monteiro da Silva
Não acredito que esse aumento possa significar muito coisa na dimunição do consumo de cigarro.
ResponderExcluirAcredito que a única forma de acabar com o tabagismo é proibir a venda, será que eles vão fazer isso um dia?Lourdes Tavares
Amigo Val Cabral
ResponderExcluirO cigarro não deixa de ser uma droga, e quem é viciado nele não pararia por causa do aumento do preço.
Seria uma boa medida aumentar o imposto e o preço para que as pessoas que ainda não são viciadas não entrassem nesse vício.
Não custaria nada para o governo tentar essa medida para diminuir o consumo, mas se uma pessoa não para de fumar ao saber que vai ter sérias complicações como problemas sexuais, nos pulmões, na gravidez,etc. Ela não vai parar porque o preço do cigarro aumentou.
Wilson Magalhães
Não há dados que monstre que ajuda a reduzir o consumo, portanto... Reinaldo Fontes dos Santos
ResponderExcluirO Brasil é o país que mais paga impostos no mundo; Daí,um imposto a mais ou um a menos não faz diferença nenhuma.
ResponderExcluirSe o cigarro que vc fuma custa R$ 3,40,vserá que vc vai deixar de fumar se ele custar R$ 6,00?
Melhor seria se você p-a-r-a-s-s-e de fumar...
Mas já que vc não vai parar mesmo, relaxa, porque não há nada que vc possa fazr contra os aumentos de impostos...
A grosso modo, quem fuma, contribui em massa para enriquecer o fabricante e de quebra, ainda aumenta a arrecadação do governo, com essas pseudo-desculpas. Eu fumei durante muitos anos, até que, por acaso, vi um pulmão de um fumante, totalmente petrificado e negro. naquele dia, eu odiei o cigarro, pois o dono daquele pulmão estava entubado, na UTI e já era um paciente terminal.
ResponderExcluirJurandy Coelho
Seja qual for o argumento, o importante é superfaturar, já pensou se isso acontece amanhã com a cerveja para cobrir as faltas dos deputados federais? Lúcia Rabelo Costa
ResponderExcluirA verdade é que o governo deve incentivar o abandono do cigarro, mas medidas como esta não vão ajudar em nada, ao invés de fazer uma campanha mais séria o governo fica aumentando os impostos (que aliás ja estão bastante gritantes). Isso só serve para esvaziar o bolso da população fumante, e é lógico que ninguém vai abandonar o cigarro só por causa do preço, afinal, o vicio não se importa com o preço. Alguem viciado em jogatina por exemplo não deixa de jogar por causa do dinheiro perdido. É preciso investir em saúde e em prevenção.
ResponderExcluirSandro Santos
Prezado amigo Val Cabral
ResponderExcluirConfesso que sou fumante, e apoio integralmente tais medidas que visam diminuir ou acabar com o tabagismo no país; mas esta é demais...Para cobririmpostos que foram poucos arrecadados em outro setor, nosso Governo quer aumentar impostos sobre o cigarro em 75%. penso eu: Ninguém pede para ser um vicíado em nicotina e alcatrão e até recebe estímulos do Governo para sê-lo. Ninguém gosta de gastar dinheiro em cima de um produto que irá lhe fazer mal e ainda irá virar cinzas. O sujeito que fuma é um doente "estimulado" a ser. Cobrar uma "DERRAMA" em cima dos doentes e não das fábricas, é o mesmo que a banana comer o macaco, ainda mais para cobrir a defasagem das perdas de um outro produto que por sei lá que vias deu errado.
Paulo do Pontalzinho
apupont@bol.com.br
SÓ MAIS UM AUMENTO DE IMPOSTO. O GOVERNO É ASSIM, QUANDO NÃO CRIA MAIS UM IMPOSTO, AUMENTO OS QUE JÁ EXISTEM!
ResponderExcluirNUNES