Os últimos acontecimentos envolvendo o imbróglio da composição da Chapa do PT na Bahia, tem consolidado o conceito do governador Jerônimo Rodrigues (PT), ser apenas um "político sem opinião própria" e sem convicções ideológicas firmes. Jerônimo é frequentemente associado a um político de postura influenciável, de personalidade fraca e pragmática ao extremo, que aje como um "Maria vai com as outras" para se manter no poder.
Jerônimo parece aceitar seu
protagonismo de marionete dos seus correligionários e ex-governadores Jaques
Wagner e Rui Costas. E com isto, sofre várias consequências negativas, tanto na
percepção pública quanto na efetividade de sua atuação. Perde credibilidade. Não
constrói uma Base Sólida. Passa uma imagem de fraqueza e oportunismo. Sofre com
a rejeição pela população e desperdiça oportunidades.
Há suspeita de que Jerônimo ainda não percebeu, que a política é feita de momentos decisivos. Quem não assume uma posição firme pode perder oportunidades de crescimento e protagonismo. No fim das contas, um político apático dificilmente se mantém relevante por muito tempo. O eleitor pode até tolerar divergências, mas não aceita indecisão e falta de coragem para defender uma causa, ou simplesmente não aceitar ingerências sobre quem deverá ser seu vice na chapa de reeleição!
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