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Natal Itabuna

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Trief

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20 de fevereiro de 2009

O USO DOS CELULARES COMO TERMOMETRO DE EDUCAÇÃO - Muito já se falou e se escreveu sobre o uso dos celulares, estes aparelhinhos benditos nas horas de maior quebra-cabeça ou de alegria sem par. Um celular é como correio alegre e barulhento que chama atenção pelo ruído que faz e mais ainda, pelas notícias que anuncia. O mundo não poderia ao que parece, viver sem os celulares. No Brasil são milhões de aparelhos em funcionamento - e a tendência é que aumentem, aumentem e aumentem, garantindo cifras astronômicas às operadoras móveis e sentimentos diversos aos seus usuários. O fato é que o celular se transformou num acessório indispensável e tem ajudado bastante as pessoas, em tarefas que antes dispensariam tempo demasiado, ou dificuldade de comunicação pela escassez dos “orelhões” e limitações de telefonia fixa. Temos sabido de relevância do celular em situações em que pacientes e acidentados recorrem a ele, para conseguirem atendimento urgente e seqüestrados resgatados por discagens em cativeiros e porta-malas de veículos. Todavia, o que há de gente Cabeça de Pitu usando errado o celular, não está no gibi! Não sei se o leitor convive com mal educados usuários de celulares. Eu, infelizmente, sou obrigado a conviver quando me utilizo do transporte urbano. Gente que sem um mínimo de constrangimento conta ao telefone os seus detalhes íntimos - e faz do interior dos ônibus desta Itabuna de trânsito caótico, a sala da sua casa, ou prostíbulo da sua preferência. Falta, sem dúvida, a educação, tão bem - vinda quando se divide os espaços públicos. Costumo deixar o meu aparelho no modo “silencioso” quando entro nos expressos e restaurantes e ” desligado” quando tenho a telona dos cinemas para me divertir, encenações no teatro para conferir e nas ocasiões de atender aos meus amigos – e faço cara de quem não gostou ao ouvir um celular tocando nesses ambientes ou o que é pior, com o seu dono falando em alto e mau tom. Ser educado é uma qualidade adquirida, que exige excelentes mediadores e aprendizes dispostos. Pode ser adquirida em casa ou na escola ou mesmo na rua, na marra. Cada uma destas instâncias de aprendizado tem a sua cota de participação efetiva – e quem se mostra contrário à proibição dos celulares no interior das escolas brasileiras deverá rever imediatamente a sua posição. Não cabe ser contra, mas ser compreensivo à questão. O toque de um celular ligado, mesmo no modo “silencioso” chama a atenção dos que estão próximos. Se um celular toca em uma sala de aula não há quem não se distraia. Por falar em celular me recordo de um episódio ocorrido no finalzinho do dia 5 de janeiro de 2001, no gabinete do então prefeito de Itabuna, Geraldo Simões: depois de assegurar a um senhor idoso que a filha seria readmitida e se despedir do pai aflito, Geraldo diante de mim, empunha um celular e liga para o secretário de administração da época Ozias Lopes, a quem o pai desesperado deveria procurar imediatamente e determina categoricamente “o cidadão que vai procurá-lo agorinha... posição inalterável”! Assim, o celular do prefeito funcionou para mim, como detectou infalível de cafajestada!

3 comentários:

  1. O celular está tomando o mundo e não demorará muito para as internetes de fio estarem contadas pois o 3G ja tem lugares com fornecimento gratuito, isso é bom porque a telemal mesmo é uma droga, só assim terá concorrencia.

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  2. Os petistas detestam críticas. Os daqui de Itabuna, os de Salvador... do Brasil inteiro. E ficam à beira de um infarto quando se fala mal deles não apenas como políticos, também quando se aponta os defeitos nos eventos que eles promovem, porque para os militantes do PT, o partido da estrela é perfeito. Deviam ter dado uma passadinha em Itabuna depois que os sons dos clarins dos palhaços petistas silenciaram. E aí, com certeza, muita gente ia cair na real ao descobrir que Geraldo Manhoso, apesar daquele jeito caladão, de bobo não tem nada: o prefeito deixou a cidade falida (e ele mais rico), endividada e por isso o povo jamais o fará voltar a ser prefeito. Bernabé.

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  3. É evidente que apenas uma ínfima parte dos eleitores que votaram em Juçara Feitosa, sabia no que estava votando (numa bruxa, que rejeita pobres e os trata com desdém), e isso foi uma inquestionável verdade, tanto para o cidadão comum como para uma boa parte dos militantes partidários do PT e dos partidos que se “aliaram” á sua fracassada candidatura (alguns se venderam explicitamente: PHS, PPS e PMN). Essa gente se limitou a votar em quem o corrupto Geraldo Simões mandou. Ocorre que o dinheiro sujo de Geraldo, ainda é capaz de eleger sua “esposa” para deputado estadual e ele fará tudo por isso, pois sua maior pretensão é se livrar do trambolho e assim poder ter um melhor padrão de vida! E isso tudo com o dinheiro público!!! Carlos Cordeiro

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