O ônibus que transportava a seleção do Togo foi metralhado ao cruzar a fronteira entre Congo e Angola, onde será disputada a Copa Africana de
Nações (CAN). Segundo Thomas Dossevi, um dos jogadores togoleses, companheiros saíram machucados. Temos dois jogadores feridos. Tínhamos acabado de cruzar a fronteira (entre o Congo e o território de Cabinda, onde o Togo deve disputar suas partidas do Grupo B), e estávamos cercados pela polícia. Tudo estava normal, quando fomos metralhados. Todo mundo tentou se esconder embaixo dos assentos, e a polícia respondeu - contou Dossevi ao canal de TV francês Infosport. O Togo tem estreia na CAN marcada para o dia 11 de janeiro, em Cabinda, contra Gana. O território de Cabinda, província angolana rica em petróleo que fica entre a República Democrática do Congo (RDC) e o Congo, é assolada por um conflito separatista desde a independência de Angola, em 1975. O comitê organizador da CAN afirmou que um pneu do ônibus estourou, provocando um movimento de pânico. (As informações são do G1).
Nações (CAN). Segundo Thomas Dossevi, um dos jogadores togoleses, companheiros saíram machucados. Temos dois jogadores feridos. Tínhamos acabado de cruzar a fronteira (entre o Congo e o território de Cabinda, onde o Togo deve disputar suas partidas do Grupo B), e estávamos cercados pela polícia. Tudo estava normal, quando fomos metralhados. Todo mundo tentou se esconder embaixo dos assentos, e a polícia respondeu - contou Dossevi ao canal de TV francês Infosport. O Togo tem estreia na CAN marcada para o dia 11 de janeiro, em Cabinda, contra Gana. O território de Cabinda, província angolana rica em petróleo que fica entre a República Democrática do Congo (RDC) e o Congo, é assolada por um conflito separatista desde a independência de Angola, em 1975. O comitê organizador da CAN afirmou que um pneu do ônibus estourou, provocando um movimento de pânico. (As informações são do G1).
Isso mostra que, embora seja positiva a tentativa de colocar a África no mapa, o continente mostra grandes dificuldades para atingir um patamar mínimo de segurança. Mas é improvável que esse tipo de coisa ocorra na copa, pois a realidade da África do SUl é muito diferente da de Angola.
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