Trief

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20 de setembro de 2009

MOTOTÁXI NÃO COMBINA COM SAÚDE E SEGURANÇA

A exploração de serviços públicos de passageiros, através dos mototáxis, é extremamente perigoso, intolerável e inaceitável, pois traz sérios e incontornáveis riscos à saúde e à segurança públicas e não está previsto no Código Nacional de Trânsito, ferindo frontalmente as Resoluções do Conselho Nacional de Trânsito-CONTRAN. O uso comum de capacete expõe o usuário a riscos de saúde, tais como, doenças capilares, alérgicas, tuberculose, gripes, piolhos, hepatites... O cognominado Mototáxi nunca foi e nem será veículo de transporte público de passageiros pelos graves riscos que proporciona ao usuário-cliente, já que é um veiculo desprotegido, sem anteparo para o choque e para a queda. A exposição às modificações climáticas, não trazem ao passageiro e condutor a devida prevenção à segurança e ao equilíbrio deles, sendo este sistema absolutamente inadequado como meio de transporte. Usar o serviço de mototáxi, é se arriscar em contrair doenças cujos custos de tratamento, muitas vezes, são mais encarecidos que o próprio preço da moto; e se expor a circunstâncias de invalidez e desassistência previdenciária e de tratamento á saúde (em caso de acidente), pois não há seguro que cubra ressarcimentos de prejuízos físicos e materiais ao passageiro do mototáxi. Os três reais que se paga numa corrida de mototáxi, podem conduzir o passageiro a três alternativas de outros meios de transportes: CADEIRA DE RODAS por conseqüência de imperícia, ou negligência do condutor; AMBULÃNCIA como resultado de um acidente e REBECÃO, na hipótese mais dramática na perigosa, cara e inconseqüente exploração do serviço de Mototáxi.

10 comentários:

  1. Nada ou quase nada mudará com a aprovação da Lei que regula e autoriza o serviço de moto-taxi, que a pesar de ser completamente ilegal, funciona já faz anos a pleno vapor em toda a cidade de Itabuna, sem que as autoridades tenham tomado nenhuma providência.
    Carlos Mendes

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  2. Ngm merece.
    É sério né?
    Mais loucos regulamentos dirigindo pelas ruas de Itabuna e do Brasil. É a treva.
    Gilberto Pereira

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  3. Sou contra o serviço de mototáxi, porque além de aumentar a criminalidade (muitos se passam por passageiros e mototaxistas somente para praticarem roubos, assaltos e assassinatos) e por uma questão de saúde. Esses capacetes serão comunidades de fungos e passarão doenças.
    Profº Cláudio

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  4. Acho que eles cobram muito caro, é melhor pegar um taxi, ou um ônibus, que ainda são mais seguros.
    José Cordeiro de Lima Santos

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  5. O Senado brasileiro prestou mais um desserviço ao povo brasileiro. Moto-táxi é transporte de país sub-desenvolvido. Traz riscos a saúde e a segurança das pessoas transportadas. Os senadores que aprovaram o projeto de regulamentação do serviço de mototáxi no Brasil e também o Presidente Lula pensaram somente nas eleições do ano que vem. Segundo algumas informações que obtive, o relator desse projeto, o Senador Expedito Jr., de Rondônia, após a aprovação no senado, desembarcou em Ji-Paraná fantasiado de moto-taxista. Para quem conhece a disputa que existe naquele estado pelo mandato de senador, sabe que isso foi feito em função de que, naquela cidade fica a sede da Eucatur, pertencente a Acir Gurgacz. De Gaulle Tinha razão; o Brasil não é um país sério.

    Paulo do Pontalzinho
    paupont@bol.com.br

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  6. Trabalho com MOTO-TAXI desde que surjiu o serviço em Itabuna e a descriminaçao da classe sempre ira existir, porque muitos nos veem como desocupados, eu digo outra ja trabalhei no comercio e digo trabalhar pro outros pra ganhar um salario de fome MOTO-TAXI É MUITO MELHOR o que possuo hoje se fosse pra mim ter comprado trabalhando pro outro loja, ou comercio em geral, nao possuiria nem a moto.
    João Batista

