Trief

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22 de setembro de 2009

MEDO MARCA JÚRI DO CRIME DA MOTOSSERRA

Ainda sob impacto do saldo de violência atribuído ao réu, o Acre começou ontem-21, a julgar um dos atos mais bárbaros da história recente do país, internacionalmente conhecido como o crime da motosserra. No centro do júri popular estará Hildebrando Pascoal, coronel da Polícia Militar e deputado federal cassado acusado de matar um homem após sessão de tortura. Segundo o Ministério Público, a vítima teve os “olhos perfurados, seus braços, pernas e pênis amputados com a utilização de uma motosserra, além de ter um prego cravado em sua testa”. Agílson Santos, conhecido como Baiano, foi morto em julho de 1996. O que sobrou de seu corpo foi jogado em uma hoje movimentada avenida de Rio Branco. O filho de Baiano, de 13 anos, também foi morto. Hildebrando tem uma lista de crimes e condenações tão extensa quanto o número de vítimas executadas pelo esquadrão da morte que liderou. Mesmo preso, já condenado a mais de 80 anos de prisão por dois homicídios, tráfico internacional de drogas, formação de quadrilha e crimes eleitorais (trocava cocaína por votos) e financeiros, ele ainda assusta os acrianos. Quatro testemunhas do crime da motosserra foram assassinadas.

5 comentários:

  1. UMA PESSOA QUE COMETE UM CRIME DESSES, ELE NO MÍNIMO ESTÁ COM O DEMÔNIO NO CORPO, OU SEJA O PRÓPRIO EM CARNE E OSSO, MERECE A MORTE... PAGAR PELA MESMA MOEDA.

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  2. A FALTA DO SENHOR NA VIDA DE UM SER HUMANO É EXEMPLIFICADA NESTE CRIME, PODEMOS PERCEBER A QUE PONTO UMA PESSOA PODE CHEGAR... UM CRIME BÁRBARO NO QUAL SE PRECISA SANGUE FRIO PARA FAZER, CERTAMENTE COMETIDO POR UM PSICOPATA.

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  3. Tá aí uma boa sugestão para castração de pedófilos: “motoserra”!!!
    Haja motosserana, hein?

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  4. Precisamos que a justiça seja feita com esse assassino cruel e que reflita para a diminuição dos atos abusivos dos “coronéis” brasileiros. Devia fazer com ele o que foi feito com o coitado.

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  5. Esse psicopata tem é que morrer preso, e esses que defendem ele é vagabundo que nem ele. Se ele quizesse ser um político não teria feito o que fez. Que pena que aqui não existe pena de morte, pois eu teria o prazer de ver ele morrendo do jeito que ele matou...

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