Trinta e oito pessoas foram presas durante a Operação Voucher, deflagrada pela Polícia Federal (PF) na manhã de hoje (9). A ação, em co
njunto com o Ministério Público Federal e a Secretaria de Controle Externo do Amapá, investiga supostos desvios de verbas públicas repassadas ao Ministério do Turismo, por meio de emendas parlamentares, destinadas a convênios para qualificação profissional. Entre os presos estão o secretário executivo do Ministério do Turismo, Frederico Silva da Costa, número dois na hierarquia da pasta, que estava em casa; o secretário nacional de Programas de Desenvolvimento do Turismo, o político baiano Colbert Martins; o ex-presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), Mário Moisés, além de diretores e funcionários do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento de Infraestrutura Sustentável (Ibrasi) e empresários. Ao todo foram cumpridos 19 mandados de prisão preventiva, 19 de prisão temporária e sete de busca e apreensão em São Paulo, Brasília e Macapá. Cerca de 200 policiais federais atuaram na operação. Segundo a PF, os presos preventivamente em São Paulo e em Brasília foram levados para Macapá em aviões da própria PF. De acordo com investigações feitas pela Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários no Amapá, foram apurados fortes indícios de desvio de recursos públicos, além de outras irregularidades na execução de convênio entre o Ministério de Turismo e o Ibrasi, ligado à capacitação profissional para o turismo no Amapá.
njunto com o Ministério Público Federal e a Secretaria de Controle Externo do Amapá, investiga supostos desvios de verbas públicas repassadas ao Ministério do Turismo, por meio de emendas parlamentares, destinadas a convênios para qualificação profissional. Entre os presos estão o secretário executivo do Ministério do Turismo, Frederico Silva da Costa, número dois na hierarquia da pasta, que estava em casa; o secretário nacional de Programas de Desenvolvimento do Turismo, o político baiano Colbert Martins; o ex-presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), Mário Moisés, além de diretores e funcionários do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento de Infraestrutura Sustentável (Ibrasi) e empresários. Ao todo foram cumpridos 19 mandados de prisão preventiva, 19 de prisão temporária e sete de busca e apreensão em São Paulo, Brasília e Macapá. Cerca de 200 policiais federais atuaram na operação. Segundo a PF, os presos preventivamente em São Paulo e em Brasília foram levados para Macapá em aviões da própria PF. De acordo com investigações feitas pela Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários no Amapá, foram apurados fortes indícios de desvio de recursos públicos, além de outras irregularidades na execução de convênio entre o Ministério de Turismo e o Ibrasi, ligado à capacitação profissional para o turismo no Amapá.
Sinceramente, para mim isso não é nenhuma novidade e não me causa nenhuma surpresa.
ResponderExcluirA maioria dos políticos é da pior espécie de bandidos que existem neste país. E todos são beneficiados pela impunidade que advém da Justiça e da imbecilidade do eleitorado que ainda aplaude e vota nessa gente!
QUE PAPELÃO HEIN COLBERT?!
ResponderExcluirQUEM DIRIA!
BASTOU SENTAR NA POLTRONA E JÁ MOSTROU SUAS VERDADEIRAS GARRAS DE GATUNO!
A ISSO SE DAR O NOME DE CAFAJESTADA!
CLODOALDO PINTO
É por isso que o Brasil é um país pobre, com povo esfomeado, desempregado... e que mesmo assim ainda vota em políticos corruptos. Gutemberg Matos
ResponderExcluirO envolvimento de Colbert Martins e mais um escândalo desse desgoverno de Dilma, apenas revela que o "mais bestinha conserta relógio no escuro, com luvas de box e dá nó em pingo de ácido muriático!!!!!
ResponderExcluirVal Cabral
ResponderExcluirDizem que o inferno não existe, que o diabo não existe... mas acho que o diabo tem nove dedos e o inferno fica na sede do PT.
Humberto Campos de Novais Jr.