A Polícia Federal (PF) do Amap á liberou, nesta quarta-feira, 18 presos na Operação Voucher, que fez uma devassa no Ministério do Turismo na
terça. Ao todo, 36 pessoas suspeitas de participar de um esquema de corrupção na pasta foram presas. O Ministério Público Federal (MPF) divulgou a lista de quem continua preso preventivamente no Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen). Entre eles estão o secretário-executivo do ministério, Frederico Silva da Costa, número dois na hierarquia do ministério, o ex-presidente da Embratur, Mário Moysés, o secretário nacional de Programas de Desenvolvimento do Turismo e ex-deputado pelo PMDB, Colbert Martins, e o diretor-executivo do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento de Infraestrutura Sustentável (Ibrasi), Luiz Gustavo Machado. Allém de Moysés, Frederico, Colbert e Machado, permanecem presos no Iapen José Carlos Silva Júnior, Dalmo Antônio Tavares Queiroz, Francisca Regina Magalhães Cavalcante, Freda Azevedo Dias, Gláucia de Fátima Matos, Hugo Leonardo Silva Gomes, Kátia Terezinha Patrício da Silva, Kérima Silva Carvalho, Luciano Paixão Costa, Jorge Kengo Fukuda, Katiana Necchi Vaz Pupo, Maria Helena Necchi, Sandro Elias Saad e Wladimir Silva Furtado. Entre a noite de terça e a manhã de quarta, 18 pessoas presas temporariamente foram liberadas após prestarem depoimento em São Paulo, Brasília e Macapá. De acordo com o MPF, estão soltos Hellen Luana Barbosa da Silva, Alberto Luchetti Neto, Dante Torelo Matiussi, Gerusa de Almeida Saad, Irene Silva Dias, Paula Gama Ribeiro Leite Saad, Alexandre Ferreira Cardoso, Antonio dos Santos Junior, Fabiana Lopes de Freitas, Fábio de Mello, Fernando Rwer do Nascimento, Eduardo Alves Fayet, Luiz Fernando Ferreira, Uyara Débora Schimidtt, David Lorrann Silva Teixeira, Merian Guedes de Oliveira, Errolflyn de Souza Paixão e José Luiz Nogueira Marques. Ainda há dois mandados de prisão temporária não cumpridos pela PF. As pessoas detidas na operação são empresários, servidores do ministério e funcionários do Ibrasi, órgão que firmou convênio com o Ministério do Turismo no Amapá para capacitação profissional no Amapá. De acordo com as investigações, o contrato não foi cumprido. O valor total do convênio fraudado era de 4,45 milhões de reais, mas dois terços da verba foram desviados - o equivalente a 2,9 milhões. (Adriana Caitano).
terça. Ao todo, 36 pessoas suspeitas de participar de um esquema de corrupção na pasta foram presas. O Ministério Público Federal (MPF) divulgou a lista de quem continua preso preventivamente no Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen). Entre eles estão o secretário-executivo do ministério, Frederico Silva da Costa, número dois na hierarquia do ministério, o ex-presidente da Embratur, Mário Moysés, o secretário nacional de Programas de Desenvolvimento do Turismo e ex-deputado pelo PMDB, Colbert Martins, e o diretor-executivo do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento de Infraestrutura Sustentável (Ibrasi), Luiz Gustavo Machado. Allém de Moysés, Frederico, Colbert e Machado, permanecem presos no Iapen José Carlos Silva Júnior, Dalmo Antônio Tavares Queiroz, Francisca Regina Magalhães Cavalcante, Freda Azevedo Dias, Gláucia de Fátima Matos, Hugo Leonardo Silva Gomes, Kátia Terezinha Patrício da Silva, Kérima Silva Carvalho, Luciano Paixão Costa, Jorge Kengo Fukuda, Katiana Necchi Vaz Pupo, Maria Helena Necchi, Sandro Elias Saad e Wladimir Silva Furtado. Entre a noite de terça e a manhã de quarta, 18 pessoas presas temporariamente foram liberadas após prestarem depoimento em São Paulo, Brasília e Macapá. De acordo com o MPF, estão soltos Hellen Luana Barbosa da Silva, Alberto Luchetti Neto, Dante Torelo Matiussi, Gerusa de Almeida Saad, Irene Silva Dias, Paula Gama Ribeiro Leite Saad, Alexandre Ferreira Cardoso, Antonio dos Santos Junior, Fabiana Lopes de Freitas, Fábio de Mello, Fernando Rwer do Nascimento, Eduardo Alves Fayet, Luiz Fernando Ferreira, Uyara Débora Schimidtt, David Lorrann Silva Teixeira, Merian Guedes de Oliveira, Errolflyn de Souza Paixão e José Luiz Nogueira Marques. Ainda há dois mandados de prisão temporária não cumpridos pela PF. As pessoas detidas na operação são empresários, servidores do ministério e funcionários do Ibrasi, órgão que firmou convênio com o Ministério do Turismo no Amapá para capacitação profissional no Amapá. De acordo com as investigações, o contrato não foi cumprido. O valor total do convênio fraudado era de 4,45 milhões de reais, mas dois terços da verba foram desviados - o equivalente a 2,9 milhões. (Adriana Caitano).
Val Cabral
ResponderExcluirNeste país só fica preso preto e pobre.
Quem dúvida é porque ainda não leu esta notícia e todas as demais que relatam casos em que ricos são presos apenas para se fingir que a lei é para todos, mas logo em seguida (no mesmo dia, ou no dia seguinte) são todos soltos.
Solivaldo Batista
NOVIDADE!
ResponderExcluirSERÁ QUE HAVIA QUEM ACREDITASSE QUE ESSA TURMA FICARIA MAIS TEMPO NA CADEIA?
LUIZ CLÁUDIO BARRETO
A Justiça é lenta para manter pressoas desaventuradas nos presídios e célere para privilegiar pessoas afortunadas que cometem crimes.
ResponderExcluirNão há sinais de que esta situação mudará e outros corruptos haverão de ser soltos por estes mesmos motivos.
Não me surpreenderei se houver quem ganhará desta mesma justiça, grande soma de dinheiro público, por ter sido exposto ao constrangimento com suas prisões - só falta isso.
Washington Reis
ÊTA BRASILZINHO SEM JEITO, CUJA ROLETA SÓ PÁRA NA SORTE DE QUEMNÃO TEVE AZAR DE NASCER E CONVIVER NAS FAVELAS!
ResponderExcluirVal Cabral
ResponderExcluirÉ preciso dar início a um amplo movimento nacional, contra a corrupção e a impunidade. Ou a sociedade age ou ela será tragada para o mar de lama e o esgõto!
Antonio José de C. Santos