O deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP), um dos réus do mensalão, disse que responderá ao processo no Supremo Tribunal Federal (STF)
com “serenidade e confiança na Justiça”. Por meio de nota, o presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados afirmou ter “as mãos limpas” e que já foi absolvido pelo plenário da Câmara da acusação de envolvimento no esquema de pagamento de proprina a parlamenares da base aliada em troca de apoio político, no primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Cunha é um dos 36 réus que tiveram o pedido de condenação recomendado nesta quinta (7) pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, nas alegações finais sobre a Ação Penal 470, que trata do mensalão, entregue ao STF. “Respondo com serenidade e confiança na Justiça o processo no Supremo Tribunal Federal, convicto de que, com fatos e documentos, provei que não se sustentam juridicamente as denúncias direcionadas contra meu mandato”, disse o deputado em trecho da nota. “As posições do procurador-geral da República, contidas nas suas alegações finais do chamado mensalão, não trazem nenhuma novidade jurídica ou política. Sua peça segue a orientação definida pelo antigo procurador, quando da denúncia do caso, em 2006”, acrescentou. Apesar de alegar inocência, João Paulo Cunha considerou que o fato de estar listados entre os réus do mensalão já representa uma condenação. "Com isso, ficam mais fortes as lembranças das palavras de Sepulveda Pertence [ex-ministro do STF]: 'Creio ser de Carnelutti a observação acerca de dramático paradoxo do processo penal: para saber se deve aplicar a pena, é necessário o processo. Mas o processo, pelo estigma que acarreta e os constrangimentos que gera já é, em si mesmo, uma pena: assim, com o processo, começa-se por punir aquele de quem se pretende saber se merece ser punido.” As informações são da Agência Brasil.
com “serenidade e confiança na Justiça”. Por meio de nota, o presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados afirmou ter “as mãos limpas” e que já foi absolvido pelo plenário da Câmara da acusação de envolvimento no esquema de pagamento de proprina a parlamenares da base aliada em troca de apoio político, no primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Cunha é um dos 36 réus que tiveram o pedido de condenação recomendado nesta quinta (7) pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, nas alegações finais sobre a Ação Penal 470, que trata do mensalão, entregue ao STF. “Respondo com serenidade e confiança na Justiça o processo no Supremo Tribunal Federal, convicto de que, com fatos e documentos, provei que não se sustentam juridicamente as denúncias direcionadas contra meu mandato”, disse o deputado em trecho da nota. “As posições do procurador-geral da República, contidas nas suas alegações finais do chamado mensalão, não trazem nenhuma novidade jurídica ou política. Sua peça segue a orientação definida pelo antigo procurador, quando da denúncia do caso, em 2006”, acrescentou. Apesar de alegar inocência, João Paulo Cunha considerou que o fato de estar listados entre os réus do mensalão já representa uma condenação. "Com isso, ficam mais fortes as lembranças das palavras de Sepulveda Pertence [ex-ministro do STF]: 'Creio ser de Carnelutti a observação acerca de dramático paradoxo do processo penal: para saber se deve aplicar a pena, é necessário o processo. Mas o processo, pelo estigma que acarreta e os constrangimentos que gera já é, em si mesmo, uma pena: assim, com o processo, começa-se por punir aquele de quem se pretende saber se merece ser punido.” As informações são da Agência Brasil.
Hipócritas e ladrões. Fora PT e todos que alimentam essa corja de corruptos.
ResponderExcluirAlém de corrpto, mentiroso esse cara é o rei do cinismo. Haja óleo de peroba! Fernando Góes
ResponderExcluirO PT, PC do B, PSB, PDT, PR e o PMDB juntos, se transformaram num "cancer", que atualmente estão destruindo a NAÇÃO BRASILEIRA. VIDA DE GADO, POVO FELIZ.
ResponderExcluirJoselito Brito
O fato é que esse tipo de deputado não é obra do acaso. Guilherme Santos
ResponderExcluirEsse safado é apenas um dos milhares de ladrões que estão encastelados no governo e na política... eles são uns megalomaniacos que juram que conseguem enganar 200 milhões de brasileiros com suas desculpas esfarrapadas... ou seja, crime = engano... então tá, qualquer dia destes um brasileiro desesperado pode cometer um "engano" e dar um tiro na fuça deles...
ResponderExcluirESSE JOÃO NÃO É NENHUM POUCO ZÉ MANÉ... ZÉ MANÉ É QUEM VOTA NELE. RILDO
ResponderExcluirVal Cabral
ResponderExcluirPor que você acha que os petistas investem tanto na maioria dos eleitores com os bolsas compra votos? Isso explica porque cada vez mais se gasta com a educação e o povo fica cada vez mais ignorante. Povo alienado é gado fácil de ser dominado. Entendem agora porque ficam tão injuriados com o Bolsonaro quando ele aponta o bolsa gay como uma das formas de alienar cada vez mais o povo?
Reginaldo Monteiro da Silva