FICC QUER RESTAURAR BENS CULTURAIS E HISTÓRICOS - Os monumentos artísticos e hi
stóricos de Itabuna realmente são belíssimos, umas verdadeiras obras de artes, mas estão completamente destruídos, prejudicados não só pela ação do tempo, mas também pelas mãos dos homens”. A declaração é da coordenadora do Centro de Restauração de Bens Culturais Móveis do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac), Kátia Berbert, após visita aos bens culturais de Itabuna. Juntamente com a outra restauradora Verônica Rohrs e o arquiteto João César Rosa Ribeiro, ela veio à cidade a convite do presidente da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc), Cyro de Mattos, para ver de perto a situação desses espaços e a partir daí, a possibilidade da parceria para sua restauração. O grupo conheceu os painéis de Lênio Braga, no Terminal Rodoviário, e o de Genaro de Carvalho, na confluência da Praça Adami/Avenida do Cinqüentenário que contam, respectivamente, a saga dos transportes pioneiros na cidade e a do cacau, além do casarão que pertenceu a Tertuliano Guedes de Pinho, na Fazenda Valparaiso, onde hoje está localizado o bairro da Bananeira. (Rosi Barreto – Foto – Pedro Augusto).
stóricos de Itabuna realmente são belíssimos, umas verdadeiras obras de artes, mas estão completamente destruídos, prejudicados não só pela ação do tempo, mas também pelas mãos dos homens”. A declaração é da coordenadora do Centro de Restauração de Bens Culturais Móveis do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac), Kátia Berbert, após visita aos bens culturais de Itabuna. Juntamente com a outra restauradora Verônica Rohrs e o arquiteto João César Rosa Ribeiro, ela veio à cidade a convite do presidente da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc), Cyro de Mattos, para ver de perto a situação desses espaços e a partir daí, a possibilidade da parceria para sua restauração. O grupo conheceu os painéis de Lênio Braga, no Terminal Rodoviário, e o de Genaro de Carvalho, na confluência da Praça Adami/Avenida do Cinqüentenário que contam, respectivamente, a saga dos transportes pioneiros na cidade e a do cacau, além do casarão que pertenceu a Tertuliano Guedes de Pinho, na Fazenda Valparaiso, onde hoje está localizado o bairro da Bananeira. (Rosi Barreto – Foto – Pedro Augusto).
MUITO BOA ESTA INICIATIVA.
ResponderExcluirESTAMOS CANSDADOS DE VER NOSSOS RECURSOS E VALORES CULTURAIS E ARTÍSTICOS SEREM PERDIDOS NO TEMPO,SEM QUE ACONTEÇAM AÇÕES DE RECUPERAÇÃO E REVITALIZAÇÃO. PARABÉNS PROFESSOR CYRODEMATOS,POR ESTE ESFORÇO DE NÃODEIXARNOSSAS ARTES SEREM ESQUECIDAS...
LUIZ CLÁUDIO DE MONTEIRO