GOVERNO PEDE AUTORIZAÇÃO PARA PARCELAR DÉBITO COM FGTS - Servidores lotados na Prefeitura de
Itabuna, bem como na chamada administração indireta, têm sido prejudicados pela inadimplência dos diversos prefeitos que comandaram o município nos últimos anos. A falha dos ex-gestores foi não ter depositado as parcelas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), a que os trabalhadores fazem jus. O débito acumulado pela Prefeitura de Itabuna atingiu a cifra de R$ 21.178.196,95, que o atual governo pretende repactuar com a Caixa Econômica Federal. A proposta de quitar a dívida em 137 parcelas foi encaminhada nesta semana à Câmara de Vereadores, haja vista a necessidade de lei autorizativ a para que o acordo seja liberado. Na justificativa da proposta, o prefeito José Nilton Azevedo afirma que a repactuação do débito com o FGTS “visa proteger interesses sociais da mais alta relevância”. Acrescenta ainda ser “de fundamental importância para a Administração Municipal resolver o impasse, revertendo essa situação de inadimplência, a fim de que seja restaurada a credibilidade da administração municipal”. O projeto tramita na Câmara em regime de urgência e se encontra sob análise das Comissões Técnicas. O relator é o vereador Solon Pinheiro (PSDB), que vai emitir parecer na próxima sessão das Comissões, dia 1º. Ele antecipou que vê simpatia o projeto, salientando que o parcelamento permitirá corrigir “um erro grave” de ex-gestores. “Os funcionários públicos municipais merecem que esse problema seja solucionado”, frisa o vereador.
Itabuna, bem como na chamada administração indireta, têm sido prejudicados pela inadimplência dos diversos prefeitos que comandaram o município nos últimos anos. A falha dos ex-gestores foi não ter depositado as parcelas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), a que os trabalhadores fazem jus. O débito acumulado pela Prefeitura de Itabuna atingiu a cifra de R$ 21.178.196,95, que o atual governo pretende repactuar com a Caixa Econômica Federal. A proposta de quitar a dívida em 137 parcelas foi encaminhada nesta semana à Câmara de Vereadores, haja vista a necessidade de lei autorizativ a para que o acordo seja liberado. Na justificativa da proposta, o prefeito José Nilton Azevedo afirma que a repactuação do débito com o FGTS “visa proteger interesses sociais da mais alta relevância”. Acrescenta ainda ser “de fundamental importância para a Administração Municipal resolver o impasse, revertendo essa situação de inadimplência, a fim de que seja restaurada a credibilidade da administração municipal”. O projeto tramita na Câmara em regime de urgência e se encontra sob análise das Comissões Técnicas. O relator é o vereador Solon Pinheiro (PSDB), que vai emitir parecer na próxima sessão das Comissões, dia 1º. Ele antecipou que vê simpatia o projeto, salientando que o parcelamento permitirá corrigir “um erro grave” de ex-gestores. “Os funcionários públicos municipais merecem que esse problema seja solucionado”, frisa o vereador.
Estranho!!!!
ResponderExcluirSolon ainda é vereador?
Alguém precisa avisar isso a ele.
Gilberto Soares
Solon Prinheiro , um jovem brilhante, atuante nas resoluções de vários problemas municipais.
ResponderExcluirEntra Governo, sái governo. As DIVIDAS por incrível que pareça, continuam.
ResponderExcluir