Natal Itabuna

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Trief

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16 de abril de 2009

GILSON TEM RECEBIDO MUITOS PARABÉNS DOS AMIGOS
FESTA PARA OS 40 ANOS DO SARGENTO GILSON – O aniversário do secretário de Administração de Itabuna, Gilson Nascimento, foi comemorado nesta quinta-feira-16, com um café da manhã, no Tarik Fontes Plaza Hotel. O evento reuniu amigos e familiares do aniversariante, que foi saudado pelo prefeito Capitão Azevedo, ao destacar sua determinação e competência, além de elogiar o trabalho que realizou no comando da campanha vitoriosa que o conduziu à prefeitura de Itabuna. Emocionado, Gilson Nascimento agradeceu a homenagem, ressaltando o amor da família e o exemplo que segue do pai, ex-prefeito de Pau Brasil. “Aprendi com meu pai a respeitar as pessoas e atender todos humildemente”, disse.

13 comentários:

  1. Este sim é um cidadão de bem e que merece nossos parabéns pela forma agradável com trata dos assuntos das outras pessoas. Pena que nessa desastrosa admionistração de Azevedo, só exista de bom os secretários Gilson e Gustavo Lisboa.
    Roberto de Carvalho - taxista

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  2. AINDA NÃO É POSSÍVEL SABER QUEM SEJA O PIOR SECRETÁRIO DO DESGOVERNO DO PREFEITO AZEVEDO. PORÉM, É FÁCIL APONTAR O MELHOR, MAIS SIMPÁTICO, MELHOR ORGANIZADO E MAIS ATENCIOSO: SARGENTO GILSON! O RESTO É MIGALHA DE UMA FAROFA ESTRAGADA!!!!!!!!!!!!
    Profº Cláudio

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  3. PORR....NENHUMA GILSOM É UM SARGENTÃO UM VEDAIRO TRATOR EU MESMO O VI QUASE BATER EM CHICO MORAIS NA RAMPA DA PREFEITURA....
    QUE PUXA SAQUIMOS É MEU IRMÃO.

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  4. ele só adotou essa ternura depois que viu o carisma de azevedo cair quase ZERO.
    inclusive quando orientou azevedo a entra pelos fundos da prefeitura.
    Gilsom só tem feito merda em cima de merda.
    GILSOM É AMADOR DE MAIS!!!!!!

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  5. gente vc estão esquecendo que todo o desgaste de azevedo é culpa de gilsom e josias migué.

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  6. organizado o que!!!!professor claudio.
    até o momento o home não consegui organizar os banheiros da prefeitura.
    a prefeitura fede a mijo,vc não deve andar por lá.

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  7. PERDOEM GILSOM ELE APRENDEU A FAZER POLITICA QUANDO PAU BRASIL ERA MENOR QUE A VILA ZARA.RSRSRSR

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  8. PARABÉNS SARGENTO GILSON.
    VC É UM BOM HOMEM E MERECE TODAS AS HOMENAGENS POSSÍVEIS.
    DEUS O CONSERVE SEMPRE ASSIM, COM ESSE SEU JEITO HUMILDE E SIMPLES DE SER.
    CARLOS BORGES DA SILVA
    MOTOTAXISTA

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  9. FAÇO MINHAS, AS PALAVRAS DO ROBERTO E DO CARLOS.
    NOGUEIRA

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  10. HOJE E ANIVERSARIO DA PESSOA MAIS IMPORTANTE DA PREFEITURA DE ITABUNA; O MAIS AMIGO E O MAIS SIMPÁTICO, PORTANTO QUERO PARABENIZAR GILSON NASCIMENTO POR TUDO O Q ELE REPRESENTA NA VIDA E NA ARTE DE FAZER AMIGOS. UM BIG BJO FELICIDADES.... ROSE

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  11. SARGENTO GILSON É O CARA.
    PARABEM MEU AMIGO.
    DESEJO QUE DEUS O DÊ MUITOS ANOS DE VIDA QUE VC CONTINUE SEMPRE ESSA PESSOA ESPECIAL E SIMPLES.
    Jr

