A PROMOTORIA NO MARASMO DA SAÚDE - Em meio aos reclamos da população por um atendimento mais ágil, está faltando ao Ministério Público Estadual propor a instalação de pontos eletrônicos nas unidades de saúde para fiscalizar o comparecimento dos médicos. Ou seja, para que não faltem ao trabalho e cumpram as horas determinadas em seus contratos. É uma boa medida. Contudo, essa fiscalização deveria se estender a todos os funcionários, porque o atendimento não se restringe apenas à função do médico. E o que se observa, via de regra, é que em quase todos os hospitais, postos e centros de saúde há servidores sobrando para pouca eficiência no atendimento ao público. Gente sem o que fazer, de braços cruzados e nem sempre essas unidades primam, por exemplo, pela limpeza, pelo bom atendimento nos guichês, nos serviços paramédicos etc. É preciso acabar com essa mentalidade paternalista e eleitoreira que o funcionário público sempre tem razão, que não lhe pode cobrar responsabilidade, que o sindicato é quem manda nas repartições públicas. É exatamente por isso que o serviço público, com raras e honrosas exceções, tornou-se sinônimo do que não presta. Ora, se nas empresas privadas cobra-se diariamente o comparecimento, a eficiência, resultados, por que não o mesmo procedimento e rigor no serviço público, mantido pelos impostos dos contribuintes?
"Quem avisa amigo é": fala-se a boca miuda que se um determinado promotor publico continua ñ respeitando a independencia dos poderes podera ser representado na procuradoria.
ResponderExcluirAí o tiro vai sair pela culatra em vez de promoção...vem carão.....