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  7. O município de Itabuna vive, além de outros desafios, o de ter os serviços dos mototaxistas em complexidade sem limites.
    A desorganização causada pela falta de emprego no município, está fazendo muitos pais de família optarem por este serviço e isto tem gerado muitos problemas, porque os criminosos também se apoderam dessa situação e invadem o setor para terem mais facilidade de praticarem seus crimes. Os jovens não tem onde trabalhar, o que resta é ser mototaxista.
    O serviço de moto taxi surgiu na hora certa para tentar encontrar caminhos geradores de renda, num país que falta e muito postos de trabalho.
    Lindomar Carvalho

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  8. Val Cabral,

    Há muitas pessoas que trafegam em veículos sem a CNH, e espero que a lei não venha a punir só mototáxis, como também outra que sem qualquer treinamento de trânsito, sai burlando todas as normas de trânsito. O município cresce, e sem sombra de dúvida também a marginalidade, por isso deveria crescer junto o efetivo dos agentes de trânsito e pricipalmente os da polícia militar, para que essa prifissão seja reipeitada tanto quanto as outras.
    Luiz Alberto Nunes Filho

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  9. Caro Val Cabral, sou motociclista a muitos anos, e sou um aficionado pelo esporte, mas concordo com alguns prefeitos, que não aprovam o uso do moto taxi, e aqui em Itabuna, apesar do transito caotio e com tendencias a piorar em curtissimno prazo, pois o sistema viario esta estagnado e sem projetos significativos, o que não acontesse com a construção de novos edificios residenciais e comerciais, que brotam a cada dia, e a prefeitura continua aprovando sem os gabaritos de vias publicas para atender a demanda de automoveis que esta surgindo, creio que deveria sim aumentar os licenciamentos de taxis e incentivos ao combustiveis para estes profissionais, e assim tornar o uso do taxi em Itabuna um meio de transporte viavel, pois a aprovação do uso do moto taxi, seria um problema muito serio pois a habilitação destes profissionais e o controle dos mesmos e alem dos acidentes que fatalmente aumentaram, custara aos cidadãos itabunenses uma fortuna, alem daqueles prejuizos que teremos que arcar sem que o poder publico nem tome conhecimento.
    E ainda o uso do capacete pelos usuarios de moto taxis, sera outro gerador de doenças que com certeza ira parar nos SUS ou coisa que o valha. Um grande abraço
    Vinicius

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  10. O fenômeno da proliferação do transporte urbano em duas rodas precisa ser discutido urgentemente no âmbito mais democrático possível. Isso ainda não ocorreu porque não foi possível dimensionar a catástrofe do trânsito nos grandes centros brasileiros com isenção política, abrangência estatística e recorte histórico suficiente. E às autoridades satisfaz incentivar soluções paliativas para sua própria incompetência gerencial, jogando os problemas maiores para um futuro aterrador, que apenas parece distante.
    O prejuízo coletivo causado pelo crescimento da frota de motocicletas possui várias faces. Elas poluem, química e sonoramente, mais do que automóveis. Seus acidentes são extremamente lesivos. Motociclistas profissionais estão sujeitos a uma série de malefícios físicos, muitos dos quais não se manifestam imediatamente (doenças pulmonares e ortopédicas, por exemplo).
    Apesar da mitologia publicitária, a agilidade e a praticidade das motos não contribuem para a melhoria do trânsito. O desrespeito de seus condutores às normas é generalizado, colocando em risco vidas e patrimônios, alimentando a insegurança dos demais motoristas e favorecendo toda espécie de atividade ilegal.
    Que saída encontrarão os governos das próximas décadas, quando se descobrir o imenso passivo médico originado por milhões de motociclistas precocemente incapazes de trabalhar? As novas e crescentes populações de profissionais que utilizam as duas rodas serão impedidas de circular? Terão seus veículos apreendidos? Quem pagará pelas indenizações resultantes, ou pela reciclagem de toneladas de entulho mecânico sem valor de troca ou uso? Como organizar as vias públicas em metrópoles desprovidas de transporte público e tomadas por enxames de pequenos veículos individuais que fazem suas próprias leis e são virtualmente incontroláveis?
    A regulamentação dos mototaxis parece um mau começo para abordar a questão, mas o vácuo jurídico é muito pior. Talvez seja uma boa oportunidade para instituir o debate, antes que assimilemos com naturalidade mais uma tragédia para nosso cotidiano desvalido.
    Washington Reis

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