O aumento da expectativa de vida da população, a urbanização crescente e a adoção de um estilo d
e vida pouco saudável como o sedentarismo, dieta inadequada, obesidade e o tabagismo. Esses fatores são os grandes responsáveis pelo aumento da incidência e prevalência de doenças crônicas não transmissíveis-DCNT, entre elas, a hipertensão arterial, popularmente conhecida como pressão alta. No Brasil, 23,1% da população, com 18 anos ou mais, declara ser portadora de hipertensão arterial. Essa porcentagem, que é a mesma registrada na Bahia, onde até outubro, foram registrados 6.274 casos de óbitos por doenças do aparelho circulatório. Dentre estes registros, figuram 649 mortes por hipertensão essencial, que seria óbito por elevação do nível pressórico. Todos os outros casos são de agravos relacionados à hipertensão como doença cardíaca hipertensiva, doença renal hipertensiva e infarto agudo do miocárdio. A hipertensão arterial é uma doença crônica, não transmissível, de natureza multifatorial, assintomática que compromete fundamentalmente o equilíbrio dos mecanismos vasodilatadores e vasoconstritores, levando a um aumento da tensão sanguínea nos vasos, capaz de comprometer a irrigação nos tecidos e provocar danos aos órgãos por eles irrigados. A doença é responsável por complicações cardiovasculares, encefálicas, coronarianas, renais e vasculares periféricas. A estimativa é de que 40% dos acidentes vasculares encefálicos e que 25% dos infartos ocorridos em pacientes hipertensos poderiam ser prevenidos. No entanto, uma parcela importante da população adulta com hipertensão não sabe que é hipertensa, e muitos dos que sabem não estão sendo adequadamente acompanhados, o que está refletido nos indicadores cardiovasculares. Dados da Sociedade Brasileira de Hipertensão apontam que apenas 50,8% dos hipertensos tem a doença diagnosticada, 40,5% estão em tratamento e apenas 10,4% tem o problema controlado.
e vida pouco saudável como o sedentarismo, dieta inadequada, obesidade e o tabagismo. Esses fatores são os grandes responsáveis pelo aumento da incidência e prevalência de doenças crônicas não transmissíveis-DCNT, entre elas, a hipertensão arterial, popularmente conhecida como pressão alta. No Brasil, 23,1% da população, com 18 anos ou mais, declara ser portadora de hipertensão arterial. Essa porcentagem, que é a mesma registrada na Bahia, onde até outubro, foram registrados 6.274 casos de óbitos por doenças do aparelho circulatório. Dentre estes registros, figuram 649 mortes por hipertensão essencial, que seria óbito por elevação do nível pressórico. Todos os outros casos são de agravos relacionados à hipertensão como doença cardíaca hipertensiva, doença renal hipertensiva e infarto agudo do miocárdio. A hipertensão arterial é uma doença crônica, não transmissível, de natureza multifatorial, assintomática que compromete fundamentalmente o equilíbrio dos mecanismos vasodilatadores e vasoconstritores, levando a um aumento da tensão sanguínea nos vasos, capaz de comprometer a irrigação nos tecidos e provocar danos aos órgãos por eles irrigados. A doença é responsável por complicações cardiovasculares, encefálicas, coronarianas, renais e vasculares periféricas. A estimativa é de que 40% dos acidentes vasculares encefálicos e que 25% dos infartos ocorridos em pacientes hipertensos poderiam ser prevenidos. No entanto, uma parcela importante da população adulta com hipertensão não sabe que é hipertensa, e muitos dos que sabem não estão sendo adequadamente acompanhados, o que está refletido nos indicadores cardiovasculares. Dados da Sociedade Brasileira de Hipertensão apontam que apenas 50,8% dos hipertensos tem a doença diagnosticada, 40,5% estão em tratamento e apenas 10,4% tem o problema controlado.
As doenças maiores dos baianos, são causadas pelos stress e pelos abotrrecimentos provocados por uma administração que não faz nada para elevar a estima do seu povo e que tem feito da Bahia um areferência nacional de esatdo de letargia!!!!
ResponderExcluirCarlos Cordeiro
Poeta Soropositivo