A assessoria de Imprensa da Faculdade de Tecnologia e Ciências (Rede FTC) informa que a não regularização dos
débitos existentes deve-se à burocracia da Prefeitura Municipal de Itabuna em fazer compensação de dívida, através do encontro de contas referente à indenização devida pelo município à Instituição de Ensino, desde o ano de 2002. Esclarece que o débito do município diz respeito à desapropriação de área de propriedade da Instituição. Quando da desapropriação, através do Decreto Municipal nº 6480, de outubro de 2002, o então prefeito Geraldo Simões sinalizou à direção da FTC a viabilidade de ressarcimento, inclusive com o repasse de uma área de terra equivalente a que fora desapropriada. A FTC tem buscado solucionar o assunto junto a Prefeitura, inclusive protocolando ofícios nos quais propôs a compensação de tributos – vencidos ou vincendos –, devidos pela Instituição perante a Administração Municipal. A Rede FTC de ensino, através da sua parceria histórica com a Prefeitura de Itabuna acredita na condução satisfatória do assunto. (Rede FTC - Assessoria de Imprensa).
Em que consiste verdadeiramente o amor? O sentimento de amar que virou uma vulgarização, estando hoje à m
argem da sociedade e muito popularmente usada a torto e a direito. O que podemos ouvir são pessoas que se conheceram no aqui e agora, “vomitando” eu te amo, para aquele ou aquela que mal mantiveram contato. Tais reflexões só foram possíveis depois de ouvir essas simples e mágicas palavras, que foram expressadas por uma amiga, chamada Anacy Arcanjo, que na sua simplicidade pronunciou, eu te amo expressando todo o seu sentimento em torno de nossa amizade que foi consolidada ao longo dos anos. Atitude esta que me fez retornar ao livro sagrado do cristianismo, que é a bíblia da qual eu tenho fácil acesso e ver que ao longo da vida daqueles que na sua simplicidade expressou de varias maneiras, claro em épocas distintas, a forma de dizer eu te amo a Deus, ao próximo, as coisas da natureza e até mesmo ao seu inimigo, exemplo maior foi Jesus Cristo que até na hora da morte pediu ao Pai para perdoar aqueles que o matava. Me fez voltar ao longo de toda uma história da humanidade para ver que o sentimento de pertença sempre foi forte e que ainda hoje o é, mas com algumas diferenças, agora com uma vulgarização do Eros e do Ágape, dois elementos que são fortemente encontrados na nossa formação. Me fez percorrer ao longo do mundo Greco-romano até os dias atuais e ver o quanto este mesmo amor foi censurado e proibido por razões distintas de ser exercido. Mas um paradoxo hoje é latente. Esta sociedade, toda globalizada, está infelizmente caindo no vão do esquecimento, querendo apenas o outro como escada para o sucesso, os seres humanos não se respeitam mais, tendo os homens, na sua maioria, os seus pensamentos voltados às mulheres como “depósito de espermatozóide”, que é um outro tema que num outro artigo podemos abordar. Uma sociedade apenas preocupada em adquirir status, criando ao seu redor uma muralha e não se permitindo amar, nem tão pouco ser amada, o que é uma pena, pois um sentimento que está contido desde o ato da fecundação até o momento da nossa morte é por um lado mal interpretado e deste mesmo lado é privado de realmente se manifestar da verdadeira forma que o é na sua essência. É por falta de pequenas práticas, como está de demonstrar ao próximo, o que verdadeiramente senti, mesmo que da maneira de amizade é que o mundo passa o que passa. É por falta desta atitude que os nossos poetas estão perdendo a essência de passar o amor, bonito e puro para as composições e/ou para os seus versos. Muitos podem até achar natural esta falta de expressar os sentimentos, tendo em vista que vivemos numa sociedade seca e individualista. Posso até ser saudosista, mas sinto falta da verdadeira expressão do amor e é por esta mesma razão que escrevo os meus escritos e sem vergonha nenhuma expresso que amo os meus leitores e os meus críticos, pois um dia a sociedade irar mudar através da revolução cultural, baseada no amor dos pequenos amantes da vida, do próximo, do amigo e inimigo. O amante de si mesmo.
