Pelas dimensões territoriais e populacionais Itabuna e demais cidades sulbaianas conseguem ter uma boa produção jornalística.
Mas é uma pena que cada vez mais as assessorias de imprensa das entidades governamentais, não-governamentais e dos políticos prefiram informar a população através de press-releases. Isso limita e pasteuriza a visão das notícias. Tira a possibilidade da diversidade de opiniões e pontos de vista dos repórteres à interpretação dos fatos. Os leitores acabam a ser obrigados a entender a informação apenas por um viés oficial-publicitário que, às vezes, tem um efeito contrário ao esperado. Quem conhece comunicação social sabe que a função de uma assessoria de imprensa não é a de produzir a informação pronta para o consumo. Mas a de provocar matérias diversas produzidas por diferentes meios de comunicação. O repórter tem o dever de interferir na matéria a partir da maneira como recebe a informação. Uma determinada situação poderá levar um texto para uma ou outra direção. O que determina o resultado final de um trabalho jornalístico são os fatos que acontecem durante a apuração. É muito comum um repórter sair da redação determinado a alcançar um determinado resultado e mudar de direção completamente durante o processo. Essa criatividade é que dá prazer para exercermos a nossa profissão. É preciso entender que o repórter é quem faz a interação entre a visão da população e os fatos. Quando se tenta encurtar esse caminho o resultado é desastroso. Todo leitor medianamente informado sabe quando se trata de um texto publicitário de uma assessoria. É lamentável que essa prática do press-release esteja crescendo cada vez mais entre nós.
Mas é uma pena que cada vez mais as assessorias de imprensa das entidades governamentais, não-governamentais e dos políticos prefiram informar a população através de press-releases. Isso limita e pasteuriza a visão das notícias. Tira a possibilidade da diversidade de opiniões e pontos de vista dos repórteres à interpretação dos fatos. Os leitores acabam a ser obrigados a entender a informação apenas por um viés oficial-publicitário que, às vezes, tem um efeito contrário ao esperado. Quem conhece comunicação social sabe que a função de uma assessoria de imprensa não é a de produzir a informação pronta para o consumo. Mas a de provocar matérias diversas produzidas por diferentes meios de comunicação. O repórter tem o dever de interferir na matéria a partir da maneira como recebe a informação. Uma determinada situação poderá levar um texto para uma ou outra direção. O que determina o resultado final de um trabalho jornalístico são os fatos que acontecem durante a apuração. É muito comum um repórter sair da redação determinado a alcançar um determinado resultado e mudar de direção completamente durante o processo. Essa criatividade é que dá prazer para exercermos a nossa profissão. É preciso entender que o repórter é quem faz a interação entre a visão da população e os fatos. Quando se tenta encurtar esse caminho o resultado é desastroso. Todo leitor medianamente informado sabe quando se trata de um texto publicitário de uma assessoria. É lamentável que essa prática do press-release esteja crescendo cada vez mais entre nós.
Perfeita sua opinião.
ResponderExcluirRealmente as assessorias de imprensa, sobretudo, das prefeituras e dos órgãos públicos na região cacaueira, são deficientes na tarefa de bem fazer propagar as notícias e isto resulta numa má interpretação e confusão, por parte de quem as Lê!
Luiz cláudio Cordeiro
Somos responsáveis pelos nossos atos, mas podemos ser influenciados por outras pessoas ou acontecimentos...
ResponderExcluirSou responsável por meus atos totalmente e, jamais aproveitaria para colocar a culpa no demônio ou em Deus, ou quem quer que seja.
ResponderExcluirPecar ou errar é opção pessoal de cada um...