O Ministério Público Estadual está investigando denuncia de fraude em licitações onde a empresa EMA Construtora, acusa o prefeito de Ilhéus, Newton
Lima de ter a preterida pela construtora Montanha, no contrato para execução de serviços de recomposição de drenagem pluvial e pavimentação em diversas ruas de Ilhéus, no ano de 2008. Segundo o proprietário da EMA Construtora, Ernani Santana, os prepostos da gestão Newton Lima, Marcos Lavigne de Lemos, Altair Gramacho e Paulo Silveira Goulart (este último secretário municipal de Infraestrutura e obras), o condicionaram a repassar o contrato de mais de R$ 1.455.000 para a Construtora Montanha, sob a garantia de que a EMA seria contemplada com licitações viciadas posteriormente. Esta proposta foi recusada pela EMA. Entretanto, para não ficar considerado como hostil aos governantes ilheenses, o empresário fez doação de 40 mil reais para a campanha do então candidato Newton Lima. Este recurso foi repassado para o tesoureiro da campanha, Gilmar Delmiro, que não o fez constar na prestação de conta da campanha de Newton Lima, na Justiça Eleitoral. Com a recusa da EMA em servir-se de “testa de ferro” da Construtora Montanha, o prefeito ilheense passou a perseguir a empresa, com falhas nas datas de pagamentos e valores incompatíveis com o volume de obras da EMA, que passou a ter embaraços com fornecedores e empregados. O empresário Ernani Santana então, resolveu denunciar esta situação ao Ministério Público Estadual, através do processo nº 7494, que está em andamento e a qualquer momento poderá ter desdobramentos de complicação jurídica contra o prefeito Newton Lima, que inclusive, poder´pa perder o mandato em decorrência dessa fraude.
Lima de ter a preterida pela construtora Montanha, no contrato para execução de serviços de recomposição de drenagem pluvial e pavimentação em diversas ruas de Ilhéus, no ano de 2008. Segundo o proprietário da EMA Construtora, Ernani Santana, os prepostos da gestão Newton Lima, Marcos Lavigne de Lemos, Altair Gramacho e Paulo Silveira Goulart (este último secretário municipal de Infraestrutura e obras), o condicionaram a repassar o contrato de mais de R$ 1.455.000 para a Construtora Montanha, sob a garantia de que a EMA seria contemplada com licitações viciadas posteriormente. Esta proposta foi recusada pela EMA. Entretanto, para não ficar considerado como hostil aos governantes ilheenses, o empresário fez doação de 40 mil reais para a campanha do então candidato Newton Lima. Este recurso foi repassado para o tesoureiro da campanha, Gilmar Delmiro, que não o fez constar na prestação de conta da campanha de Newton Lima, na Justiça Eleitoral. Com a recusa da EMA em servir-se de “testa de ferro” da Construtora Montanha, o prefeito ilheense passou a perseguir a empresa, com falhas nas datas de pagamentos e valores incompatíveis com o volume de obras da EMA, que passou a ter embaraços com fornecedores e empregados. O empresário Ernani Santana então, resolveu denunciar esta situação ao Ministério Público Estadual, através do processo nº 7494, que está em andamento e a qualquer momento poderá ter desdobramentos de complicação jurídica contra o prefeito Newton Lima, que inclusive, poder´pa perder o mandato em decorrência dessa fraude.
POR TRÁS DO NEWTON LIMA TEM UMA ENORME QUADRLHA QUE SERÁ DESMASCARADA, QUERO VER CASA DESSES SAFADOS CAIR!!
ResponderExcluirESSES HOMENS MECHE COM DINHEIRO QUE NÃO HÁ TAMANHO, UM DESVIO MAIOR QUE O OUTRO... LUGAR DE LADRÃO É NA CADEIA!
ResponderExcluirISSO ACONTECE POR TODA PARTE, ESSA HISTÓRIA DE LARANJAS É VELHA, PIOR É QUE NUNCA NINGUÉM SABE DE NADA!!
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