PAIS E FILHOS NO CONTRATO DE RISCO DA VIDA - Pais que não têm coragem de reconhecer seus erros, nunca ensinarão seus filhos a enfrentar seus próprios erros e a crescer com eles. Pais que admitem que estão sempre certos nunca ensinarão seus filhos a transcender seus fracassos. Pais que não pedem desculpas nunca ensinarão seus filhos a lidar com a arrogância. Pais que não revelam seus temores terão sempre dificuldade de ensinar seus filhos a ver nas perdas, oportunidades para serem mais fortes e experientes. Viver é um contrato de risco. O jovem precisa viver este contrato apreciando os desafios e não fugindo deles. Se ele se intimidar com as derrotas e dificuldades, sofrerá com o complexo de inferioridade, baixo-estima, sentimento de inferioridade e com a incapacidade de correr risco e transformar suas metas em realidade. Poderá sofrer um envelhecimento emocional precoce. Será incapaz de contemplar o belo e pode adquirir a capacidade intensa de reclamar, pois nada o satisfará prolongadamente. A capacidade de reclamar é o adubo da miséria emocional. A capacidade de agradecer é o combustível da felicidade. Muitos jovens fazem muitas coisas para terem uma migalha de prazer. Eles mendigam o pão da alegria, mesmo morando em palácios. Os jovens que se tornam mestres em reclamar, têm grande desvantagem competitiva. Dificilmente conquistarão espaço social e profissional. Pouco a pouco, eles perdem o sorriso, a garra e a motivação.
Paulo do Pontalzinho
paupont@bol.com.br Natal Itabuna
Trief
15 de abril de 2009
PAIS E FILHOS NO CONTRATO DE RISCO DA VIDA - Pais que não têm coragem de reconhecer seus erros, nunca ensinarão seus filhos a enfrentar seus próprios erros e a crescer com eles. Pais que admitem que estão sempre certos nunca ensinarão seus filhos a transcender seus fracassos. Pais que não pedem desculpas nunca ensinarão seus filhos a lidar com a arrogância. Pais que não revelam seus temores terão sempre dificuldade de ensinar seus filhos a ver nas perdas, oportunidades para serem mais fortes e experientes. Viver é um contrato de risco. O jovem precisa viver este contrato apreciando os desafios e não fugindo deles. Se ele se intimidar com as derrotas e dificuldades, sofrerá com o complexo de inferioridade, baixo-estima, sentimento de inferioridade e com a incapacidade de correr risco e transformar suas metas em realidade. Poderá sofrer um envelhecimento emocional precoce. Será incapaz de contemplar o belo e pode adquirir a capacidade intensa de reclamar, pois nada o satisfará prolongadamente. A capacidade de reclamar é o adubo da miséria emocional. A capacidade de agradecer é o combustível da felicidade. Muitos jovens fazem muitas coisas para terem uma migalha de prazer. Eles mendigam o pão da alegria, mesmo morando em palácios. Os jovens que se tornam mestres em reclamar, têm grande desvantagem competitiva. Dificilmente conquistarão espaço social e profissional. Pouco a pouco, eles perdem o sorriso, a garra e a motivação.
Paulo do Pontalzinho
paupont@bol.com.br
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Muito interessante este texto.
ResponderExcluiré bom que todos reflitam sobre ele.
Guilherme Santos