Natal Itabuna

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Trief

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15 de março de 2011

II MARCHA NACIONAL CONTRA A HOMOFOBIA SERÁ EM MAIO

Na defesa da igualdade de direitos da comunidade de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transsexuais (LGBT) e para reivindicar os meios para se conquistar o fim da discriminação e da violência, a cidadania plena, o reconhecimento e o respeito, será realizada, em Brasília, a segunda Marcha Nacional contra a Homofobia, no dia 18 de maio de 2011. A concentração será às 9h, na Esplanada dos Ministérios, em frente à Catedral Metropolitana. A primeira versão do evento foi realizado no ano passado em nome de milhões de brasileiras e brasileiros que ainda são excluídos da democracia e ignorados pelas leis do país. Este ano, são esperados ativistas das 237 ONGs filiadas à ABGLT, simpatizantes e organizações aliadas. Precedendo a II Marcha, a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) convida também para o VIII Seminário LGBT no Congresso Nacional, no dia 17 de maio, que também é o Dia Internacional contra a Homofobia, no Auditório Nereu Ramos do Congresso Nacional. A data marca uma vitória histórica do movimento LGBT internacional. Foi quando a Organização Mundial de Saúde (OMS) retirou a homossexualidade do Código Internacional de Doenças, em 1990. “Somos cidadãs e cidadãos lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais que, como cita o nosso manifesto, estão em todos os cantos do país, em todas as profissões, em diferentes religiões, em diversas raças e etnias, em diversos sotaques e opiniões. Somos diversos e estamos em todo lugar”, afirma o coordenador da Associação Beco das Cores e membro da Coordenação Estadual da ABGLT/BA, Vinícius Alves. Ele afirma que diariamente eles são impedidos de vivenciar plenamente os seus direitos pelo simples fato de terem uma orientação sexual ou identidade de gênero diferente da hegemonicamente aceita como natural e correta na sociedade. “Temos os mesmos direitos porque não existe a naturalidade de uma única forma de orientação sexual e identidade de gênero, mas sim uma infinidade de formas que são comuns à vida humana e devem ser aceitas e respeitadas. Somos tratadas e tratados, todos os dias, em diversos espaços, com atos de violência e como cidadãs/os de ‘segunda classe' em nosso país”, aponta Alves. II MARCHA NACIONAL - Para o diretor-geral da Associação Beco das Cores, Wesley Francisco, a II Marcha Nacional contra a Homofobia é um grito de protesto, um manifesto de respeito aos direitos individuais e coletivos. Ele afirma que a luta é pela igualdade de direitos e por políticas públicas de combate à homofobia. Reivindicamos que o Estado brasileiro, por meio dos três poderes e em todas as esferas da federação - União, Estados e municípios - incorpore as diretrizes de combater a homofobia e de promoção da cidadania plena para a população LGBT como fundamental para a construção da democracia e da sociedade brasileira”, ressalta. Wesley Francisco observa que faz 22 anos que o Brasil se democratizou e promulgou a Constituição Cidadã. Entretanto, segundo ele, em todo esse período, a jovem democracia não foi capaz ainda de incorporar a população LGBT. “Ano passado o movimento foi recebido por 14 dos 18 ministérios que compõem o Plano Nacional LGBT. Esse ano, a expectativa é repetir a ação, além de fortalecer a campanha a favor da aprovação do Projeto de Lei Complementar, o PLC 122 (que criminaliza a homofobia), da união estável e casamento civil e o reconhecimento do nome social de travestis e transexuais”. O diretor do Beco das Cores argumenta ainda que não existem leis que protejam da violência homofóbica as pessoas LGBT. “É preciso assegurar a laicidade do Estado e garantir o respeito à diversidade. Não aceitamos que dogmas religiosos sejam usados como justificativas para o preconceito e negação de direitos aos LGBT”, completa Wesley.

5 comentários:

  1. Tenho ouvido que muita gente de Itabuna estará viajando para participar desta marcha em Brasília e isto deverá deixar a cidade quase deserta.
    Espero que a maioria dos nossos vereadores decidam por ficar, pois se isto não acontecer, a Cãmara ficará sem funcionar.
    Essa marcha de gays não pode fazer a Cãmara de Itabuna parar!!!
    Kleber Barreto

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  2. Ana Paula Gomes da Silva16 março, 2011

    É PARADA GAY... É MARCHA GAY... E O MUNDO CAMINHA A PASSOS LARGOS PARA O APOCALIPSE!

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  3. O preconceito sexual e a homofobia são um tipo de anacronismo pra sociedade .O que acontece na sociedade é em relação a homofobia e o preconceito que existe na sociedade é um caso de nojo e vergonhoso para as famílias . .
    Porque um adolescente não ESCOLHE ser homossexual e enfrentar discriminações e sofrer psicológicamente com a rejeição na família. . e ainda ouvimos dizer que ser homossexual é uma opção haha . . Isso é um dos exemplos que mostra que nosso país é homofóbico.

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  4. Em primeiro lugar, o que é exatamente homofobia?, o que vejo aqui, é que isso é usado para acusar pessoas que não aceitam o pecado do homosexualismo, e para obrigar as pessoas a acharem dois homens ou duas mulheres se beijando normal e bonito.
    Olha, amo as pessoas tenham elas a opção sexual que tiverem, mas não aceito e nem gosto desse pecado, não acho bonito e nem natural, respeito, mas não aprovo.
    Não vou sair por ai a rejeitar essas pessoas, ou trata-las de modo grosseiro, vou ama-las, a elas e não a opção que fizeram,amor, carinho e educação se deve a todo ser humano sem exceção.

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  5. Não devemos julgar ninguém, essa tarefa não cabe a nós.
    Agora, quanto a simpatizar ou não eu, definitivamente, não simpatizo; acho um pecado ser homossexual.
    Mas deixem eles viverem as vidas deles e quem sabe um diam, virem a mudar.

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