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Natal Itabuna

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Trief

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13 de junho de 2009

A CAMISINHA NAS ESCOLAS PÚBLICAS – A distribuição de camisinhas nas escolas deveriam ter um programa de treinamento dos mestres para, dentro da ética e dos bons costumes, passar informações válidas aos alunos sobre DST, gravidez e conseqüências. Mesmo que algumas escolas já distribuam os preservativos a grupos específicos do alunado, como educação sexual e prevenção das DSTs, a distribuição de camisinhas não pode dá a idéia do “liberou geral”. Afora os alegados benefícios, isso pode funcionar como incentivo e banalização da atividade sexual precoce. Até soar como a “aula prática” de educação sexual, muito explorada como piada de gosto duvidoso. O Brasil, por seus meios científicos e pela acertada ação política no enfrentamento a obstáculos como o das patentes de medicamento, demonstrou competência no combate à Aids. Conseguiu alongar a sobrevida dos atingidos pelo mal e desenvolver uma política possível de prevenção que coloca o país como destaque internacional. A escola deve ser utilizada como casa de transmissão e difusão de conhecimentos. Seus alunos são credores de todos os esforços para que os conhecimentos lhes cheguem da forma mais adequada e útil para a vida que terão de enfrentar. A fase mais “prática” das coisas da saúde, até por uma questão de ética e competência, deveria ser executada em compartilhamento com as unidades especializadas representadas por hospitais, ambulatórios e postos de saúde. A camisinha doada no colégio não deverá incutir ao jovem a idéia do sexo livre e descomprometido. Esse conceito já existe, mas não pode nem deve ser algo tido como “programa de governo”. Seria mais aproveitável – e menos permissivo – se em vez de camisinha, as escolas pudessem distribuir literatura sobre cuidados de saúde e até orientar que quem tiver necessidade do preservativo pode obtê-lo na unidade de saúde... Sem o risco de banalizar...

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