NOS UNAMOS CONTRA A VIOLÊNCIA - O recém criado Pacto Municipal contra a Violência, sugerido por mim e
acatado pelo prefeito Capitão Azevedo, é uma esperança palpável para que saiamos dessa tensão cotidiana da violência que mata quase que diariamente em Itabuna. Contar os assaltos, roubos, arrombamentos, estupros e diversas outras modalidade de crimes, é assustadoramente desnecessário, pois isso já virou noticiário trivial. Pensar e trabalhar a segurança pública com um conceito mais abrangente, a partir das questões sociais e não apenas fazendo a repressão, é correto e, a longo prazo, vai-se obter bons resultados. Contudo, o que a sociedade espera é que essas ações sejam também acompanhadas de medidas concretas, sem descurar dos problemas reais. Só para citar um simples exemplo, a própria imprensa denuncia que o atendimento ao público pelo telefone 190 não funciona como deveria. E deveria funcionar com rapidez e eficiência porque quem o aciona está precisando da intervenção da polícia naquele momento. As viaturas só podem consumir 5 litros de combustíveis por dia; a cidade possui menos da metade das viaturas que seriam necessárias para fazer-se a cobertura geral contra os criminosos; não há nas policias civil e militar armamentos compatíveis com o poderio bélico dos bandidos... os bandidos estão com maior poder de fogo! Outro exemplo de ineficiência do Estado no setor de segurança pública, é o policiamento nas áreas mais movimentadas da cidade, como nas imediações das agências bancárias e no comércio, nas quais os assaltos se multiplicam. Quem vai a um banco sacar dinheiro ou abre sua loja ao público quer se sentir seguro. Como é preciso um policiamento mais próximo nos bairros, onde o tráfico de drogas vem tentando marcar seus “territórios”. Se houver essa proximidade e se estabelecer vínculos de confiança, as comunidades querem sim a presença da polícia e vão colaborar com ela.
acatado pelo prefeito Capitão Azevedo, é uma esperança palpável para que saiamos dessa tensão cotidiana da violência que mata quase que diariamente em Itabuna. Contar os assaltos, roubos, arrombamentos, estupros e diversas outras modalidade de crimes, é assustadoramente desnecessário, pois isso já virou noticiário trivial. Pensar e trabalhar a segurança pública com um conceito mais abrangente, a partir das questões sociais e não apenas fazendo a repressão, é correto e, a longo prazo, vai-se obter bons resultados. Contudo, o que a sociedade espera é que essas ações sejam também acompanhadas de medidas concretas, sem descurar dos problemas reais. Só para citar um simples exemplo, a própria imprensa denuncia que o atendimento ao público pelo telefone 190 não funciona como deveria. E deveria funcionar com rapidez e eficiência porque quem o aciona está precisando da intervenção da polícia naquele momento. As viaturas só podem consumir 5 litros de combustíveis por dia; a cidade possui menos da metade das viaturas que seriam necessárias para fazer-se a cobertura geral contra os criminosos; não há nas policias civil e militar armamentos compatíveis com o poderio bélico dos bandidos... os bandidos estão com maior poder de fogo! Outro exemplo de ineficiência do Estado no setor de segurança pública, é o policiamento nas áreas mais movimentadas da cidade, como nas imediações das agências bancárias e no comércio, nas quais os assaltos se multiplicam. Quem vai a um banco sacar dinheiro ou abre sua loja ao público quer se sentir seguro. Como é preciso um policiamento mais próximo nos bairros, onde o tráfico de drogas vem tentando marcar seus “territórios”. Se houver essa proximidade e se estabelecer vínculos de confiança, as comunidades querem sim a presença da polícia e vão colaborar com ela.
Umdos maiores problemas que existe na segurança pública na bahia, é que ela, historicamente, tem sido gerenciada por autoridades corruptas e incomptentes. E esta realidade se agravou neste desgoverno de Jaques Wagner. Reinaldo Góes
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