21 de julho de 2017

ILHÉUS TAMBÉM TEM SEUS CAÇADORES E ADORADORES DE CORRPTOS

Os reis do PT usam e abusam da ingenuidade do povo
Corrupto, no linguajar brasileiro, é um adjetivo atribuído aos espertos saqueadores do dinheiro público, muitos já conhecidos em razão das várias operações da Polícia Federal. “Anões do Orçamento”, “Mensalão”, “Taturana”, “Navalha”, e outras dezenas espalhadas por vários estados. A mais famosa, claro, não apenas no Brasil, mas no mundo inteiro é a “Lava Jato”, reveladora de artimanhas que até o cão do inferno duvida. Para não ir muito fundo no que reza o Aurélio, o sinônimo dessa palavrinha tão repetida nos últimos tempos é: desonesto, trapaceiro e outras alcunhas mais apropriadas conhecidas por todos e que dispensam repetições. O que pouca gente sabe é que o corrupto verdadeiro é um pequeno crustáceo que habita a uma profundidade variável de 15 a 70 centímetros encravado nas areias do litoral brasileiro. Pelo seu formato, de longe lembra um camarão e até uma miniatura de lagosta. São famosos por agirem às escondidas e ágeis na arte de fugirem do flagra. Como andam sempre ocultos conseguem escapar com facilidade sem serem notados. É preciso habilidade para caçar um corrupto da areia segundo os especialistas que utilizam uma ferramenta específica com bomba de sucção fabricada em PVC ou Inox para sugar o animal até a superfície. Assim como a hábil Polícia Federal que fica na espreita com seus equipamentos de gravação esperando o corrupto homem sair da toca apressadinho em busca de outro lugar para esconder a mala da propina. O corrupto crustáceo é imprestável para consumo humano, que por sua vez é imprestável para o consumo da sociedade. O bichinho da praia se alimenta de matéria orgânica em decomposição, mas é caçado por ser, segundo profissionais em pescaria, um excelente atrativo como isca para a pesca de várias espécies de peixes. O nosso conhecido corrupto que usa gravata importada, degusta sua própria moral decomposta. D. Dalva e seu marido, José Ronaldo, são caçadores do crustáceo na Praia de São Domingo, em Ilhéus. Segundo eles, a caça é um hobby e até brincam: “A praia é o único lugar onde o povo pode pisar nos corruptos”. Como os animais têm cores diferentes, os vermelhinhos são chamados de PT, os amarelinhos de PSB e os mais gordinhos de Dilma ou Lula, dependendo do sexo, que é definido pela tonalidade. Por mais esquisito que possa ser, essa é a “pescaterapia” do casal de ilheenses nos finais de semana. Os frágeis corruptos do mar não podem ser de estimação, diferentemente dos colegas humanos que são reverenciados por alguns militantes de “ludibriados”, como é o caso de um amigo ilheense petista, Jerberson Josué, que elegeram e cultuam com desabalado frenesi o seu corrupto de estimação.

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