Terminadas as eleições, se pode dizer da impropriedade de seguirem adiante as paixões de campanha. A hora é de serem
serenados os ânimos. Isto é parcialmente verdadeiro, posto não ser tudo que possa ser dito como fundamental para o dia seguinte da votação. O elemento passional é parte integrante e indissociável da prática política. Extirpá-lo é impossível, e a ressaca das urnas não suaviza a paixão eleitoral, muito pelo contrário: Os ânimos são turbinados pelo êxtase da vitória e pela frustração da derrota, umas e outras almas estão inquietas. Neste momento deve falar mais alto o bom senso e freios devem ser colocados a quem comemora e a quem lamenta, pois a democracia é assim mesmo e daqui a pouco teremos novas eleições, e novos resultados frustrarão uns e empolgarão outros. E assim caminha a humanidade em sua trilha civilizatória. O mais importante agora é cada um, cada partido, cada grupo político, independente do resultado alcançado nas urnas, contrabalançar a emoção com a razão e comprometer-se com a tranquilidade do dia seguinte. Na Bahia e no Brasil as urnas referendaram a continuidade dos grupos políticos que estavam no poder. Em ambas as situações as candidaturas vitoriosas precisam de, passados os primeiros momentos de euforia pelos resultados auferidos, investirem na humildade, na redução das arestas para com os adversários e, essencialmente, procederem uma releitura do (pouco) que foi debatido durante a campanha. Muitos dos problemas apontados, relativos a falhas governamentais, precisam de respostas efetivas. O dia seguinte ao do voto é momento de reflexão. Cantar vitórias e chorar revezes nada acrescentam à cidadania. Avaliar os caminhos percorridos, buscar superar as próprias deficiências e erros tendo como base o enfrentamento recém-encerrado é uma atitude amadurecida e indispensável.
Afinal temos pela primeira vez na história deste país uma presidenta da república. Foi uma di
sputa longa e dura. Uma campanha cheia de mentiras e falsas promessas de ambos os lados. E o povo escolhe entre o pedigree político e a samaritana que vem em nome dos operários, entre votar na elite ou no representante do povo. Por tudo o que ouvi nestes meses todos, entendi que o PT no poder é visto como os desfavorecidos no poder. É a massa mandando nos empresários e determinando a vida dos poderosos opressores. Entre um governo cheio de escândalos, que censura a imprensa, que não aceita críticas, que propõe leis absurdas, que rouba, mente e manipula e um governo da elite, dos patrões, dos cultos e esclarecidos, escolheram um governo a favor dos pobres, dos oprimidos, que baixou o nível de vida dos empresários e subiu o nível de vida dos operários. Que propõe leis comunistas, mas que dá bolsa família, que cria o “minha casa, minha vida”. A queda de braço entre a política e a igreja nestas eleições também foi algo inédito, todos os cristãos unidos contra o perigoso PT. Inúmeros pastores, padres e bispos de diversas igrejas unidos no ideal de derrubar o PT. Evangélicos e católicos unidos contra o inimigo comum: PT. A igreja entrou com tudo nestas eleições, combateu como nunca o PT, endiabrou o PT e todos os políticos deste partido. Não porque não concordasse com a maneira do PT governar, mas sim porque discorda da moral petista. E a igreja perdeu essa disputa, afinal ela não tem o poder de eleger quem ela quer e isso ficou claro hoje. A liderança eclesiástica queria Serra, e o povo quis Dilma. Mais uma vez as vozes que gritavam em tons de ditadores terão de se calar, pois não foram acatadas. A derrota de Serra foi à derrota do suposto poder da igreja em eleger um candidato segundo seus preceitos morais. Acabou a campanha apologética e as armas do clero não foram eficientes para a defesa da fé. Não adiantam argumentos lógicos, vídeos esclarecedores, apelos inflamados