Está cada vez mais evidente o racha do Partido Verde na Bahia. Nem mesmo a decisão da direção nacional em voltar atrás sobre a expulsão do m
inistro Juca Ferreira (Cultura), que integra o grupo dissidente local, arrefeceu os ânimos dos verdes. Na próxima segunda-feira, a executiva estadual se reúne para avaliar o relatório da Comissão de Ética da legenda, que tratará sobre as posições do secretário estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Juliano Matos, que contrariaram o estatuto do partido. De acordo com Ivanilson Gomes, presidente do diretório estadual, o secretário Juliano Matos cometeu três erros graves em relação ao partido. Segundo ele, “o primeiro foi desobedecer a uma orientação da sigla, que aprovou a saída do governo Jaques Wagner, mas ele insiste em continuar”; o segundo ponto anotado por Gomes aconteceu durante a Lavagem do Bonfim, quando Juliano caminhou ao lado do governador com uma camisa do PT. Por último, ele citou a defesa que o secretário vem fazendo sobre a instalação de uma usina nuclear na Bahia, “fato que contraria o próprio estatuto do partido”. Mas o PV também se vê às voltas com o ministro Juca Ferreira, que na semana passada pediu afastamento da legenda, mas logo deu início a uma série de críticas à senadora Marina Silva, pré-candidata do partido à Presidência. A direção nacional ameaçou expulsar o ministro, mas depois recuou. O fato deixou o diretório regional em situação difícil, que luta para enquadrar os dissidentes. “O caso do Juliano foi o mais grave. Ele permanece no governo e defende a sua política nuclear. Isso atinge ao partido. Como é que o partido condena uma tese e um dos seus membros vai defender?”, questionou Ivanilson Gomes. “O caso do Juca será conduzido pela nacional. Já enviamos diversos relatórios sobre o comportamento dele em relação a eleições passadas”, completou Gomes. Sobre o assunto, o deputado federal Luiz Bassuma, pré-candidato dos verdes ao governo do Estado, disse que o PV é bastante tolerante, alegando que “Juliano Matos vem descumprindo de maneira acintosa o partido”, insistindo em continuar no governo. “Ele vem procrastinando a Comissão de Ética para atrasar tudo. Pedi que a Comissão lhe desse um ultimato”, comentou. “Todos os movimentos que eles fizeram foram derrotados. Eles representam 5% do PV, os que representam os cargos no governo”, avaliou Bassuma. BASSUMA COBRA ÉTICA DE JUCA: O pré-candidato do PV ao governo baiano também comentou sobre a posição do ministro Juca Ferreira. “A atitude do Juca é difícil de compreender. Pela primeira vez vi isso na vida”, declarou Bassuma, informando que, na reunião nacional, semana passada, pediu a expulsão do ministro. Ele disse que levou o assunto para Fernando Guida - coordenador da campanha de Marina na Bahia, Minas, São Paulo e Rio de Janeiro -, “mas o (Alfredo) Sirkis pediu tolerância porque o Juca iria se afastar (do partido)”. Bassuma acusa o ministro de lutar contra a sua candidatura e da senadora Marina Silva, por isso avalia que o PV tem sido bastante tolerante com ele. “O Juca, hoje, é um instrumento do PT”, acusa. (Evandro Matos).
inistro Juca Ferreira (Cultura), que integra o grupo dissidente local, arrefeceu os ânimos dos verdes. Na próxima segunda-feira, a executiva estadual se reúne para avaliar o relatório da Comissão de Ética da legenda, que tratará sobre as posições do secretário estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Juliano Matos, que contrariaram o estatuto do partido. De acordo com Ivanilson Gomes, presidente do diretório estadual, o secretário Juliano Matos cometeu três erros graves em relação ao partido. Segundo ele, “o primeiro foi desobedecer a uma orientação da sigla, que aprovou a saída do governo Jaques Wagner, mas ele insiste em continuar”; o segundo ponto anotado por Gomes aconteceu durante a Lavagem do Bonfim, quando Juliano caminhou ao lado do governador com uma camisa do PT. Por último, ele citou a defesa que o secretário vem fazendo sobre a instalação de uma usina nuclear na Bahia, “fato que contraria o próprio estatuto do partido”. Mas o PV também se vê às voltas com o ministro Juca Ferreira, que na semana passada pediu afastamento da legenda, mas logo deu início a uma série de críticas à senadora Marina Silva, pré-candidata do partido à Presidência. A direção nacional ameaçou expulsar o ministro, mas depois recuou. O fato deixou o diretório regional em situação difícil, que luta para enquadrar os dissidentes. “O caso do Juliano foi o mais grave. Ele permanece no governo e defende a sua política nuclear. Isso atinge ao partido. Como é que o partido condena uma tese e um dos seus membros vai defender?”, questionou Ivanilson Gomes. “O caso do Juca será conduzido pela nacional. Já enviamos diversos relatórios sobre o comportamento dele em relação a eleições passadas”, completou Gomes. Sobre o assunto, o deputado federal Luiz Bassuma, pré-candidato dos verdes ao governo do Estado, disse que o PV é bastante tolerante, alegando que “Juliano Matos vem descumprindo de maneira acintosa o partido”, insistindo em continuar no governo. “Ele vem procrastinando a Comissão de Ética para atrasar tudo. Pedi que a Comissão lhe desse um ultimato”, comentou. “Todos os movimentos que eles fizeram foram derrotados. Eles representam 5% do PV, os que representam os cargos no governo”, avaliou Bassuma. BASSUMA COBRA ÉTICA DE JUCA: O pré-candidato do PV ao governo baiano também comentou sobre a posição do ministro Juca Ferreira. “A atitude do Juca é difícil de compreender. Pela primeira vez vi isso na vida”, declarou Bassuma, informando que, na reunião nacional, semana passada, pediu a expulsão do ministro. Ele disse que levou o assunto para Fernando Guida - coordenador da campanha de Marina na Bahia, Minas, São Paulo e Rio de Janeiro -, “mas o (Alfredo) Sirkis pediu tolerância porque o Juca iria se afastar (do partido)”. Bassuma acusa o ministro de lutar contra a sua candidatura e da senadora Marina Silva, por isso avalia que o PV tem sido bastante tolerante com ele. “O Juca, hoje, é um instrumento do PT”, acusa. (Evandro Matos).
Engraçado é que o tal candidato a governador pelo PV, BASSUMA, é contra o aborto, contra o casamento gay, contra o ecumenismo religioso, todos esses temas são bandeiras históricas do PV, e mesmo assim o PV aceitou ele no partido e fez pior: está tentando empurrar essa criatura, que já foi expulso do PT, para ser candidato no PV. Deus nos ajude!!!
ResponderExcluirO Presidente do PV Ivanilson e o Édson Duarte estão ameaçando com expulsão os diretórios do partido no interior do estado que não apoiam essa aventura chamada Bassuma. É um fim melancólico para um deputado Franciscano que um dia já foi um bom político.
ResponderExcluirEsse partido é rachado.
ResponderExcluirEssa taiobinha não dar um caruru!