O poder hegemônico da base do governador Jaques Wagner (PT) deve crescer nos próximos dias com a tendência de apoio de novos partido
s. Além da composição de governo formada pela contribuição de oito legendas (PT, PCdoB, PDT, PP, PRP, PSL, PTdoB e PSB), o gestor deve atrair a adesão de siglas que estiveram distanciadas de seu projeto de reeleição, durante o pleito do ano passado. Articulador da reforma administrativa do governo, o secretário de Relações Institucionais, Cezar Lisboa, já começou a costurar o ingresso do ex-aliado PV e do PSC, partido que se opôs à candidatura do PT na última eleição. A bancada do governo na Assembleia é composta, até o momento, pelo PT com 13 deputados; o PCdoB com três; PDT com cinco; PP com seis; PRP, PRB, PSL, PT do B e PSB, com dois cada um. Conforme Cezar Lisboa, o quadro ainda não está definido, mas as conversas com os partidos têm avançado. “Nossa expectativa é extremamente positiva e não se esgota apenas em uma reunião”, disse assegurando que pelo menos com o PSC, uma nova rodada de negociações deve acontecer nesta terça-feira. Contudo, o governador Jaques Wagner deve mesmo conseguir o apoio dos dois partidos. A Tribuna conversou com os dirigentes de ambas as legendas e, em uníssono, o que falta para definir o apoio ou não, é o chefe do Executivo dizer exatamente o que quer de cada uma e o que lhes oferece. O presidente estadual do PSC, Eliel Santana, confirmou à reportagem a reunião de amanhã com o secretário Cezar Lisboa e disse também que vai se reunir com o deputado Targino Machado, que será o líder do partido na Assembléia nesta legislatura. Eliel Santana disse que a única coisa da qual o partido não abrirá mão, caso componha a base de Wagner, é a manutenção dos seus valores. “Nunca votar nenhum projeto que seja contra os aposentados, sempre ser a favor da vida, lutando para garantir a dignidade das pessoas através da educação, da saúde, da moradia... O ser humano em primeiro lugar”, disse o dirigente do PSC. Questionado sobre a negociação por cargos do segundo escalão da máquina estadual, o dirigente disse que deverá tratar disso também no encontro de amanhã. Além dos cargos na administração do governador, Eliel Santana acredita que o fato de um partido compor a base lhe dá mais notoriedade perante o eleitor, além de proporcionar aos filiados mais aproximação com o chefe do Executivo. “Por exemplo, um vereador de uma cidade pequena precisa levar água para sua população através de um programa do Estado, mas não consegue. A partir do momento que seu partido é da base do governador na Assembléia, esse contato fica mais fácil e quem ganha é o povo”, avalia. Já o presidente do PV, Ivanilson Gomes, ressalta, com outras palavras, que o impasse na negociação se dá por conta de o governador ainda não ter demarcado o espaço da legenda no seu governo. “Estamos em fase de entendimento e eu posso dizer que a possibilidade (de apoiar o governo) é grande. Já conversei com Eures (Ribeiro, o único deputado do PV nesta legislatura) e ele também tem vontade”. Ivanilson reiterou que tudo depende, realmente, do que Wagner pretende com o ingresso do PV na base aliada na ALBA. (Lílian Machado e Romulo Faro).
s. Além da composição de governo formada pela contribuição de oito legendas (PT, PCdoB, PDT, PP, PRP, PSL, PTdoB e PSB), o gestor deve atrair a adesão de siglas que estiveram distanciadas de seu projeto de reeleição, durante o pleito do ano passado. Articulador da reforma administrativa do governo, o secretário de Relações Institucionais, Cezar Lisboa, já começou a costurar o ingresso do ex-aliado PV e do PSC, partido que se opôs à candidatura do PT na última eleição. A bancada do governo na Assembleia é composta, até o momento, pelo PT com 13 deputados; o PCdoB com três; PDT com cinco; PP com seis; PRP, PRB, PSL, PT do B e PSB, com dois cada um. Conforme Cezar Lisboa, o quadro ainda não está definido, mas as conversas com os partidos têm avançado. “Nossa expectativa é extremamente positiva e não se esgota apenas em uma reunião”, disse assegurando que pelo menos com o PSC, uma nova rodada de negociações deve acontecer nesta terça-feira. Contudo, o governador Jaques Wagner deve mesmo conseguir o apoio dos dois partidos. A Tribuna conversou com os dirigentes de ambas as legendas e, em uníssono, o que falta para definir o apoio ou não, é o chefe do Executivo dizer exatamente o que quer de cada uma e o que lhes oferece. O presidente estadual do PSC, Eliel Santana, confirmou à reportagem a reunião de amanhã com o secretário Cezar Lisboa e disse também que vai se reunir com o deputado Targino Machado, que será o líder do partido na Assembléia nesta legislatura. Eliel Santana disse que a única coisa da qual o partido não abrirá mão, caso componha a base de Wagner, é a manutenção dos seus valores. “Nunca votar nenhum projeto que seja contra os aposentados, sempre ser a favor da vida, lutando para garantir a dignidade das pessoas através da educação, da saúde, da moradia... O ser humano em primeiro lugar”, disse o dirigente do PSC. Questionado sobre a negociação por cargos do segundo escalão da máquina estadual, o dirigente disse que deverá tratar disso também no encontro de amanhã. Além dos cargos na administração do governador, Eliel Santana acredita que o fato de um partido compor a base lhe dá mais notoriedade perante o eleitor, além de proporcionar aos filiados mais aproximação com o chefe do Executivo. “Por exemplo, um vereador de uma cidade pequena precisa levar água para sua população através de um programa do Estado, mas não consegue. A partir do momento que seu partido é da base do governador na Assembléia, esse contato fica mais fácil e quem ganha é o povo”, avalia. Já o presidente do PV, Ivanilson Gomes, ressalta, com outras palavras, que o impasse na negociação se dá por conta de o governador ainda não ter demarcado o espaço da legenda no seu governo. “Estamos em fase de entendimento e eu posso dizer que a possibilidade (de apoiar o governo) é grande. Já conversei com Eures (Ribeiro, o único deputado do PV nesta legislatura) e ele também tem vontade”. Ivanilson reiterou que tudo depende, realmente, do que Wagner pretende com o ingresso do PV na base aliada na ALBA. (Lílian Machado e Romulo Faro).
NÃO VAI DEMORAR MUITO E JAQUES WAGNER VAI ABRIR AS PERNAS ATÉ PARA O PSDB E O DEM. E NÃO SE ESPANTEM SE ELE NÃO ACABAR COLOCANDO ACM NETO COMO SEU REPRESENTANTE NO CONGRESSO NACIONAL.... RSRSRSRS! JOÃO BATISTAS NETO
ResponderExcluirBete Wagner, Juca Ferreira, Ary da Mata, Juliano Matos e outros tantos verdinhos já estão há muito tempo nos braços do Wagner!!!!!
ResponderExcluirJoselito Góes
Parabéns Governador
ResponderExcluirEspero que o irmão Eliel Santana concretize isto,pois para nós aqui na região de Irecê será muito importante o apoio do nosso partido, PSC para Zé das Virgens em Irecê.