para que o povo e os fiéis votem em quem os clérigos desejam. O Brasil hoje é um país onde o que a liderança diz, voga muito menos que os benefícios que o povo recebe. As pessoas querem pão, querem casa, bolsa família, pois a moral e a religião podem esperar, não são essenciais. Não estou criticando não, estou tão somente narrando os fatos. Este é o país que vivemos hoje, se queremos evangelizar uma nação, temos de criar gente consciente, não abestalhados e beatos, mas pessoas esclarecidas pela luz da verdade do Evangelho de Jesus Cristo. Gente comprometida que diz sim, sim e não, não, pessoas que diferenciam entre o que é roubo e o que é ganho, o que é construído e o que é furtado, o que é mentira e o que é verdade, o que é digno e o que é indigno, o que é cultura e o que é maluquice, o que tem ética e o antiético, aqueles que têm Deus no controle de suas vidas, daqueles que tem o dinheiro os controlando. Comecemos HOJE a fazer pessoas que sabem diferenciar a mão direita da mão esquerda e a verdade da mentira. Também comecemos nossas orações pela presidenta Dilma desde já. Sugiro intercessões e súplicas a favor do Brasil, dos políticos e deste povo tão sofrido.
Os moradores dos bairros Fernando Gomes, Ferradas e Nova Ferradas passaram anos reclamando de falta de
água. Queixavam-se de passar até meses sem receber o produto. O diferencial é que agora a água não para mais de cair nas suas torneiras e o desperdício é uma constante. Com o abastecimento ininterrupto, tornou-se visível o derramamento de água limpa (tratada) nas valas, nos quintais e nas caixas d’água e até em situações de lavagens de veículos e passeios. Alguns creditam o problema do desperdício à falta de preparo, ou seja, os problemas nos encanamentos que antes não chegavam a ser percebidos. O fato é que agora, tanto os moradores destes bairros quanto a empresa de abastecimento (Emasa) devem observar a questão e buscar meios imediatos de conter o desperdício. Jogar água fora não é justo com os moradores dos bairros de Itabuna, que ainda sofrem com a seca nas torneiras. A problemática favorece o desempenho de um vizinho perigoso, que se levanta e se fortalece no período chuvoso, podendo gerar um problema ainda maior de saúde pública. Não custa lembrar que o mosquito Aedes aegypti, o transmissor da dengue, se cria e se multiplica em água parada e limpa. A orientação é que os moradores consertem suas torneiras, instalem boias nas caixas d’água e contenham o desperdício. Já os órgãos de saúde do município alertam para a necessidade de eliminação dos focos do inseto.
Há tantas coisas na vida que passam despercebidas e outras que marcam para a
eternidade. Cada um de nós tem algo a falar da sua trajetória neste planeta terráqueo. Uns por haverem praticado ações agradáveis em seu proveito e de outrem; outros, pela prática de maldade e só haverem prejudicado pessoas, ao ponto de destruí-las. Essas criaturas são oriundas de uma metamorfose filosófica jamais compatível com a razão humana. Ao chegarmos neste mundo desconhecemos por completo nosso destino. O habitat de cada um foi, sem sombra de dúvidas, o seu horizonte e o direcionamento a ser tomado diante das vicissitudes costumeiras do dia a dia. Não cremos no destino. Acreditamos no determinismo que certamente nos conduzirá ao porto seguro. Há duas teorias que classificam o comportamento do homem da seguinte forma: o homem nasce bom, mas o meio o corrompe; enquanto a outra afirma que o ser humano ao nascer já traz dentro da sua composição biopsíquica toda mazela e indução à delinqüência; no entanto, o ambiente poderá transformá-lo em um anjo de luz. É público e notório que o mal existe desde os primórdios, pois Caim matou o próprio irmão por inveja. Vivemos em um verdadeiro oceano de incertezas e criminalidades. A cada dia surge uma nova espécie