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  12. A burrice, a estupidez mais crassa está tomando o poder no mundo. A crescente complexidade da vida social, a superpopulação, o fracasso de ideologias, o declínio da esperança, tudo leva os homens a uma infinita fome de burrice, seja pela religião fanatizada ou pelo desejo de um populismo autoritário. Nos anos 60, parecia que o mundo ia descobrir um re-encantamento laico, com a glória da juventude, a alegria da democracia criativa, que a inteligência teria um lugar no poder, que a ciência e a arte iam nos trazer uma nova beleza de viver.
    Em 68, não foram apenas as revoltas juvenis que morreram; começou a nascer uma vida congestionada, sem espaço para sutilezas de liberdade. Os anos 70 foram inaugurados com a frase de Lennon de que “o sonho acabara” e com a morte sintomática de Janis Joplin e Hendrix, com o fim dos Beatles e com a chegada dos caretas “embalos de sábado à noite”. Parece bobagem, mas eram sintomas. Uma falsa “liberdade” jorrou do mercado de massas e a volta da burrice foi triunfal.
    O mercado e o poder começam a programar nosso desejo por simplismos e obviedades. Cresceu na sociedade uma sede da burrice, como mostra a declaração de muitos jovens austríacos que disseram há tempos: “Votamos no Haider (o neonazista) porque não agüentamos mais a monotonia da política”, o tédio do “bem”, do “correto”, do “democrático”!
    Sente-se no ar também uma grande fome de chefes. Daqui a um tempo pode ser que ninguém queira ser livre. Ninguém quer a liberdade fraternal.
    No Brasil, contaminado pelo ar-do-tempo, a burrice e a fome de simplismo dominam a política, a cultura e a vida social.
    (MS)

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  13. Nós, seres humanos, somos animais que se autodomesticaram durante a própria evolução, buscando assim conseguir viver em sociedade. Em nosso dia-a-dia brigamos com nossos medos para podermos viver em paz, criando pretensas ilhas de tranqüilidade para escapar das guerras que nos cercam por detrás de nossas cercas. São tantas essas guerras que muitas vezes nem percebemos sua presença como um ato de guerra.
    Pois em diversos casos elas ganham outros nomes, sendo chamadas, por exemplo, de crises sociais. Porém, independente do nome que tenham, o resultado é sempre o mesmo: morte e sofrimento.
    Vamos começar citando a guerra do trânsito. O indivíduo engatilha a primeira marcha do seu carro e sai armado pelas ruas. Onde a imprudência aliada ao veículo faz com que a travessia por cada sinaleira, esquina ou estrada, se transforme em uma espécie de roleta russa. O proprietário compra aquela máquina que tanto lhe fascina, sem se dar conta de seu potencial como arma assassina. Basta engatar a marcha para destravar a arma. E os bons motoristas seguem suas lidas, sem perceberem que a qualquer momento poderão estar tirando uma vida. Não é à toa que morre mais gente no trânsito que em muitas guerras ditas como “oficiais”.
    Guerra das drogas, entre elas o álcool, onde o viciado torna-se vítima e algoz das mortes causadas por seus próprios atos, ou inoculando doenças através de seringas compartilhadas. Cada viciado é um prisioneiro que, ao tentar se libertar (de padrões sociais, de problemas existências, do simples ócio, ou da própria consciência), acaba sendo preso pelo elixir mágico que lhe prometia felicidade instantânea como recompensa.
    Guerra da violência. A estupidez é a maior munição, sem distinção sobre o grau de instrução, já que muitos seres estudados, gostam de jogar ovos podres pelas janelas de seus suntuosos apartamentos bem situados (procure sobre o assunto e achará tais culpados). Outros preferem espancar de forma selvagem quem consideram ser inferior aos seus conceitos arrogantes (preconceitos dilacerantes).
    Guerra da fome (desnutrição) – A guerra silenciosa que mata por falta de pão. Que tira o sorriso de tantos rostinhos inocentes. Que vai definhando pobres corpos até que estejam miseravelmente fracos, ficando expostos por baixo da pele todos os seus ossos. É a morte se sustentando por falta de sustento.
    Guerra das doenças – como a AIDS, que gera a morte de muitos que queriam apenas prazer, de muitos que queriam apenas viver, de tantos contaminados sem saber. Guerra contra os mosquitos que subestimamos e que agora estão nos matando, já que o saneamento anda faltando.
    Mas, o pior inimigo é fruto soberano de uma simbiose sangrenta, entre o homem e seus sentimentos totalmente desumanos de ódio, ignorância, ganância, egoísmo e intolerância, apenas citando alguns. Se quisermos preservar nossa existência, devemos deixar de lado a indiferença e se engajar na guerra contra todas as guerras, trocando a contumaz escolha de violência, por uma opção de paz. Antonio Góes

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