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Natal Itabuna

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Trief

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19 de agosto de 2010

A VOTAÇÃO COM ESPÍRITO DE CIDADÃO

Nos últimos anos o Brasil vem intensificando o combate à corrupção eleitoral, através de movimentos, entidades e da própria Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Mas infelizmente, se assim posso dizer, o brasileiro está viciado nas roubalheiras que há muito fizeram e fazem inúmeras vítimas e impedem que esse País continente alce vôo rumo ao primeiro mundo. A lei da Ficha Limpa foi aprovada para coibir certos “politiqueiros” de se manterem no poder, já que outrora muitos pintavam e bordavam, recebiam processos, entravam em juízo, sob pena ou não, e conseguiam sempre permanecer na cadeira dos mais variados cargos públicos, exemplificando nos poderes Executivo e Legislativo. Mas o povo finge ou realmente esquece quem é quem nesta corrida eleitoral e só pensa com o próprio bolso. Os neurônios de muitos são as cédulas numeradas que detêm valores de troca e aquisição de bens. Não se lembram que serão quatro anos de sofrimento, roubalheiras, lavagem de dinheiro e os grandes veículos de comunicação dando cobertura aos fatos lastimáveis ocorridos em nossa terra, que estará sendo estampada nas manchetes da imprensa nacional. É primordial não esquecermos de quem realmente trabalha e faz algo pelo povo, não devemos ser injustos, ou retornar ao passado, que foi cruel com uns e outros, e cair nas armadilhas impostas por muitos que querem fazer um jogo sujo e não se permitem disputar com clareza e honestidade esta eleição, que promete muitas emoções. Temos de ter o minucioso cuidado para não ter a infelicidade de julgar e/ou condenar erradamente, tendo em vista que temos o poder em nossas mãos e podemos fazer dele uma ferramenta essencial contra a corrupção, já que muitos candidatos mesmo considerados ‘fichas sujas’ tiveram suas penas retiradas pelo Tribunal Superior Eleitoral e o Superior Tribunal de Justiça. Mas talvez o nosso maior erro seja não acompanhar a vida política de quem elegemos, saber de fato o papel que vem desempenhando à frente do mandato que é do povo, se o seu passado permite que o mesmo ocupe os mais variados cargos públicos, se de fato cumpre primeiro com o seu papel de cidadão e muitos outros “ses” que devem ser avaliados e colocados na balança na hora de escolher um candidato. Não podemos deixar que um grande deslize que assola a sociedade também nos atinja, que é nos preocuparmos com política apenas nessa época de eleições/decisões, ou acharmos que o nosso papel é enquanto cidadãos e nunca como políticos, e que se resume à tarefa de a cada dois anos eleger os chefes dos executivos nacional, estaduais, municipais e o legislativo. Ao contrário, esse papel deve ser exercido diariamente e representa uma tarefa que requer dedicação, empenho e espírito cidadão. No mais ficamos relembrando da vida, ou nos lamuriando igual à música Cidadão “está vendo aquele edifício moço... aquela escola...” eu não posso entrar lá, mas de quem é a culpa de tudo isso?

12 comentários:

  1. Rogo a Deus que iluminem todos os eleitores brasileiros no momento de votar no mês de outubro de 2010, para Dep. Estadual; Deputado Federal; Governador; Senador e Presidente da República. Que nos livre de pessoas e grupos mal intencionados, que querem o poder a qualquer custo, não importando os meios. Que nos livre daqueles que possuem Ficha Suja e que querem impor um regime totalitário no Brasil. Amem...
    Hildete Santos de Carvalho

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  2. Se eu votar para reeleger os que criaram este vergonhoso esquema político que aí está, ou colocar outro de um partido que lá já esteve, que também fizeram, só que de maneira mais oculta e não tripudiando em cima do povo brasileiro como o atual, vou esperar o que? Que peça perdão ao povo, que devolva a Nação o que lhe foi tirado, que não invista na Bolívia e na Venezuela para ser nacionalizado depois, alegando que o Brasil precisa ajudar estes países, que vão lutar contra a corrupção, contra a violência, coisa que não fizeram em 8 anos mas vão fazer nos próximos? Se eleger seu sucessor ou se for reeleito, espere o 3° ou 4° mandato, ou mesmo a perpetuação no poder. E desta vez vem em dose dupla, já que não sofreram nada pelos escândalos cometidos. Everaldo Brito