de delito. A classificação dos crimes ocorridos e a proliferação dos mesmos tomam a cada instante rumos diferentes, transformando a pessoa no lobo de si própria. Na atual conjuntura, delitos hediondos são praticados todos os dias. Os valores do ambiente familiar e até espiritual pouco a pouco desaparecem da nossa sociedade. O dinheiro e o status substituem a moralidade e o bem comum. É uma verdadeira inversão de valores. O homem passa a ser escravo de quem tiver maior poder aquisitivo. Os crimes de mando, narcotráfico, sequestro, pedofilia, assalto à mão armada e a improbidade de maneira geral recaem sobre a humanidade semelhante a uma tromba d’água que destrói todos. Em nosso Estado matam-se mais pessoas, principalmente jovens, do que mesmo no Rio de Janeiro e até no Iraque. Será que essa onda de delitos persistirá por muito tempo, ou é apenas um vendaval? Aguardaremos o futuro. Portanto, este mundo cão é mais prejudicial do que mesmo uma epidemia, visto que essa ataca apenas o corpo, que retorna a sua origem; enquanto os elementos que representam esta situação de miserabilidade assassinam além da matéria, a alma de cada um de nós. Travaremos um bom combate, sem cessar um minuto, sobre essas forças antagônicas e satânicas, porque esses elementos nocivos à sociedade passam logo, quando não, a própria natureza os exterminará do nosso meio.
Nesta semana reverenciaremos nossos irmãos falecidos. O Dia de Finados nos coloca diante de uma questão
fundamental para nossa existência: a questão da morte. Nosso modo de enfrentar a vida depende muito do modo como encaramos a morte, e vice-versa! Existem maneiras possíveis de encará-la: Há aqueles que cinicamente a ignoram. Vivem como se um dia não tivessem de morrer: preocupam-se tão-somente com esta vida: comamos e bebamos! Estes, quando tiverem de enfrentar a própria morte, que vazio, que absurdo encontrarão! É o preço a pagar pelo modo leviano com que viveram a vida! Isto é triste porque quando o homem não pensa na morte, esquece que é passageiro e, assim, começa a julgar-se Deus de si mesmo e tudo que consegue é infernizar sua vida e a dos outros. São tantos os exemplos atuais... Há ainda aqueles que diante da morte se angustiam, apavoram-se até ao desespero; sentem-se esmagados pela certeza da poderosa adversária. Há também os otimistas ingênuos. Vemos eles nessas seitas esotéricas de inspiração oriental e em todas as doutrinas reencarnacionistas. Afirmam que o mal, a doença, a morte, são apenas ilusão: a meditação, o autocontrole, a purificação contínua, podem libertar o homem de tais ilusões; o Espiritismo, proclama, bêbado de doce ilusão: “A morte não existe. Não há mortos. Não há morte para nos agredir; há somente uma desencarnação! Mas, há ainda um último modo de encarar a morte, tipicamente cristão. A morte existe sim! E dói! E machuca! Sabemos que ela é uma realidade que não estava no plano de Deus para nós: não fomos criados para a ela, mas para a vida! Deus não é o autor da morte, não a quer nem se conforma com ela! Por isso mesmo Ele nos enviou o seu Filho, aquele mesmo que disse: “Eu sou a Vida; eu sou a Ressurreição!” Ele morreu da nossa morte para que nós não morramos sozinhos, mas morramos com Ele e como Ele, que venceu a morte! A morte, que era como uma caverna escura, sem saída, tornou-se um túnel, cujo final é luminoso. Cristo arrombou as portas da morte! Ela se tornou apenas uma passagem para a nossa Páscoa deste mundo para o Pai: “Ainda que eu passe pelo vale da morte, nenhum mal temerei, porque está comigo!” Em Cristo a morte pode ser enfrentada e vencida! Ela continua dolorosa, mas se no dia a dia aprendermos a viver unidos a Cristo e a vivenciar as pequenas mortes de cada momento em comunhão com o Senhor que venceu a morte, a morte final será um “adormecer em Cristo”. (Edmilson Higino).