O título (instinto selvagem) nada tem a ver com filme de TV ou texto de poesia dramática. Trata-se aq
ui de uma das mínimas classificações que se pode dar aos autores da brutalidade praticada contra o marginal José Antonio Souza dos Santos, 36 anos, preso no último sábado, dia 30, sob acusação de arrombar um estabelecimento comercial no centro de Itabuna. Por este motivo, ele foi perseguido até o Castália e espancado por populares com a ajuda de dois agentes de trânsito, posteriormente identificados como Maxwel de Almeida Pinto e outro de prenome Lucas. Maxuel e Lucas foram afastados de suas funções pelo prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo. Através do vídeo, gravado por um cinegrafista amador e exaustivamente exibido nacionalmente pelas principais redes de televisão, é possível perceber que o arrombador não teve chance de se defender das agressões físicas. Em depoimento numa sindicância instaurada pela Secretaria de Transportes e Trânsito, à qual estão vinculados, os agentes alegaram ter agido em “legítima defesa”. A verdade é que a dupla de agressores, que esgueirou como serpente na covardia, não pretendia oferecer qualquer chance de defesa à sua vítima dominada. E ainda o imobilizou para que populares o agredissem barbaramente. O preocupante é que muitas pessoas embarcam nessa trágica alucinação de que a violência pode ser combatida com mais violência, fazendo dessas ocasiões uma oportunidade de expressar todas as faces de suas naturezas cruéis e bestiais. Errou o bandido preso e erraram os agentes de trânsito e os populares. Os dois lados são partes integrantes de uma sociedade que lastima a insegurança pública e tenta punir e endireitar seus culpados mais indefesos.
ui de uma das mínimas classificações que se pode dar aos autores da brutalidade praticada contra o marginal José Antonio Souza dos Santos, 36 anos, preso no último sábado, dia 30, sob acusação de arrombar um estabelecimento comercial no centro de Itabuna. Por este motivo, ele foi perseguido até o Castália e espancado por populares com a ajuda de dois agentes de trânsito, posteriormente identificados como Maxwel de Almeida Pinto e outro de prenome Lucas. Maxuel e Lucas foram afastados de suas funções pelo prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo. Através do vídeo, gravado por um cinegrafista amador e exaustivamente exibido nacionalmente pelas principais redes de televisão, é possível perceber que o arrombador não teve chance de se defender das agressões físicas. Em depoimento numa sindicância instaurada pela Secretaria de Transportes e Trânsito, à qual estão vinculados, os agentes alegaram ter agido em “legítima defesa”. A verdade é que a dupla de agressores, que esgueirou como serpente na covardia, não pretendia oferecer qualquer chance de defesa à sua vítima dominada. E ainda o imobilizou para que populares o agredissem barbaramente. O preocupante é que muitas pessoas embarcam nessa trágica alucinação de que a violência pode ser combatida com mais violência, fazendo dessas ocasiões uma oportunidade de expressar todas as faces de suas naturezas cruéis e bestiais. Errou o bandido preso e erraram os agentes de trânsito e os populares. Os dois lados são partes integrantes de uma sociedade que lastima a insegurança pública e tenta punir e endireitar seus culpados mais indefesos.
Amigo Val Cabral
ResponderExcluirAcho que estes agentes de trânsito acabaram se nivelando à condição desprezível da vítima de suas insanidade e descontroles.
Esta situação é razão mais que suficiente, para que o prefeito os demita imediatamente.
Gutemberg Matos
NÃO SEI QUEM É QUEM ENTRE OS BANDIDOS QUE PROTAGNIZARAM ESTA BARBÁRIE.
ResponderExcluirOS AGENTES PÚBLICOS SÃO TÃO BANDIDOS, QUANTO AQUELE A QUEM ELES ESTAVAM ESPANCANDO.
KLEBER BARRETO
Val
ResponderExcluirEspero que não haja impunidade neste episódio, pois pegou muito mal para a imagem de Itabuna.
Esta filmagem foi exibida no país inteiro e a sociedade vai querer uma resposta de prefeito.
Esses agente não podem lidar com o público.
SIMPLESMENTE VERGONHOSA ESSA COVARDIA.
ResponderExcluirINDEPEDENTEMENTE DA CONDIÇÃO ILÍCITA DO BANDIDO, ELE ESTAVA DOMINADO E ALGEMADO.
PORTANTO, NÃO CABIA ALÍ, NENHUMA CONDUTA DE AGRESSIVIDADE E VIOLÊNCIA DOS AGENTES DE TRÂNSITO.
O QUE HOUVE FOI UM ATO COVARDE DE TORTURA DESNECESSÁRIO E QUE DEVE TER A CONDENAÇÃO DE TODOS NÓS.
HLDETE BARBOSA DE LIMA