24 de junho de 2017

PMS SÃO CONDENADOS POR CORROMPER DUAS TESTEMUNHAS DO CASO AMARILDO


Não há marginais mais perigosos, que os que são policiais
Acusados de corromper duas testemunhas do caso do desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza, ocorrido em julho de 2013, o ex-comandante da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha, major Edson Raimundo dos Santos, e o soldado Newland de Oliveira e Silva Junior foram condenados nesta quinta-feira (22) pela Justiça do Rio de Janeiro. Segundo informações da Agência Brasil, a denúncia do Ministério Público cita que os réus ofereceram dinheiro para uma mulher e um homem para que eles culpassem a criminosos da comunidade pela morte de Amarildo. A mulher teria recebido R$ 850 e o homem, R$ 500. A sentença da juíza Ana Paula Monte Figueiredo, da Auditoria Militar, determina pena de dois anos de prisão em regime aberto. Os outros dois réus no processo, o tenente Luiz Felipe Medeiros e o soldado Bruno Medeiros Athanasio, foram absolvidos. Os quatro réus já tinham sido condenados em fevereiro do ano passado, pela tortura e ocultação do cadáver de Amarildo, junto com outros nove acusados.

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