Policiais civis e militares vão sair às ruas em Salvador, no próximo domingo, numa manifestação contra a política de segurança pública do Governo Wagner e a favor da paz.
A notícia foi divulgada nesta quarta-feira (17) pelo site Política Livre, que entrevistou o presidente do Sindicato dos Policiais Civis (Sindcop), Carlos Lima. O sindicalista, de acordo com nota publicada na edição de terça-feira (16) do Jornal A Tarde, está sendo perseguido pelo governador, em função da sua defesa intransigente em favor da categoria que representa. A manifestação está marcada para começar às 9h, no Campo Grande. Vestidos de branco, os policiais seguirão em passeata até o Farol da Barra. O objetivo é chamar a atenção da sociedade para a crise enfrentada pela segurança pública na Bahia. A previsão do presidente do Sindcop é de reunir 3 mil policiais. Na nota publicada no Jornal A Tarde, sob o título “Quem interessa a morte da Polícia Civil do Estado da Bahia?”, o Sindcop denuncia o governo pelo que considera “esfacelamento da segurança pública, atribuindo-lhe culpa exclusiva pelo “alto índice de criminalidade que hoje impera na sociedade baiana”. Também chama a atenção para “a propaganda que tenta atribuir ao crack a responsabilidade” pelo problema. Denuncia também a perseguição movida pelo governador Jaques Wagner contra o presidente da entidade, que hoje enfrenta cerca de 250 processos administrativos disciplinares e até mandado de prisão, por conta das posições assumidas contrária a ineficiência da política de segurança pública e em favor dos policiais civis e militares. “É essa a verdadeira cara da atual gestão: tapinhas nas costas em frente à imprensa e facada na calada da noite. Um governador ex-sindicalista que pede a prisão de um sindicalista”, diz a nota.
A notícia foi divulgada nesta quarta-feira (17) pelo site Política Livre, que entrevistou o presidente do Sindicato dos Policiais Civis (Sindcop), Carlos Lima. O sindicalista, de acordo com nota publicada na edição de terça-feira (16) do Jornal A Tarde, está sendo perseguido pelo governador, em função da sua defesa intransigente em favor da categoria que representa. A manifestação está marcada para começar às 9h, no Campo Grande. Vestidos de branco, os policiais seguirão em passeata até o Farol da Barra. O objetivo é chamar a atenção da sociedade para a crise enfrentada pela segurança pública na Bahia. A previsão do presidente do Sindcop é de reunir 3 mil policiais. Na nota publicada no Jornal A Tarde, sob o título “Quem interessa a morte da Polícia Civil do Estado da Bahia?”, o Sindcop denuncia o governo pelo que considera “esfacelamento da segurança pública, atribuindo-lhe culpa exclusiva pelo “alto índice de criminalidade que hoje impera na sociedade baiana”. Também chama a atenção para “a propaganda que tenta atribuir ao crack a responsabilidade” pelo problema. Denuncia também a perseguição movida pelo governador Jaques Wagner contra o presidente da entidade, que hoje enfrenta cerca de 250 processos administrativos disciplinares e até mandado de prisão, por conta das posições assumidas contrária a ineficiência da política de segurança pública e em favor dos policiais civis e militares. “É essa a verdadeira cara da atual gestão: tapinhas nas costas em frente à imprensa e facada na calada da noite. Um governador ex-sindicalista que pede a prisão de um sindicalista”, diz a nota.
O governador não enxerga o caos na segurança pública, vem dizendo que este é um problema acumulado em mais de uma década e que NÃO PODE RESOLVER com a celeridade que exigimos. Mas não se pode vacilar enquanto PMs morrem, enquanto cidadãos morrem. A solução é urgente porque o problema é grave, são vidas em jogo. Todos os dias, repito, todos os dias temos cadáveres na TV. Quem será o próximo? Quantos mais morrerão até que o governaDOR arregace as mangas para trabalhar em prol da segurança social? Se seguir com esta inércia, com essa burocracia que engessa o estado, vai mesmo enfrentar uma das piores paralisações de nossa história!
ResponderExcluirO clima na Polícia Militar continua o pior possível e a tendência é só piorar, pois o governo que aí está, muito prometeu e nada consegue cumprir.
ResponderExcluirDiga não ao governo Wagner!!
ResponderExcluirGostaria aqui sugerir que as associações dos policiais no momento oportuno procurassem os candidatos ao governo do estado para saber quais as propostas para a área da segurança pública e que fosse feito de forma escrita e pública, em forma de compromisso, pois Wagareza prometeu, inclusive mostrando um contra-cheque de um PM na campanha e agora vemos que era só mentira.
ResponderExcluirEssa é a hora de se unirem contra esse governo e contra esse secretário de segurança pública, que discrimina a categoria, faz distinção entre policial militar e civil, sendo que todos pertencem a mesma secretaria de segurança.
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