Itabuna, apesar de ainda tão pequena, tem vivido um sentimento característico das grandes cidades: o medo. Medo de andar pelas r
uas ou mesmo de ficar em casa e ser surpreendido por um desconhecido ou vários indivíduos armados promovendo o horror e saqueando seus bens a todo custo. Os mais abastados se protegem atrás de muros altos e cercas elétricas, mas nem estes estão a salvo da ousadia dos bandidos. Para eles, esses elementos são meros obstáculos, não existe cadeado, nem cerca, nem muro que impeça aquilo que querem fazer. O pavor de ser assaltado tem provocado ainda um outro sentimento, o da desconfiança. Olhamos todos, bem e mal vestidos, com soslaio, com olhar atravessado. Não há sinal de policiamento nas ruas e nem sempre vemos e sentimos segurança no centro da cidade e bairros que o circunda, onde a maioria dos assaltos acontece. A polícia geralmente chega tarde demais para evitar o pior dos estragos: o trauma.
uas ou mesmo de ficar em casa e ser surpreendido por um desconhecido ou vários indivíduos armados promovendo o horror e saqueando seus bens a todo custo. Os mais abastados se protegem atrás de muros altos e cercas elétricas, mas nem estes estão a salvo da ousadia dos bandidos. Para eles, esses elementos são meros obstáculos, não existe cadeado, nem cerca, nem muro que impeça aquilo que querem fazer. O pavor de ser assaltado tem provocado ainda um outro sentimento, o da desconfiança. Olhamos todos, bem e mal vestidos, com soslaio, com olhar atravessado. Não há sinal de policiamento nas ruas e nem sempre vemos e sentimos segurança no centro da cidade e bairros que o circunda, onde a maioria dos assaltos acontece. A polícia geralmente chega tarde demais para evitar o pior dos estragos: o trauma.
O consumismo é o que faz com que pessoas de baixa renda que não tenham condições financeiras partam para a violência como um atalho para conseguir o que querem. Podemos observar que essa teoria se aplica na prática porque quando pensamos na violência,principalmente nos assaltos, não vemos pessoas em busca de comida ou algo para suprir uma necessidade, e sim buscam tênis de marcas,celulares, carros, bens de muito valor material.
ResponderExcluirPara acabar com a violência devemos tomar medidas de curto, médio e longo prazo, porque o patamar que chegamos, só eliminando no primeiro momento e tomando iniciativas, tais como: escolas em dois turnos com alimentação para os alunos carentes, escolas profissionalizantes, áreas de lazer nas áreas mais pobres, esportes e mais oportunidades de empregos, para no futuro diminuirmos a violência.
ResponderExcluirPra acabar com a violência : PENA DE MORTE JÁ !
ResponderExcluirPRESÍDIOS DE SEGURANÇA MÁXIMA.
ACABAR COM ESSA ZONA DE DEIXAR ENTRAR TUDO O QUE QUIZER EM PRESÍDIO. PAU NESSA GENTE FILHA DA PU.TA!!!
Atualmente muitos seres humanos honestos, principalmente os de menor poder aquisitivo, já vivem quase em cárcere privado em suas residências nos momentos sagrados de lazer e ainda temem durante todo trajeto pelas ruas e estradas da Bahia.
ResponderExcluirFalta liderança, vontade, competência e alocação correta dos recursos governamentais pelo menos para direitos básicos como:Segurança; Saúde; Saneamento e Educação. Enquanto isto tem Pré-Sal, Caças de Guerra (que não ajudam muito na “guerra” interna), dentre tantas outras mazelas.
ResponderExcluirMinha programação de lazer já vem mudando a muito tempo. Prefiro passar os finais de semana em casa do que ter que sair.
ResponderExcluirA cada dia que passa tenho mais medo de sair na rua e quando chego em casa a noite do trabalho é com o coração na mão e agradecendo a Deus por mais um dia que cheguei bem.
ResponderExcluirCertamente, há tempos tenho evitado sair à noite, procuro ficar em família em lugares próximos de casa. Para manter o convívio social, importante na vida de todos,optamos em juntar os amigos e promover reuniões revesada na casa de cada um.
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