Mais uma vez o poder público investe para a ordenação de empreendimentos de pequenos porte. A Prefeitura de Itabuna es
tá anunciando a demolição do espaço construído no último ano da gestão de fernando Gomes, no Centro da cidade, para a construção de um “Shopping Popular” integrado ao centro Comercial. Uma iniciativa correta, mas que só renderá efetivos benefícios para o conjunto da economia, se a este investimento for agregado um conjunto de outras medidas cujo resultado seja uma efetiva organização do comércio nas ruas centrais de Itabuna. A tendência irresistível do comércio rotulado como “camelô” é a ocupação dos espaços mais movimentados, ou seja, a meta é se fixar em meio ao fluxo mais movimentado possível, seja em calçadões, praças, ruas e até avenidas. A tendência inevitável é o confronto dos camelôs com os negociantes “fixos” e com a própria população. Com esses, o atrito se dá em função da usurpação das próprias áreas de trânsito para pedestres; e com aqueles por concorrência “desleal” (uma vez que não pagam impostos e ocupam as áreas de fachada das lojas fixas). Muitas tentativas têm sido feitas no sentido de aliviar essa pressão sobre as ruas com o deslocamento dos “ambulantes” (o termo não é correto, pois são fixos os pontos de venda dos camelôs) para áreas predeterminadas. Apesar de, nos momentos iniciais, essas medidas provocarem um bom alívio às ruas, a decepção urbana vem sem muita demora e, em relativamente pouco tempo, as ruas centrais (de Itabuna, ou de qualquer outra cidade de maior porte) estão novamente ocupadas pela mais frenética “camelotagem”. Está a prefeitura fazendo um investimento correto. Aplausos e cobranças simultâneas: que os logradouros de Itabuna sejam, de uma vez por todas, resgatados para suas funções originais.
tá anunciando a demolição do espaço construído no último ano da gestão de fernando Gomes, no Centro da cidade, para a construção de um “Shopping Popular” integrado ao centro Comercial. Uma iniciativa correta, mas que só renderá efetivos benefícios para o conjunto da economia, se a este investimento for agregado um conjunto de outras medidas cujo resultado seja uma efetiva organização do comércio nas ruas centrais de Itabuna. A tendência irresistível do comércio rotulado como “camelô” é a ocupação dos espaços mais movimentados, ou seja, a meta é se fixar em meio ao fluxo mais movimentado possível, seja em calçadões, praças, ruas e até avenidas. A tendência inevitável é o confronto dos camelôs com os negociantes “fixos” e com a própria população. Com esses, o atrito se dá em função da usurpação das próprias áreas de trânsito para pedestres; e com aqueles por concorrência “desleal” (uma vez que não pagam impostos e ocupam as áreas de fachada das lojas fixas). Muitas tentativas têm sido feitas no sentido de aliviar essa pressão sobre as ruas com o deslocamento dos “ambulantes” (o termo não é correto, pois são fixos os pontos de venda dos camelôs) para áreas predeterminadas. Apesar de, nos momentos iniciais, essas medidas provocarem um bom alívio às ruas, a decepção urbana vem sem muita demora e, em relativamente pouco tempo, as ruas centrais (de Itabuna, ou de qualquer outra cidade de maior porte) estão novamente ocupadas pela mais frenética “camelotagem”. Está a prefeitura fazendo um investimento correto. Aplausos e cobranças simultâneas: que os logradouros de Itabuna sejam, de uma vez por todas, resgatados para suas funções originais.
A QUESTÃO DOS VENDEDORES AMBULANTES NOS CENTROS DAS CIDADES É ANTIGA. DEPOIS QUE A PRÁTICA SE ESTABELECE É MUITO DIFÍCIL CONSEGUIR QUE O CAMELÔ QUEIRA ADERIR AO MERCADO FORMAL.
ResponderExcluirAcho uma injustiça um camelô disputando clientes com quem tem loja, que paga impostos, vendendo com nota fiscal e garantia, o que não rola com os camelôs.
ResponderExcluirEsse é um problema antigo que nunca foi tratado com a seriedade devida. Se fosse levado a sério não veríamos fiscais tomando dinheiro deles, não é mesmo???
ResponderExcluirAcho que todo mundo tem que ter seu espaço para trabalhar...
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