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  3. Se eu votar para reeleger os que criaram este vergonhoso esquema político que aí está, ou colocar outro de um partido que lá já esteve, que também fizeram, só que de maneira mais oculta e não tripudiando em cima do povo brasileiro como o atual, vou esperar o que? Que peça perdão ao povo, que devolva a Nação o que lhe foi tirado, que não invista na Bolívia e na Venezuela para ser nacionalizado depois, alegando que o Brasil precisa ajudar estes países, que vão lutar contra a corrupção, contra a violência, coisa que não fizeram em 8 anos mas vão fazer nos próximos? Se eleger seu sucessor ou se for reeleito, espere o 3° ou 4° mandato, ou mesmo a perpetuação no poder. E desta vez vem em dose dupla, já que não sofreram nada pelos escândalos cometidos. Everaldo Brito

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  4. Prezado amigo Val Cabral

    Errar é humano, persistir no erro é "falta de arrumação intracromossomial especícifica", que segundo o saudoso Enéas, significa BURRO.
    Há tantos burros mandando em homens de inteligência, que, às vezes, fico pensando que burrice é uma ciência. (Rui Barbosa)
    Para que repetir os erros antigos quando há tantos erros novos a cometer? Os antigos você já sabe que são erros. Os novos podem tornar-se acertos.
    É isso aí, amigo. Quem erra com prazer, sofre porque quer. E não tem o direito de reclamar.

    Paulo do Pontalzinho
    paupont@bol.com.br

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  5. Val Cabral, discordo quando diz que dona Dilma nunca foi nada!
    Foi rebelde sem causa, piloto de fuga, assaltante, sequestradora, terrorista...
    Convenhamos: um currículo e tanto!
    José Carlos Andrade

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  6. Dilma Rousseff nunca foi NADA, nem vereadora, nem deputada estadual ou federal, nem senadora, nem prefeita de cidadezinha do interior, nem governadora, muito menos. MAS FOI TERRORISTA!
    E, RECENTEMENTE, foi desmascarada pela UNICAMP por ter incluído (ou deixado que incluíssem para ela) em seu currículo, cursos de pós-graduação que NUNCA FEZ! Isso é currículo que justifique alguém pleitear ser presidente? Isso é um currículo ou uma ficha corrida? Pera lá, o que é isso? ESTAMOS ACORDADOS OU DORMINDO? SERÁ QUE HÁ TANTOS OTÁRIOS E IMBECIS ASSIM NO BRASIL? Quem será o embotado cerebral que vota em alguém assim? Deve ser por isso que nosso país está como está? A hora é agora, depois não adianta mais reclamar.
    Washingtonn Reis

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  7. Eleição também é um método de escolha entrecortado de armadilhas e perigos por todos os lados, mas ainda é o melhor sistema para eleger quem vai representar o povo e mandar no país.

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  8. Espero, sinceramente, que meus caríssimos concidadãos tomem consciência da necessidade desse avanço posto que "No Brasil, a carga tributária é alta porque a corrupção é estratosférica" e para combater isso "Jamais, nunca, sob hipótese alguma conceda o quarto mandato eletivo a qualquer político que seja" !

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  9. Sou brasileiro e sei votar
    até hoje meus candidatos q levaram meu voto não estiveram envolvidos em escandá-lo.
    Marcelo Tavares

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  10. Muitos falam de que brasileiro não sabe votar e porque não vota de forma consciente, entretanto a maioria não consegue explicar o que realmente significa. Voto consciente e voto facultativo são parentes e assim você não deve dá o crédito a qualquer um candidato. Você só pode votar em quem conhece pessoalmente e nunca a algum desconhecido que só aparece na mídia e está com vantagens nas estatísticas. Leonardo Nogueira

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  11. É muito comum ouvirmos que todos os políticos são iguais e que o voto é apenas uma obrigação. Muitas pessoas não conhecem o poder do voto e o significado que a política tem em suas vidas.
    Lucas

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  12. Prezado amigo Val Cabral

    Numa democracia, como ocorre no Brasil, as eleições são de fundamental importância, além de representar um ato de cidadania. Possibilitam a escolha de representantes e governantes que fazem e executam leis que interferem diretamente em nossas vidas.
    Escolher um péssimo governante pode representar uma queda na qualidade de vida. Sem contar que são os políticos os gerenciadores dos impostos que nós pagamos. Desta forma, precisamos dar mais valor a política e acompanharmos com atenção e critério tudo que ocorre em nossa cidade, estado e país.
    O voto deve ser valorizado e ocorrer de forma consciente. Devemos votar em políticos com um passado limpo e com propostas voltadas para a melhoria de vida da coletividade.

    Paulo do Pontalzinho
    paupont@bol.com.br

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