A senadora Marina Silva defendeu a realização de um plebiscito para que os brasileiros opinem sobre a descriminalização do aborto. Durante entrevista a um programa de TV, Marina
, evangélica, disse que não faria um aborto, mas preferiu não deixar clara sua posição sobre o tema, que considera “polêmico demais para ser resolvido apenas com ações do Executivo”. A senadora, provável candidata do PV às eleições presidenciais de 2010, disse que não se pode simplificar o debate tratando a liberação do aborto apenas como uma questão moral. “Não posso simplificar dizendo que sou contra ou a favor. No meu entendimento acho que deve haver um plebiscito. Não se ponde impor nem a posição dos que são contra nem a dos que são a favor”, argumentou. Marina disse que o Estado deve ser responsável por garantir informações às mulheres sobre o aborto. “Não se trata de satanizar a mulher que busca alternativa para seu desamparo, mas seria reducionismo achar que aborto é um ato sem consequência.” “Precisamos aprofundar esse debate. Advogo para que se possa ter essa discussão”, acrescentou. Em relação a outro tema que considera “polêmico”, a descriminalização da maconha, a senadora foi mais clara. “Sou contra. Mas o fato de ser contra não me impediu de fazer a campanha do Gabeira [candidato à prefeitura do Rio de Janeiro, o deputado Fernando Gabeira defende a descriminalização da maconha] no Rio. A democracia é isso”, afirmou. Marina não acredita que a liberação da venda de drogas hoje consideradas ilícitas reduziria o consumo e a violência ligada ao narcotráfico. Apontada nas pesquisas como atual quarta colocada na disputa presidencial, atrás de José Serra, Dilma Rousseff e de Ciro Gomes, Marina Silva afirmou que ainda não é candidata, mas que o fato de aparecer na lista é positivo porque traz o debate sobre o desenvolvimento sustentável para a plataforma eleitoral de 2010. “Ainda há muita água a correr por debaixo dessa ponte. Mas não aparecer com traço [nas pesquisas] é altamente significativo.'
, evangélica, disse que não faria um aborto, mas preferiu não deixar clara sua posição sobre o tema, que considera “polêmico demais para ser resolvido apenas com ações do Executivo”. A senadora, provável candidata do PV às eleições presidenciais de 2010, disse que não se pode simplificar o debate tratando a liberação do aborto apenas como uma questão moral. “Não posso simplificar dizendo que sou contra ou a favor. No meu entendimento acho que deve haver um plebiscito. Não se ponde impor nem a posição dos que são contra nem a dos que são a favor”, argumentou. Marina disse que o Estado deve ser responsável por garantir informações às mulheres sobre o aborto. “Não se trata de satanizar a mulher que busca alternativa para seu desamparo, mas seria reducionismo achar que aborto é um ato sem consequência.” “Precisamos aprofundar esse debate. Advogo para que se possa ter essa discussão”, acrescentou. Em relação a outro tema que considera “polêmico”, a descriminalização da maconha, a senadora foi mais clara. “Sou contra. Mas o fato de ser contra não me impediu de fazer a campanha do Gabeira [candidato à prefeitura do Rio de Janeiro, o deputado Fernando Gabeira defende a descriminalização da maconha] no Rio. A democracia é isso”, afirmou. Marina não acredita que a liberação da venda de drogas hoje consideradas ilícitas reduziria o consumo e a violência ligada ao narcotráfico. Apontada nas pesquisas como atual quarta colocada na disputa presidencial, atrás de José Serra, Dilma Rousseff e de Ciro Gomes, Marina Silva afirmou que ainda não é candidata, mas que o fato de aparecer na lista é positivo porque traz o debate sobre o desenvolvimento sustentável para a plataforma eleitoral de 2010. “Ainda há muita água a correr por debaixo dessa ponte. Mas não aparecer com traço [nas pesquisas] é altamente significativo.'
ESTA É UMA SITUAÇÃO MUITO DIFÍCIL A SER DISCUTIDA, POIS HÁ SUAS CNTROVERSAS, NA PARTE CRISTÃ X CIDADANIA.
ResponderExcluirSÓ UMA MULHER ENTENDE O QUE É MELHOR PARA ELA, SE DEVE SER LEGALIZADO O ABORTO OU CONTINUA DO JEITO QUE ESTÁ, POIS TANTA VIOLÊNCIA JÁ ACONTECE NO NOSSO MUNDO, APOIAR MAIS UMA, JÁ É DEMAIS.
ResponderExcluirA Senadora Marina Silva falou muito bem. Apesar de ser contrária ao aborto e a legalização da maconha,esses assuntos devem ser decididos pela população em um referendo popular,assim como foi feito em relação ao porte de armas. Parabéns pela posição da Senadora.
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