DEPUTADO DENUNCIA GOVERNADOR AO MP - O
deputado Heraldo Rocha (foto), do Dem, denunciou o governador da Bahia, Jaques Wagner, ao Ministério Público estadual por ato de improbidade administrativa “por não assegurar que os milhares de alunos da rede pública da Bahia tenham à disposição educação de qualidade. Faltam professores nas escolas baianas e pela precariedade das instalações da rede estadual de ensino”. Segundo o deputado, de acordo informações oficiais a Secretaria da Educação da Bahia, a rede estadual de ensino possui hoje 50.371 professores e tem carência de 7.310 profissionais, o que equivale a 14,5% do atual corpo docente. Heraldo Rocha disse que das 7.310 vagas a serem preenchidas, 2.370 são de professores-substitutos, ou seja, aqueles que ocupam o lugar de colegas em licença-prêmio, licença-maternidade ou afastados por problemas de saúde. "Essa carência tem sido alvo de protestos em todo o estado, com alunos de escolas públicas fazendo passeatas para reclamar da ausência de professores. Ressaltou que além da falta de professores, especialmente no interior do estado, a carência de funcionários, a falta de merenda escolar e de mobiliário próprio para educação e a violência de modo geral no ambiente educacional, são fatores presentes na conjuntura educacional da Bahia e que só fazem piorar ainda mais todo o contexto”. (Boca maldita).
deputado Heraldo Rocha (foto), do Dem, denunciou o governador da Bahia, Jaques Wagner, ao Ministério Público estadual por ato de improbidade administrativa “por não assegurar que os milhares de alunos da rede pública da Bahia tenham à disposição educação de qualidade. Faltam professores nas escolas baianas e pela precariedade das instalações da rede estadual de ensino”. Segundo o deputado, de acordo informações oficiais a Secretaria da Educação da Bahia, a rede estadual de ensino possui hoje 50.371 professores e tem carência de 7.310 profissionais, o que equivale a 14,5% do atual corpo docente. Heraldo Rocha disse que das 7.310 vagas a serem preenchidas, 2.370 são de professores-substitutos, ou seja, aqueles que ocupam o lugar de colegas em licença-prêmio, licença-maternidade ou afastados por problemas de saúde. "Essa carência tem sido alvo de protestos em todo o estado, com alunos de escolas públicas fazendo passeatas para reclamar da ausência de professores. Ressaltou que além da falta de professores, especialmente no interior do estado, a carência de funcionários, a falta de merenda escolar e de mobiliário próprio para educação e a violência de modo geral no ambiente educacional, são fatores presentes na conjuntura educacional da Bahia e que só fazem piorar ainda mais todo o contexto”. (Boca maldita).
è cobra engolindo cobra.
ResponderExcluirPq ele não se denuncia que rouba também.
ResponderExcluirEsses governos estão demais mesmo.
ResponderExcluirDeveria existir leis rigorozas contra os politicos.
ResponderExcluirQuero propor a todos os eleitores Itabunenses uma reflexão. As eleições estaduais de 2010 coincidem com o que será o aniversário de 4 anos do abandono das obras do centro de Convenções e Teatro de Itabuna, num período em que nossa sociedade se viu e se vê muito longe da política pública de se fomentar a cultura, as artes e o empreendorismo como fatores de geração de emprego e renda e justiça social. É preciso responsabilidade para exercer a cidadania, fazer valer a democracia conquistada e decidir nosso próprio destino. À luz desses princípios é que gostaria de inspirar os votos dos eleitores itabunenses. Cada cidadão pode ser um agente transformador da sociedade se assumir a responsabilidade pelo seu voto. Não há outro meio de colocar a política local num rumo mais adequado do que o exercício consciente da cidadania, pelo voto e pela reivindicação permanente dos atos dos administradores públicos. É preciso verificar se os candidatos incluem nas suas plataformas planos eficientes para o combate à desigualdade social e para o aprimoramento da prestação de serviços públicos básicos, como educação e saúde. E sobretudo, se cumprem suas promessas de campanha. No lastro destes valores há de se rechaçar qualquer tentativa de Jaques Wagner obter votos de um povo esquecido por ele. Roberto Gomes Barreto.
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